Hans Monderman, o engenheiro de tráfego holandês conhecido pelos seus inovadores planos de “espaço partilhado” enfatizando a interacção e negociação humanas em vez da obediência cega aos aparelhos de controlo de tráfego mecânicos, morreu ontem. Para saberem mais, leiam o post (e sigam os links) no Streets Blog.
Esta abordagem atrai-me, pois muitas vezes ao conduzir de carro dentro da cidade sinto que há demasiada sinalização vertical, semafórica e no chão a exigir a minha atenção e sinto que em vez de me concentrar nos outros carros, ciclistas e peões tenho a atenção dispersa pelos inúmeros sinais que tenho que visualizar, registar e compreender para não incorrer em nenhuma infracção ou acidente. E depois há a dispersão espacial e falta de uniformidade na posição e tipo de suporte das indicações como ruas, institutos, etc.
Gostava de um dia visitar os locais em que o Hans implementou este sistema.
Este tipo de notícias e factóides começa a chegar à imprensa portuguesa.

Há tempos houve aí uma pequena “polémica” por causa dos sacos de plástico nos supermercados e afins a pagar (como já acontece no Pingo Doce e no Lidl, por exemplo).
Resultado: agora tem-me acontecido as meninas da caixa comentarem “ah, mas ainda não se pagam os sacos!”, quando lhes digo que não preciso dos de plástico delas e começo a sacar dos meus. Como se uma pessoa pudesse fazer isto apenas e só porque de repente vai passar a pagar uns cêntimos a mais para ter direito a sacos descartáveis. Que mentalidade pobre. Por outro lado, já tive comentários positivos, tipo “se todos fizessem isso…”.
Ora, eu já ando com 2 na mala, o Bruno anda com 1 (a mala é mais pequena
) e tem outro de reserva, e já ofereci 4 a amigos no Natal e outro à minha mana. Esta estreou o dela ontem, nos saldos.
E disse que no outro dia viu um casal não sei onde com 2 sacos iguaizinhos aos nossos!
Por isso, e como respondi à senhora da caixa, “um dia todos farão isto”. 
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