Interessante, como os semáforos provocam congestionamentos, em vez de fazer o trânsito fluir melhor, como se pensaria à partida… Também aumentam a poluição (pára-arranca, acelerações rápidas seguidas de travagens nos semáforos logo a seguir).
Às vezes o sinal de stop sozinho não é suficiente para as pessoas pararem. Talvez com uma gargalhada se consiga maior eficiência? Pelo menos foi o que pensou o Presidente da Câmara de um subúrbio de Chicago.
Hans Monderman, o engenheiro de tráfego holandês conhecido pelos seus inovadores planos de “espaço partilhado” enfatizando a interacção e negociação humanas em vez da obediência cega aos aparelhos de controlo de tráfego mecânicos, morreu ontem. Para saberem mais, leiam o post (e sigam os links) no Streets Blog.
Esta abordagem atrai-me, pois muitas vezes ao conduzir de carro dentro da cidade sinto que há demasiada sinalização vertical, semafórica e no chão a exigir a minha atenção e sinto que em vez de me concentrar nos outros carros, ciclistas e peões tenho a atenção dispersa pelos inúmeros sinais que tenho que visualizar, registar e compreender para não incorrer em nenhuma infracção ou acidente. E depois há a dispersão espacial e falta de uniformidade na posição e tipo de suporte das indicações como ruas, institutos, etc.
Gostava de um dia visitar os locais em que o Hans implementou este sistema.
Em Sintra vi há tempos a situação da foto do lado direito. Obstáculo no passeio significa que os peões ficam impedidos de passar…
Já os responsáveis por esta obra na foto à esquerda resolveram de outra maneira uma situação similar. Plantaram um sinal que significa “pista especial para peões” (que penso que não é sinónimo de “passeio”) num local obstruído. Mas não há pista nenhuma, nem passeio, as pessoas terão que circular pela estrada, neste caso um corredor BUS (!). Dois erros: 1) utilização indevida de um sinal de trânsito, e 2) falha em providenciar alternativas seguras para os peões circularem.
Isto acontece-me com o Metro em Lisboa. Conheço a cidade pelas linhas de Metro, mas a percepção das distâncias fica distorcida pelo diagrama nas carruagens. Claro que o de Londres é muito mais complexo, mas still…
Telha Sol: prédio de 6 apartamentos - dois T2 e quatro T3 - em Leceia (Oeiras), com jardim e espaços comuns amplos. Os apartamentos, para venda, têm bons acabamentos, cozinha espaçosa e equipada, terraços e varandas convidativos, divisões amplas e desafogadas, com muita luz natural, e têm garagens individuais. Numa zona calma, com vista para o rio e para o campo.
Cenas a Pedal: bicicletas dobráveis, karts a pedal / triciclos reclinados, malas para ciclistas, buzinas, kits para transporte de carga em bicicleta (reboques sem engate), aluguer de karts, batidos a pedal, cursos de condução de bicicleta (aprender a andar de bicicleta e a conduzir na estrada).
Cafetaria Doce Lima: cafetaria & pastelaria, pão para fora, sopa e mini-pratos durante a semana. Cibercafé, TV por cabo, música ambiente, zona lounge, wifi gratuito.
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