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E-Mobility e Flexis

Amanhã, 27 de Março, vai decorrer nos Paços do Concelho de Odivelas, a partir das 9h, o Seminário Final em Portugal de apresentação dos sub-projectos E-Mobility e Flexis, no âmbito da Operação Quadro Regional – MARE, iniciativa comunitária INTERREG IIIC:

Esta operação visa melhorar a eficácia das politicas e dos instrumentos de desenvolvimento regional através de troca de informação e partilha de experiências e boas práticas em torno do termo Mobilidade e Acessibilidade Metropolitana, com vista à criação e desenvolvimento de uma estratégia integrada de mobilidade, que assegure a qualidade de vida e contribua para o desenvolvimento sustentável em cada região participante. Participam os Municípios de Odivelas, Loures e Barreiro, INTELI – Inteligência e Inovação, Centro de Inovação, em parceria com outros participantes de Espanha e Itália.

[Fonte: Nova Odivelas]

Isto está relacionado com o MobQua, são sub-projectos do mesmo projecto europeu.

MobQua

O seminário foi dos mais interessantes em que tenho participado, pelas pessoas que intervieram, pelos projectos e temas apresentados.

Seminário final do MobQua

Gostei. :-) Embora algumas coisas avançadas por alguns dos intervenientes me pusessem um bocado ansiosa na expectativa do que aí vem em termos políticos e mediáticos relativamente à promoção do uso da bicicleta… Algumas fotos disponíveis aqui. E é giro ver muitas das mesmas caras nestas coisas. Chego à conclusão que há pouca gente a trabalhar ou interessada nisto… Devo ser a única que anda ali em turismo, sem trabalhar em nenhuma Câmara ou empresa de consultoria or something like that. Outros no dia de folga vão ao cinema, à praia,… Eu vou a conferências como hobby. I need to get a life. :-P

Na estação de comboios em Oeiras reparei que instalaram outra bike rack, mas a opção foi por um wheel bender:-( No parque antigo duas bicicletas estavam caídas…

Novo estacionamento para bicicletas junto à estação de comboios de Oeiras Fallen bikes

Antes passei por um terreno onde andavam duas vaquinhas a pastar. Foi estranho, porque geralmente vejo estes animais sempre muito quietos e “parados”, e aqui elas estavam a brincar, corriam de um lado para o outro e,… Como cães ou gatos. Senti-me mal por comer carne de vaca. Bom, na verdade é muito raro, mas still

Vaquinhas a brincar

Desta vez não fui de bicicleta, mas vi duas estacionadas nas redondezas, além de motas.

Motas e bicicletas estacionadas no já exíguo passeio Distribuição modal, sort of

Da última vez que fui ao CIUL, a uma conferência das Sessões Ponto de Encontro, fui de bicicleta. Fui a pedalar até Paço de Arcos, levei a bicicleta comigo no comboio, e depois pedalei até Picoas. O problema foi estacionar. Não queria deixá-la na rua e num passeio tão pequeno. Aí lembrei-me da discussão na mailing-list da MC e resolvi tentar o parque de estacionamento subterrâneo quando reparei que havia ali um. O funcionário foi excelente e embora não houvesse um lugar para bicicletas (o das motas não dava por não ter nada onde prender), deixou-me pô-la num canto sob o seu ângulo de visão. Correu tudo bem. :-)

O edifício do CIUL é novo, mas a vista para as traseiras é péssima, edifícios podres, abandonados,…

Lisbon's backyards - some are ugly... Lisbon's backyards - some are ugly...

Ando um bocado sem tempo, ultimamente, e há mails que demoro dias a responder. Aos visados, sorry. ;-)

Seminário sobre projectos-piloto de mobilidade suave em Lisboa

Uma cena muito interessante (já me inscrevi, claro):

Seminário final do sub-projecto MobQua (1), no dia 17 Março de 2008, a ter lugar no CIUL, (R. do Viriato, 13 - Picoas Plaza) com início às 9h00. Será abordada a temática da Mobilidade Suave, com a descrição de alguns casos piloto em Lisboa, Génova e Valência (Picanya). MobQUa é um sub-projecto europeu do MARE (Interreg IIIC) de promoção de mobilidades suaves no interior dos bairros.
Inscrições gratuitas e limitadas: dmpu.dpi@cm-lisboa.pt. Programa:

seminariomobqua.jpg

Carsharing em Portugaaaaaal!

Carris lança primeiro serviço de carsharing em Portugal!Hooray! A Carris vai lançar em Setembro deste ano o primeiro serviço de carsharing no nosso país! :-D Cool! Na fase inicial vai disponibilizar 10 carros, e os parques serão no Cais do Sodré, Gare do Oriente, Campo Pequeno, Marquês de Pombal e Campo de Ourique.

Meus amigos, há esperança neste país! :-P Quem sabe daqui a uns anos já há em Oeiras e posso dar-me facilmente ao “luxo” de não ter carro? Sweet!

Workshop “Livro Verde Para uma Nova Cultura de Mobilidade Urbana”

Fui a este workshop no passado dia 13 de Fevereiro. Decorreu no CCB e foi organizado pelo IMTT (um novo instituto que incorporou as antigas DGV e DGTTF). Na verdade não foi um workshop, foi mais uma conferência…

Aquilo foi dividido em 7 temas:

1 - Vilas e cidades descongestionadas
2 - Vilas e cidades mais verdes
3 - Transportes urbanos mais inteligentes
4 - Transportes urbanos mais acessíveis
5 - Transportes urbanos seguros
6 - Criação de uma nova cultura de mobilidade urbana
7 - Recursos financeiros

De manhã decorreram em paralelo 4 sessões, cada uma dedicada a um dos 4 primeiros temas. Foi-me difícil escolher, queria ir a todas, mas tendo que optar, escolhi o tema 4.

Workshop IMTT: Livro Verde para uma Nova Cultura de Mobilidade

Teoricamente, os temas 5 e 6 seriam tratados transversalmente em todas as sessões. De tarde seria discutido o tema 7, na última sessão do dia.

Workshop IMTT: Livro Verde para uma Nova Cultura de MobilidadeWorkshop IMTT: Livro Verde para uma Nova Cultura de Mobilidade

Na verdade, o tema 5 foi “esquecido”. Pelo menos nas sessões em que participei (4 e 7)… Foi neste tema que vi o parágrafo que me “indignou”:

009/365 || 13 Fevereiro 2008

A propósito do “comportamento mais prudente”:

Para aumentar a consciencialização dos cidadãos sobre o seu comportamento na estrada, há que dar prioridade a campanhas de educação e informação. Sugere-se a organização de campanhas de segurança e de iniciativas especiais de formação dos jovens e a consagração de uma das próximas jornadas europeias de segurança rodoviária às zonas urbanas. As partes interessadas sugeriram também que se fomentasse o comportamento prudente dos ciclistas, promovendo, por exemplo, a utilização de capacetes em toda a Europa ou a investigação sobre desenhos de capacetes mais ergonómicos. A aplicação mais severa do código da estrada é igualmente essencial para todos os motociclistas, condutores de ciclomotores e ciclistas. As partes interessadas sugeriram que a UE apoiasse actividades de vulgarização de dispositivos de controlo activo nas vilas e cidades para todos os utentes da estrada.

A melhor sugestão para um comportamento mais prudente por parte dos ciclistas é que estes usem capacete?!… Eu pensava que o mais importante, relevante e urgente fosse ensiná-los a circular na estrada em segurança, e ensinar os outros utentes da estrada a respeitá-los e a agir de forma a não colocar em risco a sua segurança…

E depois consideram ainda igualmente essencial a aplicação mais severa do código da estrada justamente aos elementos mais fracos da “cadeia alimentar rodoviária” e aos que estão mais vulneráveis aos erros cometidos por eles próprios e por todos os outros utilizadores da estrada… Eu pensava que urgente e essencial era aplicar o CE mais severamente aos condutores de máquinas de várias toneladas, homicidas e fazedores de caos urbano em potência…

Fquei a saber também que «em 2005, morreram nas estradas da UE 41 600 pessoas», estando «ainda muito longe o objectivo comum de 25 000 acidentes mortais por ano até 2010». Há que ser realista, mas estes objectivos são um bocado sinistros. :-P

Esperava deste workshop algo mais como a sessão participativa do campus verde, na FCT, ou a da Agenda XXI Local de Oeiras, mas não, foi muito tradicional e pouco interactiva…

Aprendi algumas coisas, mas foi mais interessante por ter lá encontrado algumas pessoas conhecidas do que outra coisa. Infelizmente, as minhas social skills ainda me inibem muito e sou incapaz de ir e meter conversa facilmente seja com quem for, ainda mais se não as conheço já… :-(

De qualquer modo, o que me chateia nisto é que estou farta de ir a conferências e afins nos últimos anos e nada muda. Falam bem mas não fazem nada. O problema é sempre outro, quem tem poder é sempre outro. E assim vamos, estagnados e atrasados… Estou farta de conversa de chacha, quero fazer alguma coisa, quero encontros e reuniões de realização e não de exposição e desfile de vedetas e bons fatos e currículos.

Provavelmente para inglês ver, mas os contributos para a discussão pública deste Livro Verde Para uma Nova Cultura de Mobilidade Urbana são bem-vindos e podem ser enviados por e-mail ou colocados directamente no site do Livro Verde no IMTT, em cada uma das secções/temas.

Subtilezas da inconsciência

Neste tipo de situações, por que é tão raro ver a carrinha estacionar em paralelo, ocupando vários lugares de estacionamento, em vez de simplesmente “comer” os passeios? Por que é que, quase inconscientemente, respeitamos infinitamente mais as pessoas dentro de carros do que as que estão a pé?

É o paradigma cultural...

Mensagens subliminares

O paradigma da supremacia do automóvel revela-se nos mais inesperados (or not) detalhes:

Maldito mindset, bolas!

O passeio já é pequeno, adivinhem onde colocaram os aparelhos de controlo de passagem de automóveis no Bairro Alto?…

Lisboa: esta cidade está a morrer com uma imensidão de pequenos e grandes AVCs - está bloqueada e entupida

Há uns meses fui a Lisboa tratar de um assunto ali perto de Entrecampos. Fui durante a tarde, o que me impossibilitou de fazer: bicicleta + comboio + bicicleta, como me tinha apetecido, porque para ir, tudo bem, mas para voltar já não dava para trazer a bicicleta no comboio… Fui então de carro + bicicleta dobrável. Conduzi até ali na zona do Alto dos Moinhos e estacionei - havia muitos lugares, e gratuitos. Mas depois surgiu a dúvida: como raio passo daqui para ali (junto da Universidade Católica), se não posso passar pela Av. Lusíada? Não me pareceu ter passeio, pelo menos do lado da estrada onde eu estava. Desci, acabei por ir apanhar o Metro nas Laranjeiras e,… enfim, foi uma tarde estúpida em termos de acessos e mobilidade, nem vale a pena recordar… No regresso, saí na estação da Cidade Universitária ou do Campo Grande, não me recordo bem. E vim a pedalar pela estrada entre o Hospital Santa Maria e o campo desportivo da Cidade Universitária. Chego aos semáforos, sigo pela estrada, novos semáforos e aqui ponho-me no passeio e atravesso numa passadeira junto à mesquita. E sigo por ali, há uma estrada paralela à Av. Lusíada para onde se pode entrar para aceder à tal mesquita.

Desvio para os automóveis acederem à Mesquita
(vista de baixo)

Chego ao fim, há um stop, e acaba o passeio. Mas descobri, satisfeita, que o viaduto contempla uma passagem para peões, alcatroada. :-) E sigo por ali a pedalar na minha fiel Mobiky.

Início do passeio sobre o viaduto da Av. Lusíada

Passo em frente à Loja do Cidadão e vejo uma bike estacionada à porta. :-)

Bicicleta à porta da Loja do Cidadão, nas Laranjeiras

É fixe haver o passeio mas a manutenção do mesmo não existe. Comparem a limpeza da estrada dos carros com a das pessoas:

Estado de limpeza da estrada Estado de limpeza (NOT!) do passeio...

A Av. Lusíada é a maneira mais directa de ligar o Campo Grande ao Alto dos Moinhos (zona do Media Markt e assim). Mas só contempla os automóveis, não há vias para peões! Agora digam-me como é isto possível? E Lisboa está cheia de situações destas. E Oeiras! Isto é uma injustiça social. E um erro in so many ways

A meio do viaduto cruzei-me com outra pessoa. Mas quase chegada ao fim, começo a indagar-me se aquilo será mesmo um passeio… Afinal, está a começar a afunilar…

Passeio (?) no viaduto da Av. Lusíada Ho oh...

Reparem na (já escassa) largura da via antes de começar o afunilamento e depois de o mesmo se instalar:

Largura antes de começar a afunilar Já afunilado...

E a coisa começa a ficar mesmo complicada…

É este o respeito que a CML tem pelas pessoas, pelos peões

Mas olho para os lados e para o carros há 3 faixas em cada sentido à minha esquerda, duas à direita, e montes de espaço de estacionamento…

Moooontes de espaço para os carros pararem, estacionarem ou circularem... Agora é suposto o peão teletransportar-se para o outro lado

E depois, a machadada final. E agora? Salto? Teletransporto-me?

E agora, salto ou não salto?São sempre reconfortantes as surpresas que esta cidade nos reserva

Não podiam ter feito isto menos hostil, não? Yup, é um degrau e uma rampa

Mesmo depois de saltar, fico muito vulnerável no meio de um saída de uma estrada muito movimentada, e sem passadeira, nem passagem aérea ou o que seja, para atravessar em segurança para o outro lado… Se no início do viaduto houvesse um aviso, ok, agora andar aquilo tudo a pensar que há continuidade na estrutura viária pedonal e depois deparar-me com esta triste realidade,… *sigh*

Quando o espaço público apresenta este nível de qualidade, conforto, segurança, eficiência, é apenas compreensível que os ricos construam condomínios privados que recriem o que o exterior deixou de oferecer. A mania dos mega-centros comerciais que recriam as zonas de comércio tradicional, com as suas ruazinhas e praças e dos condomínios fechados com jardim, sossego e segurança onde se possam deixar as crianças brincar é uma reacção ao espaço urbano hostil que as cidades oferecem cá fora…

Hospital dos Lusíadas

Tudo para os carros, nada ou muito pouco para os peões e similares…

Espaço em excesso para os carros estacionarem (raros são os que são assim tão longos...) Como querer que as pessoas não levem o carro para chegar a um local a menos de 500 mts de distância?

Como convencer as pessoas a não usarem o carro para chegarem a locais a apenas 500 metros de distância?…

Os carros têm estradas e espaços para estacionamento à larga.

Espaço para os peões circularem vs. espaço para os carros circularem + espaço para os carros estacionarem...

Os peões não têm direito a larguezas.

Espaço reservado aos peõesLargura do passeio = comprimento da Mobiky

E o pouco espaço que lhes é dado ainda é local de eleição para plantar coisas, na maior parte das vezes dedicada aos automobilistas, como sinais de trânsito, semáforos, parquímetros, etc.

Não podiam ter posto o poste ao lado do passeio, tinha mesmo que ser em cima

E são sempre mais uma opção para estacionar o carrinho…

É preciso ter lata...

Os políticos deveriam ser obrigados por lei a deslocar-se de transportes públicos, a pé e de bicicleta, só podendo usar o carro em 20 % do tempo, para que não permitissem que se construíssem cidades assim: absurdas.

Perspectivas díspares do mesmo problema e do mesmo evento

Comparem isto com isto. Alguns remarks breves (os bolds são meus):

Na opinião de Madalena Castro, “a decisão em matérias desta natureza deve depender também do conhecimento directo do terreno, pois só assim as políticas de proximidade, e particularmente a política de transportes, servirão o cidadão”.

Nota-se o conhecimento que os decisores autárquicos têm do “terreno”, uma pessoa percebe logo que eles têm imeeeeeeeensa experiência a circular de transportes públicos, a pé ou de bicicleta por Oeiras…

Recorde-se que o seminário “Melhor Mobilidade, Melhor Oeiras” foi promovido pela Oeinerge – Agência Municipal de Energia e Ambiente de Oeiras em parceria com a Câmara Municipal e visou sensibilizar autarquias, empresas e público em geral para a importância da gestão da mobilidade a nível local, concretamente através de acções que permitam melhorar a qualidade de vida.

Pffff! Viu-se o esforço de sensibilização na divulgação que o evento teve junto das massas, a afluência estrondosa de “público em geral” e “empresas” e no interesse demonstrado em ouvir o “público em geral” que se dignou assistir àquilo e ainda se deu ao trabalho de (tentar) participar activamente na discussão.

Para além de um enquadramento da temática, com a apresentação pública dos resultados do ‘Estudo de Mobilidade e Acessibilidades de Oeiras’, com a divulgação do ‘Serviço Combus’ e com o lançamento do ‘Consultório de Mobilidade, Energia e Ambiente’, o seminário constituiu-se como um espaço de debate e discussão acerca da temática dos transportes e da mobilidade sustentável.

lol Grande debate, sim senhor. A democracia participativa no seu melhor.

Assinale-se que a apresentação pública de projectos e iniciativas que caracterizam as políticas locais ligadas à mobilidade sustentável em Oeiras tem ocorrido, anualmente, no âmbito da Semana Europeia da Mobilidade.

Claro, para apresentar trabalho em dia solene, para europeu ver.

Mais sobre as “ruas nuas”

Um vídeo britânico interessante sobre esta temática das “ruas nuas” (naked streets) disponível aqui.

Interessante, como os semáforos provocam congestionamentos, em vez de fazer o trânsito fluir melhor, como se pensaria à partida… Também aumentam a poluição (pára-arranca, acelerações rápidas seguidas de travagens nos semáforos logo a seguir).

A look into our future?

É na Inglaterra, mas já se vêem algumas destas questões por cá, mesmo que em menor escala. Se fôssemos uns tipos inteligentes aprendíamos com os outros e evitávamos trilhar os mesmos caminhos, why not jump throught some of the mistakes?

É um documentário da BBC:

A Grâ-Bretanha está à beira de uma escalada na crise de road rage. Filmando em algumas das ruas do Reino Unido mais congestionadas pelo trânsito, esta investigação especial expõe o quão má a situação se tornou, à medida que a violência e abusos na guerra entre motoristas, ciclistas, políticos e polícia entra em escalada sem nenhuma solução à vista.

Durante décadas, o sempre crescente número de motoristas no Reino Unido têm sido reis da estrada; pagando impostos e taxas de combustível, eles acreditam que as ruas lhes pertencem. Mas agora o equilíbrio de poder está a mudar. Números crescentes de ciclistas e peões estão a exigir, e a exercer, direitos iguais à estrada e a raiva em cada facção está a aumentar.

Encontrado via o fantástico Streetsblog.

Cuter Scooter

Eléctrica, leve, dobrável, e com preço acessível. E até pode ser levada a rolar ao lado, dobrada, como a Mobiky. ;-) Cool! :-)

scooter-2-enlarged.jpg

Conversas sobre bici cultura & política

Hoje, a partir das 16h, em Lisboa. A manter-se, a chuva deve cancelar os bike smoothies planeados, mas o resto está confirmado. :-(

Acho muito bem!

Oportunidade de negócio: serviço de acompanhantes de pessoas em cadeiras-de-rodas que fossem abrindo caminho com métodos destes… :-P

Morreu um engenheiro de tráfego revolucionário

Hans Monderman, o engenheiro de tráfego holandês conhecido pelos seus inovadores planos de “espaço partilhado” enfatizando a interacção e negociação humanas em vez da obediência cega aos aparelhos de controlo de tráfego mecânicos, morreu ontem. Para saberem mais, leiam o post (e sigam os links) no Streets Blog.

Esta abordagem atrai-me, pois muitas vezes ao conduzir de carro dentro da cidade sinto que há demasiada sinalização vertical, semafórica e no chão a exigir a minha atenção e sinto que em vez de me concentrar nos outros carros, ciclistas e peões tenho a atenção dispersa pelos inúmeros sinais que tenho que visualizar, registar e compreender para não incorrer em nenhuma infracção ou acidente. E depois há a dispersão espacial e falta de uniformidade na posição e tipo de suporte das indicações como ruas, institutos, etc.

Gostava de um dia visitar os locais em que o Hans implementou este sistema.