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Keepin’em on a short leash

Ontem passei pelo Alegro, em Alfragide, onde vi pela primeira vez ao vivo e a cores um puto seguro por uma trela para bebés, acompanhado pelo que me pareceu ser o avô.

Juro que não sei o que pensar, por um lado parece uma ideia fixe, os putos têm a mania de desatar a correr e de repente olhamos e ele já deu à sola. Por outro parece-me algo verdadeiramente castrador, imbecil, e ofensivo.

Estes miúdos crescem e vivem presos. Como podem ser felizes, como podem crescer, descobrir o mundo, testarem-se, desenvolverem-se se ninguém lhes dá espaço para tal?…

Estou a ler o Last Child in the Woods (HIGHLY recommended, para pais, políticos, empresários, everybody!!), do Richard Louv, and it’s kinda scary… Mais que Nature Deficit Disorder, muitos putos estão em risco de sofrer de Space Deficit Disorder, pois nem no ambiente totalmente artificial lhes é permitido esticar os braços e as pernas… Se nem atrás dos nossos filhos corrermos, dentro dos hipermercados para onde entramos directamente de carro, não tarda seremos todos uns fat bastards exigindo que todos os serviços sejam home delivery ou drive-in porque simplesmente não teremos força para levantar o cu do sofá ou do banco do carro…

Há necessidade em breve para um lobby de protecção da espécie em vias de extinção, os freerange kids

Construção Sustentável

Há dias fui ouvir mais umas pessoas, desta vez sobre Construção Sustentável“, o tema da “Conferência Anual BCSD Portugal. Adoro coisas grátis. :-) E ainda deram aos inscritos um CD com as apresentações (que estão também disponíveis online!), e pude trazer uma série de panfletos, newsletters, revistas. Freebies! :-P Não cheguei a usufruir do coffee-break, though, não tinha fome.

Conferência Anual BCSD Portugal 2007: Construção Sustentável Conferência Anual BCSD Portugal 2007: Construção Sustentável

Foi interessante, aprendi umas coisa e tal. :-) E aproveitei e comprei o livro “Construção Sustentável - soluções eficientes hoje são a nossa riqueza amanhã”, da Lívia Tirone, que conheço, entre outras coisas, das conferências da Lisboa E-nova. Um bocado caro, 23 €, mas como é um tema que me interessa muito, aproveitei a viagem e comprei-o. Não tinha ainda ouvido falar dele, se bem que havia sido lançado apenas uns 20 dias antes. ;-)

Esta é outra das áreas em que gostaria de trabalhar um dia, de alguma forma. Devíamos poder ter direito a múltiplas vidas, como nos jogos de computador, para podermos ter oportunidade de fazer várias coisas na vida, e da vida. :-P

Outro livro sobre o tema, desta vez do Prof. Manuel Duarte Pinheiro, “Ambiente e Construção Sustentável” encontra-se disponível para oferta no Centro de Documentação da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), e para download no site do IA (a.k.a APA). Cool! :-D

Down Memory Lane

Quase enchi a caixa em que veio a minha Mobiky com papel: folhas de cadernos, apontamentos, fotocópias de livros, relatórios, etc, etc, tudo dos 7 anos de universidade:

7 anos de papel para reciclar 7 anos de papel para reciclar

Vai tudo para reciclar. Perguntam vocês, “mas porquê”? Porque preciso de espaço e aqueles papéis não me trazem boas memórias, pelo que não faz sentido guardar todos aqueles dossiês. Fiz um overhaul à minha cave/garagem nos últimos dias, e muita coisa foi fora, essencialmente papel para a reciclagem. Eu tenho o hábito de guardar as coisas. Mas comecei há uns anos a sentir que ter livros (de escola, infantis, etc) guardados onde mais ninguém ia usufruir deles não fazia sentido. De nenhum ponto de vista. E dei uma batelada de livros. Pois ainda encontrei mais uma data deles, entre meus e da minha irmã (alguns já estavam de lado há muitos meses, para mais uma doação). Vou dá-los também, um dia destes. Já os pus de lado. A custo, lá decidi também dar toda a minha colecção de livros de quadradinhos. E de livros infanto-juvenis como a colecção “Uma Aventura” (tinha todos), o Clube das Chaves, e outros avulsos. Custa-me desfazer-me de livros, ainda mais daqueles de que gostei tanto. Quando saía mais um da “Uma Aventura” ia logo comprá-la, chegava a casa, deitava-me sobre a cama a lê-lo e devorava aquilo em menos de 2 horas. Mas se eu os tirar da cave talvez outros miúdos cresçam com eles, a gostar de ler. :-) Tenho várias caixas de livros para dar, resta-me decidir a quem. Uma tarefa para quando tiver um tempinho livre.

Ao revolver tanta tralha encontrei uma coisa que há muito julgava perdida: a minha pasta de criações de moda. :-)

Reminiscências da adolescência
(Não acredito que não me dignei a fazer uma capa minimamente decente! :-P )

Quando tinha 13 anos, durante as férias de Verão passadas no monte da avó, no Algarve, deu-me para desenhar roupa. Coloquei uma pseudo-Barbie da minha irmã sobre uma folha de papel e desenhei os contornos da boneca. Depois fiz os ajustes. O resultado foi este, que me serviu de base para os desenhos posteriores:

Modelo base

Fiz imensos modelos, cerca de 100 (em dois verões, 94 e 95), de fatos de banho, vestidos de noite, etc. Exemplos:

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O meu estilo era muito a la Fátima Lopes, muitos buracos na roupa e carne à mostra. :-P

Não sei porquê, mas lembro-me que algures entre o 9º e o 12º anos, eu me considerava uma pessoa “não criativa”. Não sei por que tinha esta ideia, mas lembro-me de pensar isso. À medida que fui ficando mais velha, apercebi-me que até sou uma pessoa criativa, o que me surpreendeu bastante. Será que tem a ver com a sensação de “liberdade” para criar? Para arriscar, errar, sujeitar-me ao ridículo? Na escola não me considerava criativa, desenhava roupa, móveis e casas, construía cenas, em casa, nunca “em público”. Talvez fosse medo do ridículo, do fracasso. Até ao 12º ano sempre fui “top of the class” e isso criava expectativas nas outras pessoas, nomeadamente nos professores. Não tinha que me esforçar mais para as corresponder, mas sentia o desejo e a obrigação de não falhar nessas mesmas expectativas. E o nosso sistema de ensino não ensina nem fomenta a criatividade. Baseia-se em absorver informação e debitar respostas a seguir. Para mim isso era fácil, pois tinha boa memória (nos testes, eu via cada página dos livros na minha cabeça, quase bastava lê-las) e uma cultura geral muito avançada para a minha idade (resultado de ser uma ávida leitora e consumidora de cinema e TV). Os meus bons resultados nunca foram resultado de grande esforço e trabalho, mas sim de concentração nas aulas e leitura e sessões de decorar texto nas vésperas dos testes. A excepção eram os trabalhos e relatórios, que obviamente requeriam trabalho e onde sempre me esforcei e esmerei para os fazer o melhor possível. Na faculdade foi tudo ao contrário. A minha outrora reliable memória e capacidade de concentração esfumaram-se, e tudo era incrivelmente difícil. Nunca trabalhei e estudei tanto na minha vida. Não sei como não tenho o sistema nervoso queimado também, além de largos milhões de neurónios que foram sendo “implodidos”. :-P Ah, enfim, já me disperso. ;-)

Há dois livros que não consigo dar, não sei porquê inspiram-me uma sensação especial. São livros especiais, por algum motivo:

"Fadas, duendes e gnomos""O homem alto, a mulher baixinha"

Não sei se já tinha mencionado isto aqui, mas o meu gosto pela leitura e subsequente facilidade em escrever e os bons resultados escolares daí derivados, devem-se à minha mãe. Desde que me lembro de ser gente que ela nos comprava livros, nos lia histórias à noite, e muitas vezes simplesmente nos contava histórias que ia inventando à medida que ia falando. Ela sentada no meio das nossas camas, de luz apagada (só a luminosidade que vinha da sala, pela porta aberta), nós debaixo das mantas, e ela a contar-nos histórias absolutamente malucas e mirabolantes, são das memórias mais marcantes e prazenteiras que tenho da minha infância. A nossa minúscula casa para 4 estava cheia de dezenas e dezenas de livros do meu pai e da minha mãe: economia, política, filosofia, etc, etc. E sempre houve jornais e revistas em casa. Agora que penso nisso, eu cresci no meio de cenas para ler, está-me no ADN. :-) E sinto (e tenho lido artigos científicos a atestar o mesmo) que esse contexto foi determinante nas minhas capacidades intelectuais anos mais tarde, e pela vida fora. Não é só a matemática que “ginastica” e desenvolve o cérebro. Ler é fundamental.

Ainda encontrei outras cenas velhas giras, relacionadas com bicicletas, mas isso fica para outro dia. ;-)

País insustentável, intolerável

Na 5ª-feira passada, 22 de Novembro, fomos a Lisboa, ao lançamento do livro “País (In)sustentável“, da Luísa Schmidt, no Teatro S. Luiz (again!).

Não sabia do livro, foi através de um blog or something que soube disto, praí na véspera, e decidi ir. Leio a coluna da autora no Expresso desde que me lembro, gostei de ver aqueles documentários «Portugal – Um Retrato Ambiental», e tenho-a em boa conta, no geral. Bom, àparte de ela no final do último “Um Dia Por Lisboa” ter dado convites para o lançamento do livro a pessoas com quem nós estávamos a conversar mas não a nós, à nossa frente. Na altura não sabia o que era, agora já sei. Enfim, também não tem importância, foi só um pormenor. :-P

Nunca tinha ido ao lançamento de um livro, e fui mais para saber como era. Posso comprar o livro noutro sítio qualquer. Afinal ali era mais barato uns 5 € e aproveitei o desconto. ;-)

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Não, no final não fui “falar com a autora”, nem pedir um autógrafo. O que iria dizer? “Ah, gosto muito do seu trabalho.” Ou outros clichés do género? Eu não conheço a mulher! E não sei fazer conversa, já sabem. :-P E também não fomos petiscar depois, afinal, não fomos convidados. lol

Foi uma viagem multimodal: carro + bicicleta para lá, bicicleta + Metro + carro para cá.

No Metro

Já tenho bastante experiência de utilização da Mobiky com o Metro e há cenas que me lixam o juízo. Porque é que a política de mobilidade e acessibilidade não é uniforme em TODAS as estações? Numas há elevadores, noutras não…

No elevador do Metro de Lisboa

Numas vêem-se placas para esses mesmos elevadores, noutras andamos feitos parvos a tentar vê-las. Numas há escadas rolantes além das escadas normais.

Nas escadas rolantes do Metro de Lisboa

Noutras só há escadas normais. Noutras há escadas rolantes mas só nalguns troços das escadas normais, ou só nalgumas entradas… F***-se! Uma pessoa tem que saber à partida que estações vai usar para se certificar de que consegue entrar e/ou sair de lá (assumindo que já as conhece). Isto admite-se? Para mim isto apenas me rouba tempo e torna a minha viagem mais cansativa, quando não habia nexexidade. Pego na bicicleta e lá subo ou desço as escadas. Claro que ao fim de 4 ou 5 ou 6 vezes em que tive que a carregar (quando ela está preparada para eu a levar a rolar ao meu lado!) já começo a questionar a minha opção de ter optado ou pela bicicleta ou pelo Metro. Geralmente quem perde é o Metro porque ou vou o caminho todo de bicicleta ou substituo o Metro pelo carro… (Hey Metropolitano de Lisboa, take a damn HINT!!). Mas e se for uma pessoa com um miúdo num carrinho? Ou uma pessoa em cadeira-de-rodas? Ou um idoso ou outra pessoa com mobilidade algo limitada/condicionada? Porque é que estas pessoas não se vêem no Metro em grande quantidade? Hein? Talvez porque o Metro não serve as suas necessidades. Por isso ou ficam em casa (muitos dos deficientes) ou compram um carro e usam-no intensivamente quer queiram quer não, quer gostem quer não, quer o consigam sustentar quer não (famílias com filhos)!! A sério, isto revolta-me. E sinto-me impotente e é uma sensação horrível. E gostava de ter energia e combater o conformismo e lutar, fazer alguma coisa mais útil que postar fotos das asneiras deste país e blogá-las. Aaargh! :-(

No site deles: “Aconselhamos as pessoas de mobilidade reduzida a viajarem acompanhadas.” No shit!! Claro, elas precisam de alguém que as ajude a localizar os elevadores, quando existam, ou que vá “chamar alguém” para inventar ou lhes indicar uma maneira de saírem dali. Ora, todos os utentes do Metro (ou de qualquer outro transporte público), se pagam o mesmo que toda a gente pelo bilhete, deveriam ter condições para usar os serviços de uma forma independente e fluida. Se eu não posso chegar e sair dos cais de embarque de forma autónoma e rápida, sem ter que esperar e perder tempo a pedir ajuda e a usar infrastruturas “especiais” ou condicionadas, mais vale comprar um carro, porra!! Como está, seria mais justo colocarem nas entradas das estações sinais e dizer “se traz carrinhos ou cadeiras-de-rodas, esqueça, isto não serve para si. Apanhe um táxi, vá a pé ou desista”. Os transportes públicos não podem ser uma não-escolha dos seus utentes, não podem ser o último recurso, porque assim só vão atrair os que não têm dinheiro para comprar e manter um carro, ou andar de táxi. Os transportes públicos têm que atrair utentes porque são melhores alternativas do que ir de carro, ou a pé ou de bicicleta (e não devido à falta de condições dignas para estes modos!).

*sigh*

Aquilo começou às 18h e já era de noite quando íamos para lá (chegámos uns 15 ou 20 minutos atrasados). Passámos pela ciclovia do Campo Grande para fugir aos carros, mas a ciclovia não tem iluminação absolutamente nenhuma, e está toda cheia de caruma e folhas, além de rachas e outros danos no piso.

Na ciclovia ÀS ESCURAS do Campo Grande

Há iluminação nas vias do lado esquerdo e do lado direito, destinadas aos carros (e às bicicletas cujos condutores não temam pela vida a circular num local multi-faixas e onde as latas andam a velocidades MUITO acima dos 50 km/h legais…), que têm luz própria para dar e vender, mas a ciclovia pode ficar às escuras para ser insegura pela infrastrutura e pelo ambiente propício a assaltos… Mas alguém percebe este povo?

Para lá, íamos a descer a Av. Fontes Pereira de Melo e estava fila, hora de ponta. Houve uma gaja que tinha um problema qualquer com bicicletas e então “ultrapassava-nos” para se tentar meter à nossa frente. Atenção, estava tudo parado, muitos carros, semáforos uns atrás dos outros. Qual era a necessidade? Tipo, parece que se pica de estarmos à frente dela, e não pode ser. Ela não nos apitou, simplesmente teve uma atitude imbecil, o que ainda não é crime, infelizmente. :-P A primeira vez que me fez aquilo, passou-me rente (mesmo que a baixa velocidade), para parar 50 cm à minha frente, dei-lhe uma Airzoundzada logo. :-P Adoro, o pessoal nunca está à espera de uma buzinadela de um ciclista, muito menos de uma tipo camião vinda de uma mini-bicicleta como a Mobiky. lolol Ao menos sempre me vou divertindo com estas pequenas desgraças inconsequentes do trânsito. :-D Bom, ela continuou a fazer aquilo a seguir, mas já não passou perto… ;-)

No dia seguinte, 6ª-feira, voltei a Lx, e meti-me em novas aventuras. :-P Logo blogo sobre as minhas peripécias, quando der. ;-)

A desilusão com os delírios dos tradutores…

Já estou habituada a constatar verdadeiros atentados em legendas de filmes, séries, talk shows, etc. Mas ver uma coisa destas na capa de um livro deste calibre é sempre inesperado…

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Realmente, fica tão parecido que é tentador, mas “The God Delusion” não significa “A Desilusão de Deus”. Estive mesmo, mesmo quase a comprar este livro no outro dia, na FNAC, mas queria a versão original, acho até que era uma versão “de bolso”. Queria a original porque não confio nas traduções e não queria perder o sentido do que o autor diz. Com uma capa destas nem dei hipótese à versão portuguesa. Só não comprei porque compro livros por impulso, adoro ler, adoro livros, mas a velocidade a que os acumulo ultrapassa em muito a velocidade a que os leio. :-P Daquela vez consegui conter-me. ;-) Mas hei-de lê-lo, um dia… :-P

Livros técnicos para vender

Livros técnicos para vender

Molecular Cell Biology” | 5ª Ed. | Lodish, Darnell, et al |Freeman | 53 € (83.33 € 6ª Ed.)

Fundamentals of Biochemistry” | 1ª Ed. | Voet, Voet, Pratt | Wiley | 40 € (52 € 2ª Ed)

Organic Chemistry - Structure and Function” |3ª Ed. | Vollhardt, Schore | Freeman | 40 € (75 € 5ª Ed.)

Study Guide and Solutions Manual for Organic Chemistry - Structure and Function” |3ª Ed. | Freeman | 29 € (59 € 4ª Ed.)

Química” | 5ª Ed. | R. Chang | Macgraw Hill | anotado | 25 € (60 € 8ª Ed.)

Essentials of Molecular Biology” 3ª ED. | Malacinski, Freifelder | Jones and Bartlett | anotado | 30 €

International Edition “Brock Biology of Microorganisms” | 10ª Ed | Madigan, Martinko, Parker | Prentice Hall | 50 € (73.45 € 11ª Ed)

Biologia Microbiana” | 1996 | A. Madeira, A. Fonseca | Universidade Aberta | 7 € (10.20 €)

Cinética Química” | 2003 | João Sotomayor | Lidel | 10 €

Biologia Molecular e Celular” | 1998 | Stansfield, Colomé, Cano | Macgraw Hill | anotado | 20 € (28.50 €)

Engenharia Genética - Princípios e Aplicações” | 2001 | Arnaldo Videira | Lidel |10 € (14.95 €)

Nomenclatura dos Compostos Orgânicos” | 1ª Ed. | L. Campos, M. Mourato | Escolar Editora | 8 € (16.90 € 2ª Ed.)

Biotecnologia - Fundamentos e Aplicações” | 2003 | N Lima, M. Mota | Lidel | 28 € - (35 €)

Alguém interessado? bananalogic @ gmail . com