Ora, tenho 27 anos e uso produtos para a faixa dos 12 aos 20. Daqui a pouco já devia estar a mudar para a gama dos 30 e ainda nem passei para a dos 20!! Alguém avise a minha pele que o acne já passou de validade, sff. Acne e rugas é que não dá, man! Não posso usar dois tipos de cremes em simultâneo. Ou bem que trato do acne ou bem que trato das rugas. Se fizer um mix a pele ainda apodrece e cai, ou seca e quebra, ou…
Talvez a minha pele reflicta a minha idade mental, lol!
O meu namorado é um querido e ofereceu-me uns bike goodies!! Uma balaclava, um “espelho de dentista” (esta fui eu que inventei agora ) e um selim xpto, which I had been lusting over for a few months. Também comprou goodies para ele.
E já transferi o Airzound da Mobiky para a Xtracycle, porque ultimamente é esta que tenho usado mais, e está difícil arranjar as peças extra para o poder mudar facilmente entre bicicletas. Assim já estou preparada para andar no trânsito, sentia-me nua antes. No outro dia uma velhota ia-me passando por cima e eu não pude fazer nada, senti-me mesmo impotente (ainda tentei ir atrás dela mas a sacana apanhou o sinal verde e deu à sola :-P)… Not anymore! They might go unpunished but it shall no longer go unnoticed!!
E o namorado ainda me “instalou” um kit de luzes igual ao dele. Tá toda kitada a bicicleta, lol.
Logo que tenha um tempinho faço uma overview à minha bike with all the geeky stuff, eheheh!
Costumo acordar com a aparelhagem com o rádio a tocar. Não tem snooze, mas controlo a hora de início e de fim, a estação, e o volume de som. Como extra, ponho 5 alarmes no telemóvel, que posso escolher o som, o volume, e tem snooze. Mas tem um problema tenho que o deixar ligado durante a noite, e mesmo assim às vezes tem uns bugs e não toca. Preciso de comprar outro, mas a ideia era não ter nenhum telemóvel no quarto à noite.
O que eu quero é muito simples. Preciso de um despertador a pilhas, para que não me falhe quando falta a luz. Tem que poder usar pilhas recarregáveis, obviamente. Tem que ter um alarme de buzzer e ter a função de snooze. Isto é o fundamental. Idealmente, teria 2 alarmes independentes, com vários sons diferentes à escolha, e com volume de som ajustável. Se tivesse função de despertador com rádio como opção, seria excelente. E por fim, não deveria custar mais de 25 ou 30 €, dependendo das specs que enunciei.
Procurei e procurei, examinei exaustivamente a oferta na Box do Jumbo, no Media Markt (não tem nada!) e na Worten do Colombo. Nesta última devo lá ter estado quase uma hora. No fim apareceu um funcionário a saber se eu precisava de ajuda. Também lá andou a abrir caixas e ver instruções, mas a conclusão foi a mesma. Não há nada como aquilo que eu procuro. Mais clientes perguntam pelo mesmo.
E eu pergunto: como é isto possível? Inventam modelos todos xpto, que projectam as horas na parede, e mais não sei o quê, mas se uma pessoa precisar de um despertador que não nos falhe num dia em que temos MESMO que acordar a horas, não há. Não percebo esta gente, juro.
Alguém sabe se ainda se vendem daqueles relógios despertadores à moda antiga, de corda?… Preciso de arranjar um. Esta cena do digital é uma treta.
O meu namorado é um querido. Oferecia-me isto se pudesse. Se ganhasse o Euromilhões isto devia ser das primeiras coisas em que eu investiria o dinheiro.
… if all the other families are as fucked up as mine. Most of them look so normal from the outside. We’re just dysfunctional (without the ‘fun’ part of it).
*sigh*
Note to self: do not, I repeat do NOT bring kids into this world. Just have pets.
Esta música dá-me arrepios. E adoro a série, “Grey’s Anatomy”.
Tropecei neste vídeo por acaso, estava no Hi5 da minha prima, que está no auge da juventude, com os seus quase-quase 17 aninhos.
Estar aqui a ouvir isto, a rever imagens familiares da série, invade-me um sentimento de tristeza, vulnerabilidade, helplessness, que me arrasta até à minha adolescência. E note-se que foi longa, precoce e prolongada. Acho que fui adolescente até ao fim da faculdade, ou seja até ao final de 2006. Era assim que me sentia. Ainda me vejo um bocado como uma miúda. Tenho aspecto disso, até a voz. Só me apercebo que já não sou mesmo uma adolescente quando me encontro no meio dos verdadeiros adolescentes. Aí, reality settles in. E como estou contente de essa fase da vida (minha e dos que com quem convivo) já ter passado, e de lhe ter sobrevivido. Sobreviver é a palavra aqui, porque com tantos traumas, decepções, angústias, incertezas, inseguranças, é um milagre saírmos vivos da adolescência, mais ainda se o fazemos com algum equilíbrio emocional. No entanto, se sou adulta, não me sinto como pensava que um adulto se sentiria. Continuo com perguntas sem resposta, dúvidas, inseguranças, medos,… E fiz há uma semana 27 anos, quase trintona! Não houve nenhum clique automático de transição, sou eu na mesma, only older and with a longer history.
Eu sei que os meus “verdes anos” foram um período terrível emocionalmente (e olhem que a infância também não tinha sido um mar de rosas). Durante esses anos devorei infindáveis filmes românticos, absorvi e curti sessões de choro ou de simples lying around a ouvir baladas românticas ou depressivas, mostly both, absorta nos meus próprios sentimentos, nas minhas desilusões e traumas amorosos, nas minhas inseguranças de me achar uma merda, unattractive, dumb and unintelligent, nas frustrações de sociabilização e das tentativas de fitting in and searching for people and places where I could belong. I never did fit in, and those people and places never were. Bom, algumas, por breves períodos. Mas nem tudo é mau, daqui a uns dias comemoro 7 anos de vida partilhada com the person where I belong. Ainda não encontrei a place to belong, mas sinto que as minhas loucuras sobre rodas me levarão lá, de uma maneira ou de outra.
Não tenho saudades de ser adolescente. Aquela cena de nos sentirmos sempre na merda, ansiosos com o futuro, inseguros de nós próprios em tudo, inexperientes em tudo, os desgostos de amor, amar quem não nos ama, os desencontros amorosos (estados de desenvolvimento, expectativas, diferentes), as criancices dos colegas e dos “amigos”,…
Agora já não curto fossas com banda sonora. Claro que isso não tem só a ver com o ultrapassar da adolescência, mas também com o facto de ter encontrado alguém que mais do que me dar aquilo por que desesperadamente ansiava - um companheiro na verdadeira acepção da palavra - veio provar que tal pessoa realmente podia existir. Até aí tudo o que via acontecer à minha volta, nos filmes, livros, etc, me levava a crer que o sexo masculino era formado exclusivamente por sacanas ou simples desligados emocionais. Com essa perspectiva, não havia esperança nenhuma de um horizonte onde surgisse alguém com quem eu conseguisse estabelecer aquela deep and strong connection de que sentia que precisava como se de um transplante vital se tratasse.
Naquela altura essas músicas lindas tristes eram uma constante. Era aquilo que eu queria ouvir. É um paradoxo, mas era o que me fazia sentir bem sentindo-me mal. Era estúpido, claro, uma pessoa quando está na merda procura sair dela, e não ir-se enterrar mais nela. Mas os adolescentes são uma raça esquisita de gente. Aquilo é como uma droga, pá. Ouvimos aquilo porque nos sentimos deprimidos porque ouvimos aquilo que é deprimente e por isso mantemo-nos deprimidos e por isso ouvimos aquilo porque nos identificamos.
Actualmente, há muitas coisas que me angustiam, mas nada que se compare àqueles anos todos de blues. Finding love is so fundamentally important, significant, urgent!, that I can’t help feeling sorry for all those people who can’t seem to find it. And where do you find love? How? I’m not even talking about chemistry. I’m talking about the brain, the “heart”… Love is compatibility, same-levelness in understanding, being able to build stuff together: projects, dreams. Sometimes, or for some people, it just doesn’t work out. Maybe it’s bad luck, maybe it’s a lack of willingness to see what’s in front of us, or even an inability to build a relationship. I think many people browse through partners like zapping, perhaps a modern Relationship Attention Deficit Disorder of some kind?
Uma coisa boa de envelhecer e de ter uma história com muitos baixos (mesmo que internally fostered), é que sabemos reconhecer as coisas boas quando as vemos e quando as vivemos. Temos a sensibilidade para tirar um instante e inspirar esses pequenos momentos, saboreá-los e sentirmo-nos infinitamente gratos ao universo por essa pequena mas milagrosa dádiva. Por isso sofrer é tão importante no crescimento de uma pessoa. Ele dá a medida das coisas, a métrica da vida. Dá os pontos de referência. É o que permite apreciar as coisas boas. Dá-nos uma noção das nossas forças e das nossas fraquezas, torna-nos mais humanos para com os outros. Alguém que passa pela vida sem sofrer não vive. A vida é como o sinal do batimento cardíaco num monitor de um hospital: aos altos e baixos. If it’s flat, you’re actually dead.
Tenho 500 mil coisas “urgentes” para fazer, coisas importantes pendentes porque a bola está com outras pessoas e entidades que não dão resposta, mails para ler e responder, encontros e reuniões marcados e por marcar, tenho que ir comprar (muita) roupa urgentemente sob pena de não ter nada para vestir (e morrer de frio entretanto) e eu DETESTO ir “às compras para roupa”, tenho que desencantar tempo para ir cortar o cabelo porque já não vejo nada com a franja à frente, mas não me apetecia ir ao MacDonalds dos cabeleireiros outra vez (sinto-me como mais uma na linha indiferenciada de produção), detesto o Natal e o rádio a dar músicas sobre o Natal, os anúncios na TV, o ainda maior caos e stress nas ruas e nas estradas, as enchentes, a paralisação do país nestas 2 semanas,… tenho que decidir o que raio fazer e/ou onde ir no fim-de-ano e no meu aniversário, logo a seguir (as únicas coisas piores que o Natal), queria escrever nos blogs e não deixar acumular os feeds por ler mas não tenho tempo, queria ir andar mais de bike ou experimentar o kart mas não tenho tido fins-de-semana, trabalho 7 days a week. Ufff!… I need a break!
Telha Sol: prédio de 6 apartamentos - dois T2 e quatro T3 - em Leceia (Oeiras), com jardim e espaços comuns amplos. Os apartamentos, para venda, têm bons acabamentos, cozinha espaçosa e equipada, terraços e varandas convidativos, divisões amplas e desafogadas, com muita luz natural, e têm garagens individuais. Numa zona calma, com vista para o rio e para o campo.
Cenas a Pedal: bicicletas dobráveis, karts a pedal / triciclos reclinados, malas para ciclistas, buzinas, kits para transporte de carga em bicicleta (reboques sem engate), aluguer de karts, batidos a pedal, cursos de condução de bicicleta (aprender a andar de bicicleta e a conduzir na estrada).
Cafetaria Doce Lima: cafetaria & pastelaria, pão para fora, sopa e mini-pratos durante a semana. Cibercafé, TV por cabo, música ambiente, zona lounge, wifi gratuito.
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