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*sigh*

Às vezes é difícil evitar umas breves recaídas

Ousar

Ah, the story of my life… Aquela vontade de recuar, desistir, fugir… I get it all the time, with big things and “little” things. Mas há que vencer os medos, as inseguranças, as fraquezas e avançar! Nesse aspecto, eu “oiço vozes”, há outra Ana que me diz a toda a hora, “não sejas parva, go for it, rise above!”. I do have to be a bit crazy to be able to keep living in this world. ;-) Mas isto de estar sempre a “contrariar-me”, a forçar-me a ir na direcção oposta, a fazer aquilo que não me sinto capaz ou confortável a fazer, é cansativo. Mas aprendi que é algo que tenho que fazer se quero levar uma vida com sentido, ao longo da qual possa ir crescendo e enriquecendo-me de experiências fulfilling, com significado, que me transformem e me tornem em alguém que eu goste de ser e que se sinta confortável e minimamente segura na sua pele, e na sua vida.

Obrigada ao Mário por me enviar este vídeo. Gostei. :-)

Ecocentro IPEC

Enviaram-me o link por mail (obrigada solarq!):

Mais info aqui.

Cool! :-)

It’s all in your mind, for real

Epá isto é tão creepy… Percebo a cena como um brinquedo masturbatório altamente sofisticado. I get that. I’d probably digg it if I was a guy. Agora a ligação emocional, a fantasia além sexo… It blows my mind.

Será que este “fenómeno não ocorre com mulheres? Não há mercado para “bonecos reais”? O sexo nos homens está como a maternidade para as mulheres?…

Isto é fascinante…

Agora chega cá ao cinema o “Lars and the Real Girl“. Eu gostei. As coisas que as pessoas aceitam e fazem quando gostam de outras. :-)

For some people finding a partner in life can be difficult.. 10 years ago, a small factory in California began making alternative partners.

[Via]

The world is just awesome

[Via]

Tab clearing

O José Rodrigues dos Santos poupa água mas não recicla. Nada. É “muito complicado” e é o que as pessoas normais (não) fazem.

Reciclagem? Pois, isso não. Nem vidro, nem plástico, nem papel? Nada? «Não, não faço. Sou uma pessoa normal». Muitas pessoas normais reciclam. «A média do cidadão não recicla o lixo. É muito complicado. Um saco é azul, outro é não sei o quê, aquilo é uma confusão»

[Via]

É por ‘role models‘ destes que o mundo (e nós que nele vivemos!) anda a ficar exaurido e envenenado.

Este artista (mas este é mesmo um artista, o JRS é mais um ‘artista‘) incorpora a sensibilização/educação/advocay nas suas performances:

[Via]

Quem não gosta de ser uma “pessoa normal” (a.k.a. irresponsável, porca, negligente) aqui no concelho de Oeiras tem a vida dificultada. O município começou por ser pioneiro, exemplar até, neste campo; tínhamos ecopontos e recolha porta-a-porta (o sistema mais eficiente, mesmo economicamente). Em Julho de 2007 o princípio do fim foi decretado. Assumi que fosse em todo o concelho, mas havia sinais que indicavam outra realidade.

Estamos em 2008 e em Porto Salvo não há recolha porta-a-porta de reciclagem (nem do lixo normal, como há muitos outros locais, com contentores individuais para cada moradia ou prédio). Em Leceia aqui a 3 km continua a haver. Pelo menos teoricamente, pois umas semanas aparecem, noutras não, é conforme lhes apetece. Mas noutros locais do concelho o sistema porta-a-porta mantém-se. Ora, se eu pago os mesmo impostos que os outros, não deverei ter direito aos mesmos serviços e infrastruturas?… Será que só Barcarena e Porto Salvo foram negativamente discriminadas para este downgrade? Para quem não sabe, estas duas freguesias são os filhos bastardos do Isaltino Morais que faz questão de não fazer cá nada. Quando faz é servindo outros interesses externos…

Entretanto o governo está a estudar a hipótese de implementar a recolha porta-a-porta de fraldas descartáveis para as reciclar e impedir de se acumularem no ambiente (degradação leva 500 anos… e cada bebé implica várias toneladas de fraldas).

Nunca percebi a displicência com que as pessoas admitem, orgulhosas até, por vezes, que não reciclam. Para mim é como dizer que não se dão ao trabalho de usar a casa-de-banho e mijam e cagam onde calhar, porque o WC é muito complicado ou dá muito trabalho. Epá, desculpem lá, mas é mesmo assim. Eu sou péssima na questão da poupança de água. Bom, péssima não, para o padrão das “pessoas normais”, mas péssima para o meu padrão, pelo menos. Se confontada com isso eu tenho é que admitir e ficar envergonhada, e não ostentar orgulhosamente a minha própria estupidez, má educação e falta de sentido cívico.

As pessoas não se preocupam com o tipo e quantidade de embalagens que adquirem e como se desfazem delas, com os seus gastos de energia eléctrica em casa, no trabalho, nos transportes…

Tenho a sensação que para a imensa maioria de “pessoas normais” em Portugal todos os dias são “Energy Wasting Day“2…

[Via]

Entretanto encontrei algo que ajuda a perceber por que é que para, uma viagem, optar pela solução mais respeitadora do ambiente e mais agradável, o comboio, em vez do avião, sai mais caro ao consumidor… *sigh*

A propósito of all the fuss acerca da indisciplina e violência nas escolas despoletada pelo último incidente mediatizado, da miúda a medir forças com a professora por causa de um telemóvel, recomendo a leitura deste artigo. Não é o mesmo tema, mas tem subjacente as mesmas causas: crianças mal educadas, mal formadas, que se tornam adultos egocêntricos, tiranos, mimados, prepotentes, etc, etc.

este outro artigo é sobre a educação/ensino e trata de tentar responder à questão “porque é que os miúdos filandeses são tão espertos?”.

Entretanto estou muito lixada da vida porque perdi todas as minhas tabs do firefox depois de um upgrade menos suave. :-( Eram dezenas de cenas em stand-by. Damn it! Só não perdi estes links porque já os tinha num draft de post. Enfim, uma limpeza geral forçada. Mas já acumulei umas 10 tabs entretanto. Há hábitos difíceis de largar, ou pelo menos domar. :-P

Um bebé da talidomida

É brutal, não é?

Não vou dizer “olhem, como basta a força de vontade e blá blá blá, e que um deficiente pode levar uma vida normal e blá blá blá”. Aquele discurso do coitadinho ao contrário. O que distingue o Paulo dos outros não é a sua deficiência. Porque senão todos os deficientes seriam desta “estirpe”. O que o distingue é a sua personalidade, em muito moldada pela sua educação e, claro, pela forma como ele e a família reagiram à deficiência. O Paulo não é um deficiente extraordinário, é uma pessoa extraordinária, quer tenha sido por causa da deficiência com que se confrontou, quer tivesse sido por quaisquer outras dificuldades com que ele pudesse ter sido confrontado ao longo da vida.

A talidomida é uma molécula quiral, é como as nossas mãos, há uma esquerda e outra direita, enantiómeros, são imagens de espelho uma da outra. O problema dos bebés da talidomida ocorreu porque a produção da molécula, usada na altura como um medicamento para os enjoos, originava misturas racémicas (mãos direitas e esquerdas tudo ao molho), e as moléculas não eram separadas para serem comercializadas como medicamentos… O problema surgiu porque a talidomida não foi contra-indicada às grávidas, que a tomavam para combater os enjoos matinais. Ora, a forma “mão esquerda” era um tranquilizante poderoso mas a forma “mão direita” era capaz de perturbar o desenvolvimento fetal, resultando em deficiências graves nos recém-nascidos. Ao não retirar o enantiómero “mau” e não indicar a contra-indicação para a toma do medicamento por grávidas, criou-se uma geração de bebés da talidomida…

Cheating-offsetting

Brilliant!

Acho que a moda do carbono zero é uma coisa válida e interessante para coisas “inevitáveis”. Mas usar esse sistema para simplesmente continuarmos a levar o mesmo estilo de vida de overcomsumption do costume mas com a consciência tranquila, em vez de fazermos mudanças e melhorias nas nossas opções e consumos quotidianos, é uma hipocrisia. É realmente continuarmos a portar-nos mal pagando a outros para se portarem bem por nós. Ora, é difícil alguém se portar bem por si próprio e por outros. Se consegue, talvez não se esteja a portar assim tão bem só por si…

Cada vez gosto menos da nova trend verde e bio. Está a tornar-se politicamente correcta mas numa versão que é mais fantochada que outra coisa. Detesto gente que só passa a agir da forma correcta quando vê que aquilo lhe pode dar mais dinheiro, quando tinha informação e condições antes para o fazer e não fez. E o pior é que muitas vezes esse novo shift é mais aparência do que substância… :-(

Mas adiante, não acham a iniciativa destes gajos, excelente? :-D Eheheh, eu adorei! :-P

[Via]

Testemunha

Sabem que eu sou uma huge fan da TED. :-) Agora resolvi começar a ver os vídeos que tenho em atraso, começando por ordem cronológica, para não falhar nenhum. Acabei de ver este, que fala da Witness e do seu fundador, o músico Peter Gabriel. Como a justiça é um valor e um tema que me é caro, não posso deixar de divulgar:

A história das coisas

Tenho isto aberto numa das minhas 500 mil tabs há meses. Acho que foi um link indicado pelo Mário, mas não me recordo. The Story of Stuff:

From its extraction through sale, use and disposal, all the stuff in our lives affects communities at home and abroad, yet most of this is hidden from view. The Story of Stuff is a 20-minute, fast-paced, fact-filled look at the underside of our production and consumption patterns. The Story of Stuff exposes the connections between a huge number of environmental and social issues, and calls us together to create a more sustainable and just world. It’ll teach you something, it’ll make you laugh, and it just may change the way you look at all the stuff in your life forever.

Uns teasers muito elucidativos do que está aqui em questão:

O vídeo foi realizado pelo pessoal da FreeRangeStudios responsáveis por outras cenas fixes como a Meatrix, the Mouth Revolution, as Grocery Wars, e outras).

Publicidade de jeito ao transporte público colectivo

[Via]

Reborns

Se as bonecas são sinistras, que pensar de bebés falsos

Infelizmente os vídeos já foram retirados do YouTube, devia ter blogado logo, assim ainda viam. :-P

Acho estas cenas fascinantes. Desconcertantes…

Homofóbicos: “fighting something within”

Adolescentes inseguros quanto à sua sexualidade tornam-se homofóbicos, lutando contra algo que têm medo de ser. A ciência começa a confirmar as suspeitas naturais…

Encontrado no Devaneios Desintéricos via Renas.

“Live long enough to find the right one”

Uma amiga enviou-me isto por mail e encontrei no YouTube. A versão hetero:

E a versão homo masculina:

Achei engraçado. :-)

“Nunca pensei nisso”

Eu tentei, eu tentei escrever um comentário a isto… Mas, epá, é tão mau e tão típico e tão revelador das incoerências e contradições destes gajos que,… desisti.

Faz lembrar o Marcelo, durante a campanha do referendo à lei do aborto.

I’m just here because God called me“. Será que lhe ligou pró telemóvel?