lololol
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“Life is not about finding yourself, life is about creating yourself”.
Ontem fiz mais um pouco do meu activismo de sofá:
From: anabananasplit
To: geral @ everythingisnew . pt
Subject: info transportes
Date: 06/03/2010 09:08:03 PMOlá,
Vi há pouco a sondagem no vosso site, acerca do meio de transporte a usar para ir ao festival. Contudo, reparei que essa sondagem e, paralelamente, a vossa secção “Como chegar”, ignora completamente 3 opções que deveriam ser promovidas, a par dos transportes públicos:
1) ir a pé
2) ir de bicicleta
3) ir de motoA opção carro deveria ser fortemente desencorajada. 1000 ou 2000 automóveis a querer aceder, passar e estacionar naquela zona é intolerável. Gera poluição, ruído, insegurança, e origina situações de estacionamento selvagem que danifica os passeios e outros equipamentos públicos, e dificulta a circulação dos peões. Não se admite isto num sítio integrado na malha urbana, plano, e onde há um interface de transportes públicos que inclui comboio, eléctrico e autocarros.
A bicicleta e a moto poderiam ser incentivadas oferecendo um local de estacionamento para as mesmas num local apelativo (mesmo à entrada do recinto), vedado, vigiado, e com boas estruturas onde encostar as
bicicletas e onde as prender (tal como as motos). Isto deveria ser publicitado com antecedência.O mundo muda-se todos os dias, basta querer.
Grata pela atenção.
Cumprimentos,
Mandem a vossa posta também. Os amanhãs fazem-se hoje!
O Carlos Filipe Maia, Editor da revista 30Dias, da CMO, teve a amabilidade de me convidar para escrever uma crónica para a rubrica “Marginália”. Isto mesmo conhecendo o meu “estilo”.
O resultado foi uma oportunidade que agarrei com todos os dedos, para falar do que falta a Oeiras: walkability…. Quê, pensavam que ia falar de bicicletas, não?
Não, o andar a pé e tudo o que isso implica, reflecte e provoca, é MUITO mais importante que a bicicleta. Isso vem, naturalmente, depois.
O PDF está aqui.
Gostam da foto? Implicou tirar várias fotos, em 3 dias seguidos. Ora a luz sucked, os carros não ficaram no sítio certo, o vento era tanto que o cabelo ficava no ar, etc, etc.
Escolhi esta foto porque é numa paragem de autocarros emblemática daquilo a que me refiro no texto. E não faltam outras do género por aí. Também tem a vantagem de não ter que se ver muito bem a minha cara, lol! Já me basta o andar de bicicleta para me tirar da minha mui estimada invisibilidade.
Recebemos no Bicicultura.org um e-mail com um pedido de colaboração, que passo a divulgar:
Dê-nos uma boa razão para pôr alguém a andar de bicicleta
PROJECTO: Design e mobilidade – por uma cidade mais inteligente e emotiva
Sempre se andou de bicicleta por diversas razões. Contudo, hoje, essa opção pode até ser uma atitude politica.
“O meu vizinho comprou um Mercedes. Eu faço questão de andar de bicicleta” – o carro é um objecto simbólico – uma espécie de avatar, através do qual as pessoas se fazem representar socialmente. Se umas têm a pretensão de demonstrar poder e riqueza através desse uso, outras contribuem para reciclar essa mentalidade face aos problemas ecológicos, económicos e de saúde, reais. Recai sobre nós a decisão consciente de escolher o nosso avatar.Entre muitas outras razões, a bicicleta é também uma expressão de liberdade e integração social. O vidro do automóvel separa as pessoas, a bicicleta integra-as.
QUEM SOMOS?
Mónica Santos e Suzana Dias – designers de comunicação e em fase de doutoramento.
EM QUE CONSISTE O PROJECTO?
Este projecto está a ser pensado dentro do âmbito de uma cadeira de doutoramento em Arte e Design. Tem a ambição de ser uma pequena, mas rica, experiência entre nós e as pessoas que quiserem participar.
Ao colaborar connosco estará na posição de cliente e de autor ao mesmo tempo, ou seja, irá dizer-nos qual a melhor forma para sensibilizar alguém a utilizar a bicicleta. Nós, enquanto designers de comunicação, iremos traduziremos essas ideias visualmente. Daremos forma aos dados que nos chegarem e iremos analisar a eficácia comunicativa.
COMO PARTICIPAR?
Muito simples:
1) diga-nos, numa frase, expressão ou ideia, o que diria a um amigo para o motivar a andar de bicicleta.
[(dica) lembre-se da eficácia do humor e da emoção quando se trata de persuadir alguém].
2) Quais os pontos que identifica como mais relevantes para sensibilizar a sociedade para preferir a bicicleta a outro veículo.
3) Conte-nos em 3 linhas como personaliza (ou personalizou na adolescência) a sua bicicleta. Qual a memória que o/a liga à bicicleta?
Uma vez que é co-autor, deixe-nos um elemento identificativo: nome, nickname, email.
OBJECTIVOS?
- Este projecto é um exercício com um fim meramente experimental. Verificaremos, através dele, se a colaboração directa da criatividade das pessoas com um designer de comunicação, pode ou não potenciar a mensagem, tornando-a mais eficaz que um trabalho institucional. Neste caso, mais eficaz que uma campanha de sensibilização institucional.
– Dar lugar às pessoas para serem co-autoras numa mensagem visual.
- Substituir a ideia de ‘cliente’ por ‘colaborador’.
- Uso da plataforma digital pela ligação directa a grupos específicos em redes sociais para: levantamento das necessidades comunicativas; criatividade social; divulgação viral da mensagem.
- Uso da internet como plataforma colaborativa, para um fim democrático.
- Utilização do design de comunicação para um fim ético, politico e social.
- Disseminar o resultado desta experiência (mensagem de sensibilização para a utilização da bicicleta) através da Internet de forma gratuita.
DÚVIDAS?
Não hesitem em contactar-nos:
bicicla@clix.pt
PRAZO DE PARTICIPAÇÃO?
(curtinho) até dia 11 de Junho.
Obrigada!
Suzana Dias e Mónica Santos
Participem também e passem a palavra!
Fiquei um bocado chocada quando soube que o Beto morreu no passado Domingo, dia 23, aos 43 anos, de um AVC. Pelos vistos era um cantor pouco conhecido pelo público e até no meio artístico. Conheci-o quando lançou um dueto com a Rita Guerra. Não conheço muito do seu repertório, mas gosto da sonoridade das músicas, da sua voz, das canções. Podia ser um Michael Bolton.
Primeiro criaram os passeios e as passadeiras para deixar livre para os automóveis a maior parte da rua, proibindo as pessoas de estar, circular ou atravessar a estrada fora dos passeios e das passadeiras. Em breve irão proibir as pessoas de estar nos passeios. O cúmulo da extirpação do direito ao espaço público, do direito a não vivenciar a rua apenas dentro de um carro.
Isto é muito mais além, e muito mais grave do que as medidas “anti-sentar”…
Vamos falar de sexo. Yah, isso. E questões de género associadas. Um dos meus temas (se não ‘o’ tema) preferido de sempre, embora nos últimos tempos tenha andado mais entretida com questões de mobilidade.
Bem dizia Baz Lurham “Do NOT read beauty magazines, they will only make you feel ugly.”
Quando era adolescente, desde os 10 aos 18 anos, era muito “self-conscious”. Bom, muitíssimo mais do que sou hoje, quero dizer. Preocupava-me muito com o facto de, aparentemente, cair sempre mais prós extremos da curva de Gauss sempre que me comparava com os outros. Quando nesse grupo de outros há muitas imagens de mulheres cujas imagens são pré-processadas (maquilhagem, cirurgias, fotografia e iluminação profissionais, Photoshop, etc), é difícil não nos sentirmos on the bad slope of Gauss’ curve…
Que os media nos enganam já nós estamos fartos de saber. As representações das mulheres (mas também dos homens) são cada vez mais irreais. Isso há-de ter consequências na psique colectiva, e individual.
O que me leva a falar disto agora é que fiquei há dias a saber que não são só as pernas, as mamas, as barrigas, os rostos das mulheres que estão a ser alterados digitalmente e vendidos sob o pretexto de as pessoas procurarem imagens “aspiracionais” e não “reais”, também os genitais são assim processados para aparecerem em revistas eróticas…
Atenção, ver estes vídeos e links no trabalho, em público, ou perto de crianças pode suscitar situações constrangedoras. ;-P
Se querem saber o que é “normal”, ver corpos e genitais de mulheres normais, visitem este site. E certifiquem-se de que as vossas filhas adolescentes (e até as vossas mulheres!) têm acesso a um recurso deste género. É difícil cuidarmos do nosso corpo e desfrutarmos dele se não o conhecermos, e aceitarmos.
Excelente vídeo sobre o urban sprawl na América, suas consequências e exemplos de soluções.
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O nosso problema é que arranjamos demasiadas desculpas para não fazermos as coisas, para não arriscarmos, para não interferirmos com o status quo, para não nos mexermos.
Hoje acordei a horas indecentes para ter tempo suficiente para acordar e perder um bocado aquela voz de cama para participar em directo no programa do José Candeias na Antena 1. Foram pouco mais de 6 minutos de entrevista, numa rubrica semanal que visa dar a conhecer pessoas que utilizam a bicicleta como meio de transporte na cidade. Li o repto do José no site da MC e lembro-me de o Miguel Barroso ter dito que ia participar. Acho relevante esta rubrica (será provavelmente única no país), pois ajuda a dar visibilidade e um rosto humano (ou pelo menos voz
) aos ciclistas actuais, contribuindo para a desconstrução de ideias feitas e preconceitos, desmistificando algumas questões. Precisamos de coisas assim, que mostrem que há pessoas que optam livremente pela bicicleta como meio de transporte principal ou complementar, quem são, o que fazem, o que pensam, etc. Passar a mensagem que são pessoas como as outras, que devem ser respeitadas nas suas opções, e que estas não são menos válidas que as outras.
Aqui fica a minha intervenção. Infelizmente o programa não tem um arquivo, pelo que não dá para aceder aos testemunhos dos outros intervenientes.
Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.
O José procura mais ciclistas que queiram participar no programa. Respondam ao apelo (jose.candeias@ext.rtp.pt), é um pequeno “activismo de sofá” que só nos leva meia dúzia de minutos e pode fazer muito pela mudança de mentalidade da sociedade no que aos ciclistas diz respeito. E isso é fundamental para sermos bem sucedidos nos esforços pela alteração ao Código da Estrada, à promoção de condições de estacionamento e multi- e inter-modalidade, etc.
P.S.: Amanhã é dia de Massa Crítica. Apareçam! Eu este mês devo conseguir ir também!

Sempre fui ao 3º Congres de la bicicleta, em Lleida, Espanha. E a viagem será financiada pelo trabalho de tradução de um velo-documentário, actualmente em curso.
Nunca viajei sozinha para o estrangeiro, e foi bom começar por um destino “aqui perto” geográfica e linguisticamente.
Não tenho, neste momento, disponibilidade e disposição para fazer um relato como deve ser, pelo que deixo só umas impressões gerais. O tema do congresso foi a legislação e as infraestruturas, deixando de fora um vértice fundamental do “triângulo”: a formação. Dos ciclistas, dos motoristas, dos peões, dos técnicos, etc, etc. De resto, achei interessante e fiquei contente por ter decidido ir, mesmo que um bocado à última da hora (ah e tal, ir sozinha, e o que é que eu vou lá fazer, não conheço ninguém, yada yada yada).
Foi engraçado porque acabei por conhecer a Mane, do blog Biciene, que já conhecia por ter blogado um vídeo meu há tempos, mas que me reconheceu pela minha T-shirt, pois tinha encomendado umas para ela e para mais umas pessoas. “O mundo é um guardanapo”, como me disseram várias vezes durante a minha estadia por terras de Lleida.
Tive ainda a oportunidade de conhecer e conversar com outras pessoas, espanholas, dinamarquesas e francesas, com quem aproveitei para estabelecer contactos para o projecto http://laws.bicicultura.org/
Entretanto hão-de-colocar as apresentações dos oradores online, aqui.
As minhas fotos estão aqui. Há mais aqui.
Fiquei alojada no “Jardins del Segrià” e só posso dizer coisas boas do sítio e das pessoas, nomeadamente do Antonio, que foi uma simpatia. Recomendo vivamente.
Foi interessante poder andar a pé por Madrid, deu-me um melhor insight sobre o que será andar de bicicleta por lá. E achei Lleida um espectáculo a nível de condições para os peões. Passeios impecáveis, passadeiras bem feitas, e rebaixadas, bancos e bebedouros nas ruas.
E carros estacionados em cima de passeios não enchem os dedos de uma mão. Disseram-me que foi por vontade política há uns anos (a polícia não perdoa) e as multas são elevadas, o que associado à Carta de Condução por pontos, resultou numa cidade civilizada. Por cá, é a mesma merda de sempre. Ainda não houve nenhuma viagem ao estrangeiro (Alemanha, Suiça, Espanha) da qual voltasse feliz e orgulhosa por voltar para o meu país por o achar tão ou mais avançado, mais agradável, ou mais eficiente. Talvez tenha que começar a viajar para fora da Europa, pelo menos… *sigh*
Adorei poder fazer os cerca de 500 Km entre Madrid e Lleida em pouco mais de 2 horas, no comboio de alta velocidade.
Não gostei de ter que fazer os 600 e tal Km entre Lisboa e Madrid em 10h30min, overnight, num comboio desconfortável para o efeito (classe turista).
Não percebo porque é que não podemos ter estações de transportes públicos (interfaces) como outros países têm, limpas, confortáveis, funcionais, legíveis, etc, etc.
Bom, adiante.
Cerca de 350 pessoas participaram neste congresso, o que mostra a importância crescente deste tema. Houve um intervalo para café em que me pareceu ouvir alguém a falar português, mas não tive oportunidade de lhes seguir o rasto e confirmar. Penso que se não era a única portuguesa lá, andaria lá perto.
Lembram-se deste anúncio? Pois, bem, entretanto vendi o kit FreeRadical, pelo que voltei a ter uma bicicleta “normal”, e é esta que continua agora à venda, incluindo o antigo porta-bagagens + alforge duplo + cesto, tudo do sistema modular da Decathlon:
O equipamento, a nível de upgrades, e os acessórios, são os mesmo que listei no anúncio anterior, excepto toda a parte do kit FreeRadical, claro. O conjunto novo rondaria os 425 €. Vendo tudo por 300 €, negociáveis. É uma bicicleta confortável, e equipada com o básico e alguns extras (salvo o apoio de descanso!), é o ideal para alguém que pretenda uma bicicleta para usar no dia a dia, e/ou como meio de transporte.
Questões? Interesse? Contactem-me: anabananasplit @ gmail . com.
Via Twitter da ACA-M, que se lhe referia como “um pouco pornográfico”. Discordo. Uma coisa pornográfica é um exagero da realidade, algo que explora e deforma alguns aspectos do sexo, até o tornar uma fantasia. Vídeos como este são o oposto desse conceito. Pegam na fantasia das pessoas e mostram a realidade correspondente. E a realidade é brutal: é sangue, é dor, é destruição, é culpa, é responsabilidade, são consequências para toda a vida. A única coisa que não é bem assim como no vídeo, se estivermos em Portugal, é que cá ninguém vai para a prisão se matar alguém de forma culposa, desde que a arma do crime seja um carro.
Eu quero trocar de bicicleta “do dia-a-dia”, por razões que se prendem com uma mudança de casa, mudança de concelho de residência, e consequente plano de procurar ter um estilo de vida o mais “car light” possível. Como tal, em nome da optimização do mui escasso espaço disponível na minha nova morada T0 sem garagem, e do investimento numa bicicleta dobrável para facilitar as muitas deslocações multimodais intra- e inter-urbanas previstas, pretendo vender a minha Xtracycle. Até dói dizer isto, mas é o melhor dadas as circunstâncias. Claro que mal tenha hipótese comprarei outra, continuo a sonhar com uma Big Dummy.
Mas por agora acartar diariamente e fazer caber 2 Xtracycles num mini-apartamento seria complicado a escorregar para o inviável, por mais que eu sinta que a Xtracycle é “a bicicleta da minha vida”.
Posto isto, aqui ficam os detalhes da minha X, com indicação dos preços das principais peças novas, para referência:
Mais fotos aqui.
Quadro: B’twin 7 tamanho M (roda 26″) de 2005 (299 €). Esta foi a bicicleta “dadora” onde mais tarde (Janeiro 2008) instalei o kit FreeRadical (449 €), transformando-a numa Xtracycle ou “longtail“.
Pouco depois mudei os pneus para uns mais adequados a estrada (e com reflectores laterais embutidos).
A transmissão foi mudada também, para lidar melhor com as subidas (afinal, é uma “cargo bike”), tem uma pedaleira Alivio. Os manípulos das mudanças também foram alvo de um upgrade, de punhos rotativos para tipo gatilho (“trigger shifters“), para maior conforto e eficiência – no início custei a habituar-me, mas agora não voltava aos rotativos nem por nada.
Os pedais também são diferentes dos originais, e são em alumínio, e têm suportes para melhor “encaixar” o pé ao pedalar.
Mais tarde também mudei o guiador (e punhos) e o avanço (ambos da Humpert, em inox), para um estilo de condução mais direito/vertical, e uma posição das mãos mais ergonómica.
O selim também sofreu um upgrade, para um Royal Respiro Athletic (women), que melhorou imenso o meu conforto na bicicleta.
E depois há os acessórios básicos, essenciais: uma buzina AirZound, um espelho retrovisor Cyclestar e boas luzes atrás e à frente, e ainda um ciclocomputador (dá jeito para controlar as horas, a velocidade, e as distâncias). Tudo isto foi um upgrade. Embora mantenha a campainha simples original (para os peões, a buzina é para os motoristas).
É uma bicicleta muito confortável (de notar que tem suspensão atrás e à frente) e muito prática para as voltas do dia-a-dia, especialmente para quem tem regularmente que transportar coisas pesadas ou volumosas, ou para quem goste simplesmente de não ter que planear as suas actividades e as suas compras com muito detalhe ou antecedência. Se a oportunidade surge, há espaço na bicicleta.
Tem tido uso regular, mas não intensivo, e tem sido bem estimada e bem mantida.
O valor dela, equipada como descrito (incluindo acessórios) e ilustrado nas fotos, “nova” está estimado em cerca de 1000 €. Vendo-a por 650 €, negociáveis. É possível vê-la e experimentá-la, é só combinar um encontro aqui em Porto Salvo. Contacto: anabananasplit @ gmail . com. O Bruno tem a dele também à venda, pelo que se houver quem queira as duas, faz-se um desconto!
Outro exemplo de comparação entre “ciclovia” e estrada normal, desta vez no Reino Unido, este não da minha autoria:
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