Pelo menos é o previsto!
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Não percam o ciclo-evento do ano em Porto Salvo, o Café Vélo!!
Este Sábado, das 15h às 20h, na Doce Lima.
A liberdade de religião parece ser uma liberdade de pensamento, crença e expressão específica. No entanto é perniciosa, mesmo que não na letra da lei, ao subentender que este pensamento/crença/expressão não pode ser criticada ou ridicularizada como qualquer outra (astrologia, vegeterianismo, poligamia, whatever). E pior, parece subentender que essa liberdade de religião anula os direitos associados à liberdade de não-religião.
Bom, esta pequena intro só para assinalar esta marcha dos ateus e agnósticos na Polónia, terra do Papa João Paulo II.
Não pude ir à MC, mas ainda deu para dar um salto a Santos:
A pedido do Ricardo, fiz de fotógrafa oficial do evento. Por alguma razão ando sempre com a máquina na mala.
Vejam as fotos aqui.
A loja está bonita, e é de assinalar o seu carácter pioneiro e único em Lisboa! Uma loja de bicicletas para uso urbano, sem tocar na vertente desportiva. Agora apareçam lá e comprem coisas. E depois, andem de bicicleta!
Em Lisboa apareçam no Marquês de Pombal pelas 18h (partida cerca das 18h30), para uma volta pela cidade, à hora de ponta, no meio de transporte mais eficiente no meio urbano (além de saudável, económico, convivial, etc, etc): a bicicleta.

Venham integrar a Massa Crítica de Outubro!
Sei que é o precedente aberto em Setembro é difícil de manter e superar, mas podemos tentar! E amanhã é dia das Bruxas, pelo que podem juntar-se ao grupo (meio secreto) que planeia ir mascarado à boa maneira do Halloween!
Não se esqueçam das luzes!! A hora mudou e o Inverno aproxima-se, as Bicicletas já acontecem de noite nesta altura, e sermos vistos é fundamental.
Às 21h30 é a inauguração da nova loja de bicicletas Ciclone, do Ricardo, pelo que pode ser realmente uma noite dedicada às bicicletas.
Com as devidas diferenças de escala, isto faz-me lembrar o Chiado à hora de ponta:
Aqui fica um relato do Park(ing) Day, uma iniciativa de que tive conhecimento há alguns anos e que sempre sonhei fazer acontecer aqui em Portugal. Ver muitas daquelas fotos e daqueles parques tão lindos dá-me uma esperança renovada num futuro diferente, mais verde, mais human-friendly, e adoraria vê-la infiltrar-se e crescer aqui por terras lusas (que bem precisam!).
Essa oportunidade ainda não se proporcionou, mas já houve pelo menos umas 3 iniciativas do género, de que eu tenha conhecimento. Uma relacionada com bicicletas, no Porto, na prática foi usar um lugar de estacionamento automóvel para o ocupar com bicicletas. Uma associada a uma campanha da Ben & Jerry’s, e uma Park(ing) Day em 2009, pelos Cidadãos por Lisboa. Foto cortesia do Miguel:

Também gosto do efeito de plantar árvores no alcatrão:
Sempre dá um efeito de acalmia de tráfego mais interessante: dos carros, em vez dos peões, como acontece actualmente com as árvores que temos nos passeios.
Ontem comemorou-se o primeiro aniversário do colectivo Ciclo-Via.org, em Linda-a-Velha.
O Bruno levou a fixie dele, para o jogo de bike polo. Foi um stress porque só na estação, depois de comprados os bilhetes (e já demasiado atrasados para irmos pela Marginal, a pedalar) é que nos lembrámos que as regras dizem que só é permitida uma bicicleta por cliente nos comboios da CP. E depois há que enfiar 3 bicicletas, 2 das quais mais volumosas que o normal, no fim da última carruagem, e rezar para que não esteja ninguém a ocupar essa zona. O embarque em Paço de Arcos foi complicado, ia ficando em terra, o revisor não percebeu que a terceira bicicleta era minha e ia fechar as portas. Depois falou connosco lá dentro a explicar.
Sair em Algés foi pacífico. O comboio ia quase vazio. A Marginal estava cheia de gente a correr, com t-shirts azuis, era o dia da Corrida do Tejo. Via-se bem também pela quantidade de carros estacionados selvaticamente do lado do rio… Bom, anyway, depois foi só voltar a colocar a fixie a reboque da Xtracycle, sair da estação e pedalar até ao ringue:
O pessoal já lá estava quase todo quando chegámos. Uma concentração de bicicletas.
Reparámos na nova lona da Ciclo-Via.org, um upgrade muito fixe!
O Gonçalo levou o seu reboque DIY para a Cicloficina Móvel. Neste caso estava a servir de tabuleiro das bebidas.
O pessoal das fixies de Paço de Arcos (da Rcicla) apareceu para emprestar os sticks e outro material para o jogo de bike polo, dar-nos umas dicas e jogar. Aqui o Kiko no briefing inicial:
Depois foi começar a jogar.
Ainda não foi desta que experimentei, contudo. Mas mais jogos virão.
Houve trabalho de Cicloficina, também, como a substituição da lança do trike do Hernâni (um KMX Cobra), que estava torta, e uma tentativa infrutífera de recuperar a roda (muito) empenada da bicicleta da Leila.
Claro que nestes encontros o pessoal conversa muito sobre bicicletas, e aproveita-se sempre para trocar experiências, nomeadamente test rides. Afinal, havia triciclos reclinados, fixies, longtails e Long Johns in da house!
O Steffen, da Cargobix, estava em Lisboa e eu convidei-o para aparecer, afinal, não é todos os dias que se pode ver uma Bullit ao vivo e a cores.
E experimentá-la, claro:
Bom, no final voltámos para Algés, para apanhar boleia do comboio.
Mas desta vez o Bruno inovou, para tornar o processo de embarque mais rápido e seguro:
E funcionou!
A Xtracycle (e o meu namorado) rules!
O resto das fotos e vídeos está aqui.
Podem ler também o relato do Enzo aqui, e o do Gonçalo aqui.
Recebi hoje um mail a anunciar, um bocado em cima, mas vá lá. É dia 30 de Outubro, novamente em Cascais, a 3ª edição do Congresso de Empreendedorismo Social (em 2008 criaram até um instituto). Gostei de ir à 1ª edição, em 2007, é um tema que me interessa muito (aliás, faz sentido algum outro empreendedorismo que não o social?…). Contudo, e à semelhança da edição do ano passado, o valor da inscrição leva-me a passar a oportunidade. Quem tenha as finanças mais saudáveis, e também ache que pode mudar o mundo, inscreva-se.
Convidados:
* Nunes da Silva, professor catedrático do IST, especialista em mobilidade e que ocupa o 8º lugar à Câmara na candidatura “Unir Lisboa / PS”
* António Carlos Monteiro, Deputado à AR pelo CDS-PP no distrito de Lisboa, foi Presidente da EMEL entre 2002 e 2005 e foi ainda Vereador da CML com o pelouro do Transito e do Espaço Público. Ocupa o 4º lugar na candidatura à Câmara pela lista “Lisboa com Sentido”
* Carlos Moura, Engenheiro do Ambiente, Ex-Dirigente da Quercus e 4º candidato à Câmara pelas listas da CDU
* Heitor de Sousa, Economista na Carris, Deputado Municipal em Lisboa e recém eleito Deputado à AR pelo BE no distrito de Leiria. É o nº2 à lista da Assembleia Municipal pelo BE
Moderador: o jornalista José Vitor Malheiros.
QUEM DEVE APARECER?
Toda a gente, salvo talvez os acamados.
Quem anda a pé, basicamente, quem sai à rua.
Isso inclui quem também anda de carro, de bicicleta, ou de transportes públicos. Inclui os pais com filhos pequenos a transportar em carrinhos, inclui todas as pessoas com mobilidade condicionada (idosos, doentes, deficientes, etc), inclui os viajantes com as suas malas com rodinhas, e inclui os “compradores” com os seus trolleys, e inclui quem se preocupa com eles, os seus familiares, amigos e colegas.
Devem ainda aparecer os comerciantes e os operadores de transportes públicos, pois são dois grupos fortemente afectados pelas condições de acessibilidade pedonal que, a existirem e a serem boas, potenciam fortemente as suas actividades e o seu sucesso comercial e social.
Apareçam, convidem amigos, e ajudem a DIVULGAR!
O Passeio Livre está na rede!
Postem, retweetem, e-mailem, facebookem, whatever!
Aqui fica a papinha toda feita, é só copiar este código em html e publicar:
<p>É já<a href="http://passeiolivre.blogspot.com/2009/09/passeio-livre-em-debate.html"> esta 4ª-feira, dia <strong>30 de Setembro</strong>, às <strong>18h</strong> no <strong>Cinema S. Jorge</strong>, que se vai discutir com os principais candidatos à Câmara Municipal as condições dos peões em Lisboa</a>.</p>
<p><strong>Convidados:</strong></p>
<p>* <strong>Nunes da Silva</strong>, professor catedrático do IST, especialista em mobilidade e que ocupa o 8º lugar à Câmara na candidatura “<strong>Unir Lisboa / PS</strong>”</p>
<p>* <strong>António Carlos Monteiro</strong>, Deputado à AR pelo CDS-PP no distrito de Lisboa, foi Presidente da EMEL entre 2002 e 2005 e foi ainda Vereador da CML com o pelouro do Transito e do Espaço Público. Ocupa o 4º lugar na candidatura à Câmara pela lista “<strong>Lisboa com Sentido</strong>”</p>
<p>* <strong>Carlos Moura</strong>, Engenheiro do Ambiente, Ex-Dirigente da Quercus e 4º candidato à Câmara pelas listas da <strong>CDU</strong></p>
<p>* <strong>Heitor de Sousa</strong>, Economista na Carris, Deputado Municipal em Lisboa e recém eleito Deputado à AR pelo BE no distrito de Leiria. É o nº2 à lista da Assembleia Municipal pelo <strong>BE</p>
<p><strong>Moderador</strong>: o jornalista José Vitor Malheiros.</p>
<p><strong>QUEM DEVE APARECER?</strong></p>
<p>Toda a gente, salvo talvez os acamados.
Quem anda a pé, basicamente, quem sai à rua.
<p>Isso inclui quem também anda de carro, de bicicleta, ou de transportes públicos. Inclui os pais com filhos pequenos a transportar em carrinhos, inclui todas as pessoas com mobilidade condicionada (idosos, doentes, deficientes, etc), inclui os viajantes com as suas malas com rodinhas, e inclui os "compradores" com os seus <em>trolleys</em>, e inclui quem se preocupa com eles, os seus familiares, amigos e colegas.</p>
<p>Devem ainda aparecer os <strong>comerciantes</strong> e os <strong>operadores de transportes públicos</strong>, pois são dois grupos fortemente afectados pelas condições de acessibilidade pedonal que, a existirem e a serem boas, potenciam fortemente as suas actividades e o seu sucesso comercial e social.</p>
<p><strong>Apareçam, convidem amigos, e ajudem a DIVULGAR!</strong></p>
<p>O <strong>Passeio Livre</strong> está na rede!</p>
<ul> <li><a href="http://passeiolivre.blogspot.com">Blog</a> (o anúncio do Debate está <a href="http://passeiolivre.blogspot.com/2009/09/passeio-livre-em-debate.html">aqui</a>)</li>
<li><a href="http://www.facebook.com/passeiolivre?ref=ss">Facebook</a> (e este evento está <a href="http://www.facebook.com/event.php?eid=135713988405">aqui</a>)</li>
<li><a href="http://twitter.com/passeiolivre">Twitter</a></li></ul>
<p><em>Postem</em>, <em>retweetem</em>, <em>e-mailem</em>, <em>facebookem</em>, whatever!
</p>
Há 6 anos que um grupo flutuante de gente “maluca” mantém a tradição instalada da Massa Crítica, a.k.a. Bicicletada, em Portugal. A primeira cidade a aderir foi Lisboa, e amanhã, última 6ª-feira de Setembro, comemora-se mais um aniversário. E desta vez a coisa é mesmo à séria, com Festa organizada e tudo.

Por isso não se esqueçam, amanhã peguem na bicicleta e apareçam no Marquês de Pombal às 18h para, depois de se pôr a conversa em dia, arrancarmos às 18h30 rumo ao desconhecido!
Bom, o percurso ainda é realmente uma incógnita, na boa filosofia de coincidência organizada da MC, mas a cidade percorrida em bicicleta torna-se cada vez mais conhecida.
Será mais uma bela viagem de bicicleta pela cidade, aconchegados na “segurança dos números”. Depois disso (a volta toda costuma demorar à volta de hora e meia, a duas horas e meia) o pessoal reúne-se em Alfama, no Centro Cultural Magalhães Lima para festa com música, comes & bebes, e muita ciclo-conversa, espero, a partir das 21h!
Nota: ir de bicicleta ou participar previamente na Massa Crítica não é pré-requisito para ir à Festa Crítica!!
Lembram-se da última? Pois hoje há mais, às 14h30 na Praça do Município, esta parte do programa do Bicycle Film Festival de Lisboa, a decorrer até Domingo. Não faltem!
Fantástico!
E há gente a querer repetir a ideia em Portugal! Eu já me alistei no grupo de Oeiras. Não fiquem a olhar, participem!
Pois é, já foi há 2 semanas e ainda não bloguei sobre isto. Pensava que Julho ia ser uma pasmaceira mas enganei-me, o tempo livre tem escasseado.
Gostei muito da experiência.
Não foi a minha primeira Alleycat Race pois não participei nela, apenas colaborei na organização, tratando do site, fazendo alguma divulgação e mandando uns bitaites de feedback ao masterplanner da coisa, o Ricardo.
O Bruno criou o material gráfico, e assegurou a sessão da Cicloficina que consistiu num Task Checkpoint da Alleycat, enquanto o Ricardo andava pelos outros Checkpoints a controlar e a dar apoio.
Muitos participantes chegaram bastante antes da hora!
Fez-se sala conversando, observando as bicicletas que iam chegando, como a do Pedro, uma bicicleta antiga do exército suiço que pesava “toneladas”.
Entretanto foram chegando os restantes, e antes do início da corrida fez-se um briefing.
A cada participante foi atribuída à sorte uma carta de um baralho para servir de identificação de cada rider. Esta carta foi colocada presa nos raios da roda dianteira de cada bicicleta, juntamente com um outro spoke card alusivo a esta Alleycat Race.
Até pouco antes do início estava céu nublado e um tempo abafado, e entretanto começou a chover. E choveu bem, até, mas ninguém desmobilizou nem desmoralizou! Com impermeáveis ou sem eles, de calças ou calções, ninguém se importou muito com a chuva.
As bicicletas ficaram num sítio e os respectivos donos concentraram-se noutro.
De uma forma bastante atípica na cultura lusa, a corrida teve início à hora prevista, estavam todos ansiosos por começar.
Quando o Ricardo deu a partida correram todos para as bicicletas, uns arrancaram mais cedo, a maioria ficou mais uns minutos ali a analisar o mapa e delinear estratégias.
Acabaram por se formar grupos que funcionaram em equipa.
Após ajudar na partida e depois de documentar a mesma, fui ter à Cicloficina, por onde todos tinham que passar para encher pneus, um ponto de controlo com tarefa.
Também aqui choveu, o que ajuda a explicar que, além do João, que apareceu para montar uma roda de um kit de assistência eléctrica, a única freguesia forma mesmo os riders da Alleycat.
Fiquei, penso que ficámos todos, bastante surpreendidos pela afluência de participantes (27), e foi com agrado que vimos aparecer vários tipos de bicicletas, algumas pessoas mais velhas, e 5 firmes representantes do género feminino!
Enquanto fotografava e filmava, antes e durante a partida, senti-me como no 1º BiciCamp. Senti-me mesmo bem por ter contribuído para que aquilo acontecesse e fiquei muito contente por ver pessoas a aderir, muitos deles pessoas que eu nunca tinha visto nos “círculos” habituais de ciclo-culto-activistas.
O final da corrida foi em Benfica nas instalações da Muzzak, que gentilmente abriu as suas portas para receber os participantes.
Todos aguardavam os resultados.
A tabela (e o mapa, etc) pode ser consultada n’o Bicicultura.org. O Ricardo anunciou com a devida pompa os 3 primeiros do ranking:
Depois o pessoal ainda ficou por ali um bocado, na conversa.
A bike-geek que há em mim não pôde deixar de notar que estava um Zigo in the room! Em Portugal! Claro que pedi ao dono para me deixar dar uma volta, como até já nos conhecíamos e tal ainda consegui que me emprestasse também os sobrinhos para tornar o test ride mais “real”.
Tem muito bom aspecto, e às muito baixas velocidades a que andei, pareceu-me fixe, à parte a brecagem, que nos obriga a desmontar e virar à mão se quisermos inverter o sentido de marcha (não deve ser um problema nas curvas normais do caminho). Troquei então impressões com o Samuel, o dono da Corrente Paralela, a empresa que está a iniciar a comercialização deste veículo por terras lusas, e que começou por importar as famosas Brompton.
Foi uma tarde bem passada.
Podem ver o resto das fotos aqui.
Logo que possível, a ver se editamos o vídeo para compôr a coisa.
Hoje é dia de Massa Crítica. Peguem na bicicleta e apareçam no Marquês, em Lisboa, até às 18h30, hora do arranque.
A Massa Crítica, para quem não sabe, é uma volta pela cidade, à tradicional hora de ponta da última 6ª-feira de cada mês, em bicicleta (ou outros veículos movidos a energia humana), com carácter de celebração do uso da bicicleta. Não pretende ser de antagonização dos outros utentes da estrada, nem pretende ser anti-carro, é apenas pró-bicicleta (e andar a pé e de transportes públicos…). Apenas procura mostrar que a bicicleta é uma opção interessante, válida, divertida, amiga do ambiente, convivial, agradável e ao alcance de muita gente.
A Massa Crítica é aquilo que quem nela participa fizer dela, em cada edição. Se só aparecerem crianças a imagem que passará será a de um evento infantil, se só aparecerem betos, será uma cena de betos, se só aparecerem hippies será um evento hippie, etc. Se só aparecerem pessoas numa mentalidade de confrontação e anti-carro, será essa a vibe dessa bicicletada. Por isso é importante participar, quanto mais diversa e heterogéna for a Massa Crítica mais eficaz será em transmitir a ideia de que a bicicleta é para todos. Não há percursos pré-definidos, tudo é decidido na hora. É como se fosse um grupo a ir de carro para um casamento, por exemplo. Não é desporto, nem sequer é uma manifestação política tradicional. É apenas um grupo de pessoas a deslocar-se para um sítio, de bicicleta.
E no Domingo há uma Alleycat Race em Lisboa! É uma espécie de peddy-paper em bicicleta.
E a Cicloficina de Junho coincidirá parcialmente com a corrida (foi adiada justamente para isso, pois vai ser um dos checkpoints da Alleycat).
Na Cicloficina é possível obter alguma ajuda a resolver pequenos problemas na bicicleta (afinar travões e mudanças, apertar parafusos, montar peças ou acessórios, etc), e aprender a fazê-lo.
Não vou poder ir à MC hoje
, mas estarei na Alleycat Race, visto eu e o Bruno (que estará na Cicloficina) estarmos a ajudar o Ricardo na organização.
Divulguem estes eventos ciclo-culturais, participem e levem amigos!
Um prenúncio de Verão:
Foi solarenga e participada, com umas 56 pessoas, incluindo uma criança de 9 anos na sua própria bicicleta e outra de quase 4 numa cadeirinha na bicicleta do pai.
Ponto de encontro no Marquês de Pombal e saída para a respectiva rotunda, como habitual:
Umas voltas à rotunda antes de tomarmos a saída…
E lá começámos por subir a Av. Fontes Pereira de Melo:
Onde vi uma paragem transformada em ferramenta publicitária:
Depois continuámos pela Av. da República:
Houve corking em alguns cruzamentos semaforizados, mas não em todos.
Quando houve, o grupo nem sempre passou coeso, em bloco, o que levou a apitadelas de motoristas, porque não percebiam o porquê de se fazer aquilo.
Fomos até ao Campo Pequeno e voltámos depois para a Av. de Berna, e depois demos a volta pela Praça de Espanha:
Seguimos depois pela Av. António Augusto de Aguiar, depois a Alameda Cardeal Cerejeira, no topo do Parque Eduardo VII, e virámos para baixo pela R. Castilho:
Passámos mais umas ruas de que não me recordo o nome, e antes do último troço, numa subida em empedrado, com alcatrão irregular e carris de eléctrico e com trânsito pára-arranca (uf!), ficámos para trás para uma operação de rebocagem.
A Ava estava um bocado cansada depois de tanta pedalada (Massa Crítica e antes o “bike to school day” mensal) e então apanhou boleia na Xtracycle do Bruno (a situação fora prevista e por isso levaram-se os Footsies e o stoker bar).
A meu cargo ficou a rebocagem da bicicleta dela. O Bruno já tinha feito aquilo várias vezes, mas para mim foi a primeira.
É tricky mas faz-se.
Continuámos e descemos até à R. de S. Pedro de Alcântara, e até ao Chiado, um troço difícil pelo mau estado do piso, pelos carris e pelos carros estacionados.
Mas safámo-nos bem, incólumes, e chegámos finalmente ao final, no Largo de Camões, no Chiado.
Estas e outras fotos aqui.
O Alexandre Páris tem mais fotos (e bem melhores) aqui (via site da MC).



































































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