A love great enough to make the grief of loosing it a risk worthwile

I’m a sucker for love stories. I’m easily touched by those sentimental, dramatic, beautiful, suffered love stories. Impossible love affairs. Sweep-you-off-your-feet style things. Soul-mates kind of encounters. I also really like the happy-normal couple’s special love stories, although these are not so great as book, song or movie themes, they are a little treasure that those other novel-like stories make easier to appreciate and value.

In a world of so much randomness, I find comfort in my faith in love, and more importantly in my faith in the ability of people to love.

I think love is something you grow. I think love is something you “think”, and not just something you “feel”. I think love is built, and can be demolished just like a house, slowly through the years, when the little cracks and signs of wear don’t get taken care of, or swiftly and suddenly when something stronger than it can sustain sweeps by it, hurricane or fire like.

Lately, as I’ve been getting older and reaching the end of my 20’s, I’ve been getting more and more conscious of something rather new. The thing with getting older, extending your own history, buiding things, and relationships, is that the more and better you have, and the better and more likely the pospects feel, the more afraid you start to feel of loosing it. If in the past I worried that I would never find love with someone, that I would never get my health back, that I would never find something to feel driven by professionaly (and otherwise), and so on, when I’m at that point, finally, I start to feel anguished at the thought of loosing it, like, you know, “now that I was finally enjoying it, something comes and fucks it up?”.

When you have nothing you feel like shit. You want to have what you see others having (and enjoying). Or you want what you see others are not having, but you hope you can somehow, someday, have. Then you have it and you like it and you want more (intensity or time of it). And as you get what you want you become more and more self-conscious of how fucking lucky you are in this almost 7 billion people world of ours. And then you’ll start dragging around with you this little dark, heavy shadow that constantly reminds you that good things don’t last forever (for the same reason that bad ones don’t do either). But then you think that there are always exceptions to make the rule. What if you are that exception? And if so, will you be it regardless of if or how you try or not?

For a long time I felt something like the “last of the mohicans”, like there’s no one else left (or in sight) from my tribe. It’s such an overwhelming, completely shattering feeling it brings tears to my eyes just remembering those years. A soul consuming feeling of having no future, and of having no one that shares your past. Now I sometimes shudder just thinking of loosing that person. It would feel like watching and feeling having your heart ripped off your chest, beating.

Some people argue that (“true”?) love is a vicious thing, something to avoid because of all the misery it can (or will, definitely, eventually) bring you. So they constantly run away from it, or just settle with the most convenient ersatz at hand (“fake” love?) fooling themselves there will never be anything truly better to look for. I have never supported such views. Pain is very much measured against a kind of moving referential. I never felt willing to settle. If “true” love can really bring down on you so much heartache, grief, pain, it must be because it can also bring you something simply… awsome. Something so extraordinary, so amazingly fulfilling that its withdrawal can leave you feeling at such a profound loss it becomes almost unbearable. Like if what you had was so special, so hard to find, so unique, so lengthy to built that nothing will ever replace it, something that makes experiencing life without it feel like a brutal downgrade, like an ex-cocaine addict trying to enjoy sex or other ehxilarating things of human life and feeling that not even those compare slightly with life on cocaine rushes.

I always wanted, I hoped, to experience something great enough to change me, to take me wonderful places I would not go alone, to lead me to do things I never felt capable of, to fulfill me in a way I would be awakened to a new world of possibilities, of wonder, of dreaming, of peace. Some people find purpose in fairy tales, I found purpose in love.

This is a public re-declaration of my love and commitment to the love of my life, Bruno, today, on our 9th anniversary of togetherness. :-) Despite everything else going on, all the bad stuff, the self-doubt, the weakness, the despair, the hopelessness, the many failures and frustrations, the last 9 years have been the best years of my life. Good enough to completely overshadow the lousy previous 20. Just because you were part of it. You keep pulling me away from the darkness, you make me want to chase and enjoy the sun, with you. And hence you make and keep me happy, you, “the only who’s ever known who I am, who I’m not and who I wanna be”. Sweetheart, I love you.

Amanhã há Cicloficina no Largo Camões, em Lisboa

Pelo menos é o previsto! :-)

“Substance dualism” e religião

O Bruno encontrou estes vídeos. São interessantes:

Bicicooltura em Porto Salvo!

Não percam o ciclo-evento do ano em Porto Salvo, o Café Vélo!! :-D Este Sábado, das 15h às 20h, na Doce Lima.

Café Vélo by Cenas a Pedal

A solução nunca pode ser mudar de sistema…

… apenas se pode mudar o sistema.

So true

Analisar ciclovias

Em Maio eu e o Bruno fizémo-nos à estrada, em bicicleta, daqui de Porto Salvo até Lisboa, para irmos conhecer algumas ciclovias que estavam a ser finalizadas ou estavam já concluídas. E gravámos vários troços da viagem, incluindo um comparativo ciclovia vs. estrada no troço Monsanto-Campolide. Claro que, para não variar, esses vídeos ficaram em águas de bacalhau porque não temos tempo para os editar e transformar em algo útil. Ou mesmo que simplesmente giro. :-)

Há cerca de uma semana fui repescá-lo, o Bruno editou-o e publicou-o no YouTube, para servir de case study numa discussão sobre ciclovias na mailing-list da MUBi. Como a conversa morreu após o meu último (e mais gráfico) e-mail, resolvi não o deixar enterrado, talvez assim encontre terrenos mais férteis de discussão e debate…

Experiência tosca (única e não-científica) de avaliação comparativa da ciclovia Monsanto-Campolide:

De todo o percurso patente no vídeo, foquemo-nos na rotunda:

rotundacampolide2

Um ponto de conflito é um ponto onde diferentes fluxos de tráfego se cruzam, logo, que introduzem obstáculos no percurso, diminuindo a velocidade média da viagem, e são um foco potencial de acidentes.

Os pontos vermelhos e azuis escuros são pontos de conflito muito óbvios e localizados, e onde o ciclista é que tem que ceder passagem. De notar que o 4º ponto azul, dentro da rotunda, é um potencial ponto de conflito um pouco mais difuso (quem entra na rotunda tem que ceder passagem ao ciclista, mas uma vez dentro da rotunda o ciclista tem que ceder passagem ao mudar da via da esquerda para a da direita, para sair da rotunda).

Os pontos rosa são pontos de conflito envolvendo peões, e onde o ciclista deve ceder passagem aos peões (passadeira e passeio).

Quanto à escolha do traçado na rotunda, acho esta imagem interessante, mas claro que discutir isto sem a participação de quem desenhou e de quem implementou as coisas é sempre pobre. Há condicionantes e opções que tiveram que ser tomadas e que ajudarão a explicar e/ou justificar algumas coisas e que nós desconhecemos.

Voltando ao percurso completo, façamos a comparação para a ligação dos mesmos 2 pontos. Volto a enfatizar que não, isto não pretendeu ser uma experiência científica, é apenas um teste tosco. Mas acho que dá para ilustrar pontos importantes.

CICLOVIA vs. ESTRADA:

  • Tempo: ~3 min vs. ~2 min
  • Distância: não medimos, mas o percurso pela ciclovia é cerca de 100 metros mais longo
  • Pontos de conflito: 10+3 vs. 8+2

Ou seja, imaginem que querem usar a bicicleta para ir para o trabalho, ou outro sítio num contexto em que a velocidade é mais importante do que a fruição da experiência da viagem em si. Usando estes valores poderíamos ter algo como 30 minutos pela ciclovia e 20 minutos pela estrada. O que significa que, optando pela ciclovia, a pessoa gasta MAIS tempo na viagem para supostamente circular em maior segurança mas na realidade está MAIS exposta ao risco de acidentes do que se fosse na estrada. De notar que uma ciclovia no passeio aumenta ainda o risco a que os peões estão expostos ao circular no mesmo.

Contudo o que muita gente defende é que não interessa se estamos a colocar as pessoas numa situação efectivamente MAIS perigosa desde que elas se sintam mais seguras. Ou seja, acham bem criar uma espécie de ratoeiras para ciclistas (aumentando a segurança subjectiva enquanto diminuem a segurança objectiva).

Não se esqueçam que as ciclovias são (ou poderão ser) criadas com (entre outras) a intenção de atrair ciclistas de qualquer nível de aptidão. A ideia é baixar o nível de exigência nas competências do ciclista para ele poder navegar na cidade e assim usar a bicicleta quando antes não o faria porque se sentiria mal preparado ou vulnerável para navegar na rede viária normal. O problema, grave, é que a navegação nas ciclovias exige MAIS aptidão, e não menos, porque estas tornam o sistema viário mais complexo, e multiplicam os pontos a que os condutores (de bicicletas e de automóveis) e os peões têm que prestar atenção, o que multiplica as oportunidades para as coisas correrem mal.

E a pergunta que interessa aqui é: “o que é que eu faria diferente?“. Pelo menos para que fosse possível continuar a incentivar pessoas sem formação e/ou sem capacidade para usarem a rede viária normal a optarem pela bicicleta.

Há pelo menos duas coisas fundamentais que me ocorrem agora:

    1) reduzir o número de pontos de conflito.

    O exemplo dado na foto do “Detesto a minha burra” faz justamente isso na rotunda.

    2) aumentar a segurança do ciclista ao passar por cada um desses pontos.

    Isto implica tratar esses cruzamentos de modo a obrigar quem circula na rede viária a ceder SEMPRE a passagem a quem circula na ciclovia (no caso português isso implica sinalização vertical dado que nem quando se apresentam pela direita os ciclistas têm prioridade na passagem pois são discriminados negativamente no Art. 32 do CE). E faria a ciclovia nivelada com a estrada, para vincar que se trata de um cruzamento de 2 vias e não um atravessamento de 1). Se calhar, para reforçar essa sinalização e proteger ainda mais o ciclista, até faria com que a ciclovia fosse sobreelevada ao longo dos cruzamentos. Isto tornaria a deslocação do ciclista confortável, facilitar-lhe ia a tarefa de ver e ser visto, e funcionaria como uma lomba de acalmia de tráfego para obrigar os condutores de automóveis a abrandar dando-lhes tempo para ver os ciclistas a aproximarem-se e para parar.

Mas este tipo de ciclovia se calhar não interessa a muita gente, porque diminuiria efectivamente a competitividade do automóvel na mesma medida em que aumentaria a da bicicleta (a sinalização só prejudicaria o fluxo automóvel quando houvesse ciclistas, pelo que se houver poucos não afecta muito, e se houver muitos, bom, também têm direito a passar a a chegar depressa onde querem; já as ciclovias sobreelevadas em lomba já prejudicam o fluxo automóvel mesmo quando não há ciclista a passar…). E esta ciclovia conseguiria fazer isto oferecendo benefícios reais ao ciclistas em termos de segurança, conforto e eficiência e não o contrário.

Será que isto não aumentaria a massa crítica de ciclistas?

Será que isto não aumentaria o shift modal do automóvel para a bicicleta (em vez de ser essencialmente dos TP e do andar a pé)?

E os custos de construir uma ciclovia assim não serão muito superiores ao de construir uma ciclovia como as que temos, presumo. Nem demoraria muito mais tempo.

Claro que os novos ciclistas atraídos para a bicicleta continuariam a não saber conduzir fora das ciclovias nas estradas e ruas não “traffic calmed“, o que numa cidade sem muito espaço nas ruas para ciclovias e sem dinheiro para luxos é um ponto relevante, parece-me.

É nossa responsabilidade enquanto ciclistas ter um olhar crítico e uma voz audível e construtiva na avaliação das infraestruturas construídas em nosso nome e supostamente para nos servir. Para isso temos que estudar, pensar, conversar, debater. Até o cérebro doer.

Agora vejam outros vídeos comentados, mas da Holanda.

Este post não é sobre as ciclovias de Lisboa, é sobre as ciclovias de Portugal, apenas escolhi este exemplo porque era aquele para o qual até tinha um vídeo. Mas os resultados não seriam muito diferentes se isto fosse replicado a outras ciclovias por aí.

Centro urbano com e sem carros

Por cá gostamos muito de copiar os holandeses e as suas ciclovias, mas esquecemo-nos de tudo o que está à volta.

Aqui um “antes & depois” que poderíamos e deveríamos ver por cá:

Food Inc

Vejam.

Caso não se apercebam, isto também tem a ver com as bicicletas, com a mobilidade sustentável, com as cidades “vivas”, etc, etc, basta “connect the dots“.

Acalmia de tráfego verde

Perspectivas:

É engraçado as pessoas queixarem-se por uma coisa que está a funcionar e a fazer o que se pretendia fazer. :-) Parabéns Almada!. Também é curioso ver como as pessoas reagem à mesma coisa de formas tão diferentes consoante essa coisa incomode pessoas a conduzir veículos ou pessoas a andar a pé. Árvores nos passeios, obrigando os peões a abrandar e a contorná-las, é normal. Árvores na estrada a obrigar os motoristas a abrandar e a contorná-las, já é um ultraje.

Airbag para cavaleiros

Primeiro os capacetes, depois a roupa reflectora, em breve um airbag para ciclistas? Já há ideias para um para cavaleiros

[Via já não sei quem...]

Asneiras espalham-se from top to bottom

Eu não devia saber mais que um profissional disto, certo? Ou melhor, um profissional não devia saber menos que eu, que estudo isto por gosto e interesse não remunerados e perco um tempo estúpido com estas cenas quando devia estar a trabalhar. É que em mim só acredita quem quer, mas quando se é uma autoridade no assunto o efeito do que se diz é diferente…

Cortesia do Sub-Comissário José Ferreira, da PSP, medidas de segurança obrigatórias e suplementares para os utentes da via pública, nomeadamente ciclistas:

[Via]

Ficamos logo a pensar que o uso de capacete é obrigatório, e ficamos sem saber que os reflectores, além das luzes, também são obrigatórios. Ficamos também a pensar que é obrigatório, nas bicicletas, ter as luzes instaladas sempre, mesmo quando a sua utilização não é exigida por lei (ex.: quando circulamos de dia e com bom tempo). Parece que os peões (aqui referem-se mais ao peregrinos, parece) também devem usar coletes reflectores e luzes.

Depois há os belos exemplos dos ciclistas a circular rente ao lancil do passeio, na “door zone“, a facilitarem “right hooks” no entroncamento à direita, etc. A sinalizarem sem olharem antes (ou seja, a sinalizar para o boneco), a manterem o sinal enquanto se aproximam, numa descida, de um entroncamento à esquerda (fragilizando o seu controlo da bicicleta no processo, quando os motoristas atrás já foram informados da viragem).

Mas nem tudo é mau. As outras informações foram bem dadas.

Na página 65, Edição 74 da Transportes em Revista temos, cortesia da Coordenadora de Estudos do Centro de Estudos de Arquitectura Paisagista, Manuela Magalhães:

Há uma falha enorme, há elementos que faltam a todos os níveis na legislação, desde aquele que considere a bicicleta como um veículo, coisa que neste momento não existe para nós. Isto a um nível geral, para que depois sendo a bicicleta um veículo passe a ter normas de utilização e de utilização na relação com os outros veículos.

Fantástico. Pessoas que desconhecem totalmente o enquadramento legal da utilização e condução de um veículo são responsáveis, em Portugal, por desenvolver vias de circulação para os mesmos.

Artigo 112.º do Código da Estrada – Velocípedes

1 — Velocípede é o veículo com duas ou mais rodas accionado pelo esforço do próprio condutor por meio de pedais ou dispositivos análogos.

Cortesia de Tiago Paulino, Eng. Mecânico do Instituto Superior Técnico, que “estuda os acidentes com veículos de 2 rodas”:

«Bicicletas circulam sem regras»

Recolhi os dados de 2005 e concluí que, nos 1271 acidentes com condutores de velocípedes nesse ano, apenas 9 ciclistas usavam capacete e nenhum desses morreu. A utilização ou não deste dispositivo de segurança previne lesões graves e pode significar a diferença entre sobreviver ou morrer.

É a chamada lógica da batata. Gosto particularmente da confiança com que ele diz que o capacete “previne lesões graves e pode significar a diferença entre a vida e a morte”. Deve ter escondidos na gaveta uns estudos que podem revolucionar toda esta polémica.

Cortesia de João Dias, investigador do Instituto Superior Técnico, “especialista em segurança rodoviária”:

«Aposta nas bicicletas»

A bicicleta perde a prioridade nas rotundas, entroncamentos e cruzamentos, ao contrário das motas.

Esta afirmação induz os leitores num erro gravíssimo. A perda de prioridade dentro das rotundas foi algo rectificado nas alterações ao CE em 2005… E os ciclistas só perdem a prioridade que lhes seria reconhecida pela lei geral do “quem se apresenta pela direita passa primeiro” em cruzamentos e entroncamentos não sinalizados (que são relativamente raros em meios urbanos). Uma nuance importante aqui são os acidentes por “left cross”, em que o ciclista segue em frente e um veículo em sentido contrário se atravessa à sua frente para virar num entroncamento à sua esquerda, situação em que o ciclista perde efectivamente a prioridade (o que não aconteceria se fosse um veículo motorizado – discriminação negativa).

O capacete é muito importante para evitar lesões graves. Das vítimas mortais de 2006, só 15 % usavam capacete na altura do acidente.

Partilha da opinião do Tiago Paulino, pelos vistos. Reconhece poderes miraculosos aos capacetes (que nem os seus fabricantes reconhecem).

Enfim, e assim seguimos alegres e contentes…

Pela liberdade de não-religião

A liberdade de religião parece ser uma liberdade de pensamento, crença e expressão específica. No entanto é perniciosa, mesmo que não na letra da lei, ao subentender que este pensamento/crença/expressão não pode ser criticada ou ridicularizada como qualquer outra (astrologia, vegeterianismo, poligamia, whatever). E pior, parece subentender que essa liberdade de religião anula os direitos associados à liberdade de não-religião.

Bom, esta pequena intro só para assinalar esta marcha dos ateus e agnósticos na Polónia, terra do Papa João Paulo II.

Rescaldo fotográfico da inauguração da loja Ciclone

Não pude ir à MC, mas ainda deu para dar um salto a Santos:

IMGP0212.JPG

A pedido do Ricardo, fiz de fotógrafa oficial do evento. Por alguma razão ando sempre com a máquina na mala. ;-)

Vejam as fotos aqui.

A loja está bonita, e é de assinalar o seu carácter pioneiro e único em Lisboa! Uma loja de bicicletas para uso urbano, sem tocar na vertente desportiva. Agora apareçam lá e comprem coisas. E depois, andem de bicicleta! :-)

Pela reactivação das ligações fluviais margem Sul – Parque das Nações

Assinem a petição, faz sentido:

“Na sequência da reformulação da mobilidade no Parque das Nações, os peticionários requerem às entidades competentes, em particular:

  • Transtejo/Soflusa
  • Autoridade Metropolitana dos Transportes
  • Parque Expo
  • Câmara Municipal de Lisboa
  • Câmara Municipal de Almada
  • Câmara Municipal do Montijo
  • Câmara Municipal do Seixal
  • Câmara Municipal do Barreiro

Pela reactivação das ligações fluviais margem Sul – Parque das Nações

De 1998 até 2002 a Transtejo/Soflusa operou transporte fluvial de passageiros dos municípios da margem Sul do Tejo directamente até ao Parque das Nações, tendo fechado estas linhas por alegada falta de procura.

Com o aumento em muitas ordens de grandeza de número de postos de trabalho nesta zona (note-se que é a zona de Lisboa em que o número de postos de trabalho mais tem aumentado desde 2002), assistimos hoje a uma sobrelotação e exponencial aumento da frequência das carreiras 782 e 28 da Carris que transportam passageiros chegados da margem Sul do Tejo ao terminal fluvial do Terreiro do Paço. A acrescer a estes, há todos aqueles que escolhem a opção de transporte individual.

Somos de opinião de que nada descongestionaria e melhoraria mais a rede viária da grande Lisboa em geral e do Parque das Nações em particular do que a re-abertura de linhas de transporte colectivo fluvial desde a margem Sul residencial à zona laboral do Parque. Para mais, isto implicaria uma significativa melhoria da qualidade de vida dos milhares de trabalhadores do Parque das Nações residentes na margem Sul do rio Tejo.

A nossa recomendação mais veemente é pois que Vossas Excelências, em conjunto com as outras entidades a quem o assunto respeita, estudem convictamente a reabertura de tais canais de transporte.

Atenciosamente, os signatários.”

Hoje é dia de Massa Crítica

Em Lisboa apareçam no Marquês de Pombal pelas 18h (partida cerca das 18h30), para uma volta pela cidade, à hora de ponta, no meio de transporte mais eficiente no meio urbano (além de saudável, económico, convivial, etc, etc): a bicicleta.

poster MC Outubro

Venham integrar a Massa Crítica de Outubro!

IMGP9693.JPG

Sei que é o precedente aberto em Setembro é difícil de manter e superar, mas podemos tentar! E amanhã é dia das Bruxas, pelo que podem juntar-se ao grupo (meio secreto) que planeia ir mascarado à boa maneira do Halloween! ;-) Não se esqueçam das luzes!! A hora mudou e o Inverno aproxima-se, as Bicicletas já acontecem de noite nesta altura, e sermos vistos é fundamental.

Às 21h30 é a inauguração da nova loja de bicicletas Ciclone, do Ricardo, pelo que pode ser realmente uma noite dedicada às bicicletas. ;-)