Gostava de também ter direito a ver isto…
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Era para ter ido assistir ao colóquio: “Estratégias para a Implementação dos Modos Suaves de Transporte em Lisboa. A Bicicleta e o Peão: Instrumentos de uma Nova Mobilidade”. E tentei ir. Mas não vi com atenção o local e acabei por me perder na Ajuda, junto ao pólo da Universidade Técnica, a pedir direccions a uma prostituta desdentada, e a ficar apeada, de bicicleta (tive um problema num travão) no meio do que parecia ser uma zona de habitação social, e a ter putos ciganos todos andrajosos, com as mãos peganhentas e negras (um tinha a variante vermelha, como se tivesse estado a mexer em gelatina…) a tocarem na bicicleta enquanto perguntavam o que era cada peça em que tocavam (campainha, luzes, etc). E eu já a pensar que me iam fanar o meu meio de transporte e “menina dos meus olhos” e o que mais que apanhassem da minha mala…
Fui de comboio até Belém e depois subi aquela rua toda até lá acima ao jardim Botânico e mais acima… O percurso era assim:
Não é ultrajante? Ver idosos a encolherem-se pelo meio dos carros estacionados em cima dos passeios, pelos sinais de trânsito, postes, caixas de electricidade, esplanadas, vasos, publicidade, buracos, passeios não desnivelados,… Uma pessoa pensa mesmo que devia era andar de carro e pronto, que se lixe, que isto não é vida para ninguém… O carro ao menos tem amortecedores e as estradas mais ou menos desimpedidas. Chegando lá acima o piso da estrada e a largura dos passeios melhora, mas os carros estão no caminho à mesma. Engraçado como preferem ocupar o passeio a obstruir uma das duas faixas de rodagem para cada sentido da estrada…
A experiência deste dia (e de muitos outros dias) só mostra a pertinência das intenções do tal colóquio…
Bom, felizmente o Bruno andava por Lisboa e tinha levado o carro, pelo que enviei um pedido SOS e ele foi-me buscar.
Entretanto fui com ele gravar uma maquete para um programa na Rádio Zero do IST. Ele e mais outros convidados. Foi uma experiência gira.
Quando a conversa se tornava mais hermética (temas informáticos que eu já não captava) e as pernas exigiam movimento, fui dar uma volta pelo campus.
Vi que tinham 2 locais para estacionamento de bicicletas, um na entrada Norte:
Engraçado que muitas estavam presas ao gradeamento e não ao suporte (tal como eu faria). Na porta Sul estava outro suporte, mas com menos bicicletas (atenção que isto foi a uma 6ª-feira lá para as 18h-20h…):
Também havia um estacionamento próprio para motas, bastante concorrido:
No exterior, em frente à porta a Poente, havia outro, que não dava para as encomendas (muitas motas estavam no passeio):
Uma era uma MP3!
Uma coisa que me “impressionou” no campus do Técnico foi a sua dominação pelos carros. Tudo era estacionamento e até “estacionamentalizaram” os passeios. Um campus devia ser uma zona pedonal, as pessoas andam no meio da estrada de qualquer forma.
E isto é o Técnico, por isso até há lugares para “viaturas oficiais” (whatever that means):
E até vi um carro topo de gama a passar com um homem lá dentro com pose e pinta de milionário… Ainda bem que fui para a FCT-UNL, lá as pessoas parecem um pouco mais normais.
Também dei um giro pelo edifício principal, achei engraçado os corredores, o ar de escola antiga, os degraus em pedra com sulcos, gastos da quantidade enorme de gente que passou por eles ao longo de décadas.
Há aquele ar imponente das coisas com história.
Ah, e é probido fumar em todo o edifício!
Uma coisa inédita, enquanto fotografava o corredor e o hall, um segurança veio dizer-me que não podia tirar fotografias ali. Eu não me fiquei e, calmamente, fui rebatendo e questionando o que ele dizia. Afinal, não estava a fazer nada de mais e não havia sinal nenhum de proibição de fotografar (como há de fumar, por exemplo). Ele dizia que era do regulamento (que pedi para ver, dado que não estava afixado em lado nenhum visível), e depois que era de ordens superiores e tal. Às tantas desistitu e disse só que se alguém viesse falar comigo que o problema era meu. E eu, “ok!”.
Quando voltei ao estúdio, falei disso com o pessoal. Falámos sobre os direitos de autor, o copyright, os direitos de imagem, etc, histórias mirabolantes, and so on. Perguntei se alguém sabia se havia alguma ONG que lidasse com estes temas porque começam a ser prementes e quero fazer alguma coisa. O fundador da ANSOL (bolas, agora não me lembro do nome dele), disse que esta organização lida um bocado com isso, mas entretanto deu-me uma notícia quente, tinha acabado de ser constituída uma nova ONG para lidar especificamente com estas causas, a LED - Liberdade na Era Digital. Ainda está em desenvolvimento, mas tornar-me-ei sócia logo que seja possível.
Já agora, outra dica interessante dada pela mesma pessoa: a Torre do Tombo e a Biblioteca Nacional têm milhares de obras em domínio público acessíveis online! ![]()
«Qualquer papalvo e imbecil pensa que a internet é o instrumento mais democrático do mundo e é a coisa mais antidemocrática.»
Tozé Brito, administrador da Universal, em entrevista à revista Tabu, do jornal Sol de 18/08/2007.
Já não tenho pachorra para fazer comentários a estas alarvidades anti-internet, anti-downloads, anti-cultura,…
Epá, há castigos mesmo desumanos…
Até parece que ele matou alguém.
«Pirata «condenado» a usar Windows
Um americano que cumpriu pena de prisão por ter disponibilizado online um episódio da saga Star Wars antes da sua estreia nos cinemas terá agora que abandonar Linux e recorrer ao Windows se quiser usar o computador.
Scott McCausland, um antigo administrador de um servidor de torrents (ficheiros muito usados para pirataria na Internet), esteve preso cinco meses e cumpre agora outros tantos de prisão domiciliária.
A questão é que, durante este período, as autoridades vão monitorizar a actividade do seu computador pessoal. Mas a aplicação usada nestes casos pela justiça americana só pode ser instalada em Windows e McCausland é um utilizador de Linux.
McCausland já anunciou que vai contestar a medida, até porque o Windows tem que ser comprado e ele está desempregado (e, segundo diz, com poucas perspectivas de emprego devido à condenação).
O antigo pirata está, contudo, a recolher no seu site donativos para comprar o Windows XP ou Vista.»
Fonte: Público
Apanhado no Renas:
Ultimamente, por razões externas, a minha blogagem anda em baixo, mas há alturas em que me sinto assim. ![]()
[Via TED]
Juntem-se a mim no MapMyName Project! Vi isto no Fórum do David, é um projecto de um aluno da Universidade de Aveiro, e visa saber quantas pessoas utilizam a internet.
Ambicioso, não é? E giro!
O vídeo de apresentação que aparece logo em popup é este:
* Isto não devia ser “internetautas” em vez de “internautas”?
É ter as nossas fotos a serem úteis a alguém e a cumprirem um objectivo nobre.
Nesta apresentação:

Usaram algumas das minhas fotos da exposição do Programa Polis - Viver as Cidades, no Pavilhão de Portugal:


Muito fixe, não é?
Obrigada ao Mário Alves for letting me know. ![]()
A minha faculdade tinha um, o Boleias@FCT, mas não sei o que se passa com o site, tem estado inacessível… Agora descobri outro, o deboleia.com, com um âmbito mais vasto. Fixe, não é? Combinam-se boleias, rentabiliza-se o carro, poupam-se uns trocos, polui-se menos.
Abençoada internet.
Acho sempre muito interessante ver as estatísticas dos meus sites. As expressões que as pessoas pesquisam e que vêm cá dar. A mais recente, e que me chamou a atenção foi: “fotos dos condutores mais giros da carris“. Curioso… ![]()
No dia 9 de Abril descobri acidentalmente que uma empresa dinamarquesa estava a usar fotos minhas e do meu irmão no site deles, sem respeitar a licença Creative Commons sob a qual o material tinha sido publicado. Enviei um e-mail a explicar a situação e a solicitar que rectificassem a falta colocando informação do autor/fonte de cada foto ou removendo as fotos do site. Já estava a dar uma abébia com isto porque a licença exclui usos comerciais. Mas como o propósito era nobre (vender bicicletas, nomeadamente Mobikys) e não competia comigo, estava disposta a permitir o uso das minhas fotos, free of charge. A resposta foi rápida e indicativa de que a situação seria rectificada “ASAP”. Concordei com uma nota em rodapé. Até hoje continua tudo na mesma.
Vou enviar novo e-mail, espero que seja apenas esquecimento. Que falta de chá desta gente…
Mas este absoluto desconhecimento da etiqueta na web, do comportamento a ter relativamente ao material de terceiros, é widespread. Acho que as pessoas nem pensam nisso, quando usam uma foto de alguém para alguma coisa e não indicam a fonte. É uma falta de respeito de que elas parecem não se aperceber. Enfim…
Claro que isto não me fará deixar de colocar fotos online, nem mudar a licença nem impedir o download no Flickr (até porque há sempre o PrtScn).
A vantagem do YouTube é que qualquer pessoa pode pôr os vídeos embedded num site mas clicando vamos à fonte. Há umas semanas descobri também por acaso que o novo distribuidor da Mobiky em Itália tinha uns vídeos nossos embedded no site. Não há crise.
Ainda bem que estão a ser úteis. Não colidem connosco e a autoria está acessível. Não é fantástico o mundo da web? ![]()
I’ve just stumbled over a website that looks exactly like Mobiky’s! And one of their products‘ subsite mimics that of Genius‘…

I have no idea what is that language, so I can’t really try to find out more. I don’t know if both company’s used the same template (or webdesigner) and it’s all legal, or if one of them is a rip off…
It was strange, like another dimension. ![]()
Cybercriminals should be punished with forced labour under a very hot sun. I have all this sadistic ideas of what could be done to them.
They are scum. Even despite Akismet, I’ve been having a spam comment boom. The explosion in hits and visits comes from them too.

it’s only the 10th of March and I already have much more hits than in the previous month. Even taking into account the natural growth of the site’s traffic, this is abnormal.
Sick fucking bastards, that’s what they are. Screw’em!
Yeah, you got it, I’m pissed! ![]()

























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