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A look into our future?

É na Inglaterra, mas já se vêem algumas destas questões por cá, mesmo que em menor escala. Se fôssemos uns tipos inteligentes aprendíamos com os outros e evitávamos trilhar os mesmos caminhos, why not jump throught some of the mistakes?

É um documentário da BBC:

A Grâ-Bretanha está à beira de uma escalada na crise de road rage. Filmando em algumas das ruas do Reino Unido mais congestionadas pelo trânsito, esta investigação especial expõe o quão má a situação se tornou, à medida que a violência e abusos na guerra entre motoristas, ciclistas, políticos e polícia entra em escalada sem nenhuma solução à vista.

Durante décadas, o sempre crescente número de motoristas no Reino Unido têm sido reis da estrada; pagando impostos e taxas de combustível, eles acreditam que as ruas lhes pertencem. Mas agora o equilíbrio de poder está a mudar. Números crescentes de ciclistas e peões estão a exigir, e a exercer, direitos iguais à estrada e a raiva em cada facção está a aumentar.

Encontrado via o fantástico Streetsblog.

Radiant City

Quero ver este documentário: “Radiant City - a documentary about suburban sprawl“. Espreitem o trailer. Monocultura. Monopaisagem. Monotonia. :-P A falta de jardins é como aqui. Casas e urbanizações nuas, parece um deserto… E depois há os problemas derivados de se viver longe do local onde se trabalha - trânsito, poluição, despesas, perdas de tempo…

Quero ver, só não sei bem como, duvido que isto chegue ao “circuito” português… :-(

A Marcha dos Imperadores?

Ahahahahahah! Lindo, absolutamente lindoooo! :-P

[Via Treehugger.]

“Nível de bruxaria, satanismo, pornografia e espiritismo nos videos da Disney”

Epá, a esta hora já devia ser uma assassina consagrada, pela quantidade de filmes, séries e livros da Disney que já “consumi” em toda a minha vida… A Disney, esse império do mal.


(Ver mais teorias deste gajo aqui…)

Isto parece espectáculo da IURD…

Eu gosto de ver/ler/ouvir teorias da conspiração (a do 11 de Set, por exemplo, ver “Loose Change” parece muito convincente…), mas estes gajos só pensam em mulheres nuas, crianças e adolescentes despidos, erecções e pilas, e homossexuais. Porque segundo eles as coisas da Disney estão cheias disto. O gajo está obcecado, obviamente.

Ainda há pastores?

Também viram isto na SIC agora pelo Natal? Na altura pensei que era apenas uma reportagem. Em rodapé puseram o endereço de um site que fixei para mais tarde ir espreitar. Só o fiz hoje e acabei descobrindo que se trata de um filme. :-) E estará cá em Lisboa às 21h30 de 24 de Janeiro na Cinemateca Portuguesa. Era giro poder ir ver, a ver se me lembro e se tenho hipótese. Há este trailer e mais uns teasers no YouTube:

É brutal pensar que ainda há gente a viver em casas com aquelas condições (ou falta delas). É preciso ser mesmo gente rija. Claro que o hábito faz o monge. Para um burguês urbano médio aquele quotidiano é um pesadelo. A dureza do dia-a-dia, o isolamento. Quando penso num jovem de 27 anos a imagem que me ocorre não é a do Hermínio, mas “eles andem aí”. :-P

Ia dizer que o Quim Barreiros além do telemóvel podia ter-lhe oferecido também um ipod e uns fones, dava mais jeito do que carregar aquele tijolo ao ombro, mas se calhar ele precisa de conseguir ouvir bem as ovelhas (sim, porque acho que ali não vai precisar de estar alerta por causa do trânsito ou seja o que for…). :-P

A que brasileiras se referiria ele? A prostitutas ou a imigrantes? Deve ser difícil arranjar uma namorada quando se tem uma ocupação tão exigente… É quase como um namoro à distância. :-(

“The Gender Puzzle” & “Uma questão de sexo(s)”

No Domingo o Bruno deu-me a dica de um documentário que estava a passar na SIC Notícias e eu lá fui espreitar. Ainda bem, pois era sobre sobre as questões do género (as in sex). Fiquei colada ao ecrã até aquilo acabar. Não houve assim nada de especial que eu não tivesse já lido ou visto antes, mas gostei de ouvir as histórias pessoais de algumas pessoas transgénero. Foi a primeira vez que ouvi falar do termo “brain sex”. Achei brutal saber que 1 em cada 500 pessoas tem alguma anomalia genética nos cromossomas sexuais (40.000 dos australianos, por exemplo)… Isto significa que o tradicional XX/XY = mulher/homem não é exactamente verdade. Há um espectro de géneros. E o género não pode ser definido unicamente com base no sexo cromossómico, nem unicamente no sexo genital, nem na combinação dos dois. Tem que se ter em conta o sexo cerebral. Este tema é absolutamente fascinante!

A primeira vez que ouvi falar de intersexo foi numa série brasileira cujo tema se desenvolvia em torno de uma clínica médica para mulheres, e onde a Ana Paula Aerósio desempenhava o papel de uma mulher jovem, lindíssima e estéril. A causa da esterilidade (e da ausência de menstruação) devia-se ao facto de ela ser geneticamente um homem. O seu desenvolvimento desde o útero foi feminino devido a uma deficiência numa enzima que transforma a testosterona (or something like that). O resultado é que o embrião não é sujeito à testosterona que era suposto para um rapaz e, logo, desenvolve-se como alguém do sexo feminino. O mundo é feminino por default, meus amigos. Só há um tipo de pessoas, os humanos, a existência de um outro sexo (masculino) prende-se com questões de estratégia biológico-evolutiva para aumentar a diversidade, nada mais. ;-P

Adorei este documentário (ver sinopse aqui, preços aqui). Ao pesquisar encontrei outros filmes que parecem interessantes. Pena os preços… :-( Ok, não podem ser gratuitos. Mas pelo menos vendê-los ao preço de um filme de cinema normal, não? Assim ninguém vê aquilo… E era tão importante que isto fizesse parte da cultura e da educação das pessoas! Para lhes manter a plasticidade mental e evitar que formatem o mundo em pequenos blocos estanques e pré-definidos…

Também a ver com esta questão dos sexos, está patente no Pavilhão do Conhecimento (Parque das Nações, Lisboa) uma exposição que me parece interessante: “Uma questão de sexo(s)”. Quero ver se consigo arranjar um tempinho para lá ir espreitar. :-) Está disponível até Agosto de 2007, por isso ainda tenho algum tempo. ;-)

“Man of the year”

Eheheh! Vi hoje este trailer de um novo filme protagonizado pelo Robin Williams e mal posso esperar pela estreia! :-D
O trailer aguça-nos a curiosidade, e afinal, é o Robin Williams. ;-)
Além disso, a história promete. Imaginem que o Jon Stewart se candidatava às eleições presidenciais americanas. Ou o Stephen Colbert. Talvez ganhassem, e aí ao menos tínhamos melhores razões para nos rirmos do presidente…

“V for Vendetta”

Fomos ver este filme na 2ªf da semana passada.

Poster 1Poster 2

Não tive tempo, na altura, de expressar o entusiamo que me despertou, mas não quero que passe em branco. Fui vê-lo por sugestão do Bruno, não sabendo absolutamente nada sobre o filme antes de o ver (muito raro, no meu caso). Fiquei fã absoluta. Achei o filme espectacular. Adorei a história e achei-a extremamente actual. I found it to be really inspirational. You know, the kind of film that makes you want to go out and do something, that blows some strenght, some energy, some hope, some courage on to you.

Evey

Espero que a nossa sociedade (a ocidental) consiga evitar situações sociais como aquela, com governos repressivos, falta de liberdade, censura, rejeição da diferença, personagens auto-proclamadas salvadores da pátria, etc. E, sobretudo, espero que, caso se chegue a realidades tais, o povo consiga manter "aquele último reduto de nós próprios, a nossa integridade" e libertar-se do medo, regaining freedom, life!, through some revolution!… I know, i'm a hopelessly romantic daydreamer. :-P
Uma transcrição (obtida aqui) de um dos momentos principais do filme:

V

«Good evening, London. Allow me first to apologize for this interruption. I do, like many of you, appreciate the comforts of every day routine- the security, the familiar, the tranquility, repetition. I enjoy them as much as any bloke. But in the spirit of commemoration, thereby those important events of the past usually associated with someone's death or the end of some awful bloody struggle, a celebration of a nice holiday, I thought we could mark this November the 5th, a day that is sadly no longer remembered, by taking some time out of our daily lives to sit down and have a little chat.

There are of course those who do not want us to speak. I suspect even now, orders are being shouted into telephones, and men with guns will soon be on their way. Why? Because while the truncheon may be used in lieu of conversation, words will always retain their power. Words offer the means to meaning, and for those who will listen, the annunciation of truth. And the truth is, there is something terribly wrong with this country, isn't there? Cruelty and injustice, intolerance, and depression. And where once you had the freedom to object, think, and speak as you saw fit, you now have censors and systems of surveillence coercing your conformity and soliciting your submission. How did this happen? Who's to blame? Well certainly there are those more responsible than others, and they will be held accountable, but again truth be told, if you're looking for the guilty, you need only look into a mirror. I know why you did it. I know you were afraid. Who wouldn't be? War, terror, disease. There were a myraid of problems which conspired to corrupt your reason and rob you of your common sense. Fear got the best of you, and in your panic you turned to the now high chancellor, Adam Sutler. He promised you order, he promised you peace, and all he demanded in return was your silent, obedient consent. Last night I sought to end that silence.

Last night I destroyed the Old Bailey, to remind this country of what it has forgotten. More than four hundred years ago a great citizen wished to embed the fifth of November forever in our memory. His hope was to remind the world that fairness, justice, and freedom are more than words, they are perspectives. So if you've seen nothing, if the crimes of this government remain unknown to you then I would suggest you allow the fifth of November to pass unmarked. But if you see what I see, if you feel as I feel, and if you would seek as I seek, then I ask you to stand beside me one year from tonight, outside the gates of Parliament, and together we shall give them a fifth of November that shall never, ever be forgot.»

Símbolo

"Remember, remember, the 5th of November!" ;-)

Robots!

“It’s a fusion between jazz and funk. It’s called junk!” :-D

Vi o Robots (2005) e adorei! :-) E achei esta frase de uma das personagens, interpretada pelo Robin Williams, simplesmente hilarious!