Epá, temos tanto material por cá para fazer uma cena destas… ![]()
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A propósito disto, que descobri por aqui, dou a palavra ao George:
[Claro que o homem não podia ser perfeito.
]
O José Rodrigues dos Santos poupa água mas não recicla. Nada. É “muito complicado” e é o que as pessoas normais (não) fazem.
Reciclagem? Pois, isso não. Nem vidro, nem plástico, nem papel? Nada? «Não, não faço. Sou uma pessoa normal». Muitas pessoas normais reciclam. «A média do cidadão não recicla o lixo. É muito complicado. Um saco é azul, outro é não sei o quê, aquilo é uma confusão»
[Via]
É por ‘role models‘ destes que o mundo (e nós que nele vivemos!) anda a ficar exaurido e envenenado.
Este artista (mas este é mesmo um artista, o JRS é mais um ‘artista‘) incorpora a sensibilização/educação/advocay nas suas performances:
[Via]
Quem não gosta de ser uma “pessoa normal” (a.k.a. irresponsável, porca, negligente) aqui no concelho de Oeiras tem a vida dificultada. O município começou por ser pioneiro, exemplar até, neste campo; tínhamos ecopontos e recolha porta-a-porta (o sistema mais eficiente, mesmo economicamente). Em Julho de 2007 o princípio do fim foi decretado. Assumi que fosse em todo o concelho, mas havia sinais que indicavam outra realidade.
Estamos em 2008 e em Porto Salvo não há recolha porta-a-porta de reciclagem (nem do lixo normal, como há muitos outros locais, com contentores individuais para cada moradia ou prédio). Em Leceia aqui a 3 km continua a haver. Pelo menos teoricamente, pois umas semanas aparecem, noutras não, é conforme lhes apetece. Mas noutros locais do concelho o sistema porta-a-porta mantém-se. Ora, se eu pago os mesmo impostos que os outros, não deverei ter direito aos mesmos serviços e infrastruturas?… Será que só Barcarena e Porto Salvo foram negativamente discriminadas para este downgrade? Para quem não sabe, estas duas freguesias são os filhos bastardos do Isaltino Morais que faz questão de não fazer cá nada. Quando faz é servindo outros interesses externos…
Nunca percebi a displicência com que as pessoas admitem, orgulhosas até, por vezes, que não reciclam. Para mim é como dizer que não se dão ao trabalho de usar a casa-de-banho e mijam e cagam onde calhar, porque o WC é muito complicado ou dá muito trabalho. Epá, desculpem lá, mas é mesmo assim. Eu sou péssima na questão da poupança de água. Bom, péssima não, para o padrão das “pessoas normais”, mas péssima para o meu padrão, pelo menos. Se confontada com isso eu tenho é que admitir e ficar envergonhada, e não ostentar orgulhosamente a minha própria estupidez, má educação e falta de sentido cívico.
As pessoas não se preocupam com o tipo e quantidade de embalagens que adquirem e como se desfazem delas, com os seus gastos de energia eléctrica em casa, no trabalho, nos transportes…
Tenho a sensação que para a imensa maioria de “pessoas normais” em Portugal todos os dias são “Energy Wasting Day“2…
[Via]
Entretanto encontrei algo que ajuda a perceber por que é que para, uma viagem, optar pela solução mais respeitadora do ambiente e mais agradável, o comboio, em vez do avião, sai mais caro ao consumidor… *sigh*
A propósito of all the fuss acerca da indisciplina e violência nas escolas despoletada pelo último incidente mediatizado, da miúda a medir forças com a professora por causa de um telemóvel, recomendo a leitura deste artigo. Não é o mesmo tema, mas tem subjacente as mesmas causas: crianças mal educadas, mal formadas, que se tornam adultos egocêntricos, tiranos, mimados, prepotentes, etc, etc.
Já este outro artigo é sobre a educação/ensino e trata de tentar responder à questão “porque é que os miúdos filandeses são tão espertos?”.
Entretanto estou muito lixada da vida porque perdi todas as minhas tabs do firefox depois de um upgrade menos suave.
Eram dezenas de cenas em stand-by. Damn it! Só não perdi estes links porque já os tinha num draft de post. Enfim, uma limpeza geral forçada. Mas já acumulei umas 10 tabs entretanto. Há hábitos difíceis de largar, ou pelo menos domar. ![]()
Brilliant!
Acho que a moda do carbono zero é uma coisa válida e interessante para coisas “inevitáveis”. Mas usar esse sistema para simplesmente continuarmos a levar o mesmo estilo de vida de overcomsumption do costume mas com a consciência tranquila, em vez de fazermos mudanças e melhorias nas nossas opções e consumos quotidianos, é uma hipocrisia. É realmente continuarmos a portar-nos mal pagando a outros para se portarem bem por nós. Ora, é difícil alguém se portar bem por si próprio e por outros. Se consegue, talvez não se esteja a portar assim tão bem só por si…
Cada vez gosto menos da nova trend verde e bio. Está a tornar-se politicamente correcta mas numa versão que é mais fantochada que outra coisa. Detesto gente que só passa a agir da forma correcta quando vê que aquilo lhe pode dar mais dinheiro, quando tinha informação e condições antes para o fazer e não fez. E o pior é que muitas vezes esse novo shift é mais aparência do que substância…
Mas adiante, não acham a iniciativa destes gajos, excelente?
Eheheh, eu adorei!
[Via]
Sorry, couldn’t resist…
Do dicionário da Priberam:
evento | s. m.
evento
do Lat. eventu
s. m.,
acontecimento;
ocorrência;
sucesso;
eventualidade.
Esqueçam os “acidentes” ou até os “incidentes” cardiovasculares, agora in é ter “eventos” cardiovasculares. Silly me, pensava que os tínhamos a toda a hora (pelo menos até termos um acidente cardiovascular). ![]()
Gosto dos cartoons do Andy Singer.

A semana passada fui à FCT buscar o certificado de conclusão do curso. Acho que tenho que lá voltar porque só trouxe o “certificado” mas penso que também terei pago a “carta de curso”. Não pedi o diploma porque custa um balúrdio, demora uns 3 anos a ser entregue e não serve absolutamente para nada. Mesmo isto que pedi, só um certificado, e com as disciplinas discriminadas, paguei cerca de 128 €. Glup! Tinha feito as contas e com o 18 que tive no último estágio, o “final”, dava pra ficar com 15 valores de nota de curso. Mas o curso de LQA sofreu uma restruturação há uns anos em que, entre outras coisas, alteraram o “valor” das disciplinas de “Unidades de Crédito” para ECTS. Só que isto foi um processo, tendo visto muitas disciplinas aparecerem com diferentes valores de ECTS “de dia para dia”. Pelos vistos os valores definitivos alteraram a ponderação das várias cadeiras e em vez do 15 fiquei com 14. Tem menos dignidade, mas paciência. Só quero esquecer aqueles anos. A nota já é irrelevante. Derreter os neurónios e matar sinapses e ficar com um 15 ou com um 14 no final de tanto sacrifício, empenho, e esforço estúpido e fútil é rigorosamente igual. Adiante.
Bom, o que motivou este post in the first place, foi a cena que presenciei logo ao chegar. No Departamental estava um tipo deitado no parapeito da janela, semi-apoiado no aparelho de ar condicionado, a arranjar este último… Espero que aquilo esteja bem seguro à parede!
Apanhado no Renas:
Ultimamente, por razões externas, a minha blogagem anda em baixo, mas há alturas em que me sinto assim. ![]()
lololol
Quem viu o vídeo da Daniela Cicarelli e do namorado a fazer sexo na praia - um vídeo famosíssimo e que correu mundo - vai perceber a beleza e piada deste “novo” vídeo, inspirado naquele:
Vejam até ao fim.
Muito bom, não é?
Ao contrário do que se poderia pensar, é uma questão de “nurture over nature” que leva ao estereótipo de “dão-se como cães e gatos”. A Cuca parece dar-se muito bem com a Ju, e ainda melhor com os bebés desta.
A propósito, alguém interessado em adoptar uma destas fuzzballs? Já démos um, vamos ficar com outro, faltam dar três.














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