Edifícios dinâmicos e auto-suficientes energeticamente.
[Via]
“Life is not about finding yourself, life is about creating yourself”.
Já estou habituada a constatar verdadeiros atentados em legendas de filmes, séries, talk shows, etc. Mas ver uma coisa destas na capa de um livro deste calibre é sempre inesperado…
Realmente, fica tão parecido que é tentador, mas “The God Delusion” não significa “A Desilusão de Deus”. Estive mesmo, mesmo quase a comprar este livro no outro dia, na FNAC, mas queria a versão original, acho até que era uma versão “de bolso”. Queria a original porque não confio nas traduções e não queria perder o sentido do que o autor diz. Com uma capa destas nem dei hipótese à versão portuguesa. Só não comprei porque compro livros por impulso, adoro ler, adoro livros, mas a velocidade a que os acumulo ultrapassa em muito a velocidade a que os leio.
Daquela vez consegui conter-me.
Mas hei-de lê-lo, um dia…
“Molecular Cell Biology” | 5ª Ed. | Lodish, Darnell, et al |Freeman | 53 € (83.33 € 6ª Ed.)
“Fundamentals of Biochemistry” | 1ª Ed. | Voet, Voet, Pratt | Wiley | 40 € (52 € 2ª Ed)
“Organic Chemistry – Structure and Function” |3ª Ed. | Vollhardt, Schore | Freeman | 40 € (75 € 5ª Ed.)
“Study Guide and Solutions Manual for Organic Chemistry – Structure and Function” |3ª Ed. | Freeman | 29 € (59 € 4ª Ed.)
“Química” | 5ª Ed. | R. Chang | Macgraw Hill | anotado | 25 € (60 € 8ª Ed.)
“Essentials of Molecular Biology” 3ª ED. | Malacinski, Freifelder | Jones and Bartlett | anotado | 30 €
International Edition “Brock Biology of Microorganisms” | 10ª Ed | Madigan, Martinko, Parker | Prentice Hall | 50 € (73.45 € 11ª Ed)
“Biologia Microbiana” | 1996 | A. Madeira, A. Fonseca | Universidade Aberta | 7 € (10.20 €)
“Cinética Química” | 2003 | João Sotomayor | Lidel | 10 €
“Biologia Molecular e Celular” | 1998 | Stansfield, Colomé, Cano | Macgraw Hill | anotado | 20 € (28.50 €)
“Engenharia Genética – Princípios e Aplicações” | 2001 | Arnaldo Videira | Lidel |10 € (14.95 €)
“Nomenclatura dos Compostos Orgânicos” | 1ª Ed. | L. Campos, M. Mourato | Escolar Editora | 8 € (16.90 € 2ª Ed.)
“Biotecnologia – Fundamentos e Aplicações” | 2003 | N Lima, M. Mota | Lidel | 28 € – (35 €)
Alguém interessado? bananalogic @ gmail . com
“We were made to walk and for 99% of human existence, that’s how we moved, by walking. Walking is healthy for the heart, the mind and the soul.”
– David Suzuki
Em Toronto, irá decorrer entre 1 e 4 de Outubro um congresso sobre como tornar as cidades mais “caminháveis”: “Walk21 – Putting pedestrians first”. Design urbano, campanhas, Pedibuses, segurança,… Como eu adoraria ir a isto…

(foto tirada durante o Festival do Táxi, de um slide sobre o conceito de Pedibus)
Ora aqui está um tema muito actual e muito crítico! É em Lisboa, a 28 de Novembro de 2007.
Ainda no tópico da agricultura urbana, outro site sobre um projecto de quinta ou fazenda vertical. Tem um texto em português do Brasil.
Vantagens da agricultura vertical:
1. produção durante o ano inteiro.
2. eliminação da contaminação do solo por fertilizantes, pesticidas, fungicidas.
3. redução significativa do uso de combustíveis fósseis (máquinas de fazenda e transporte das colheitas).
4. utilização de propriedades abandonadas ou sem uso.
5. independência de condições climáticas capazes de sabotar o plantio ou a colheita.
6. possibilidade de sustentabilidade aos centros urbanos.
7. tratamento de esgoto (incluindo águas provenientes de banhos, lavadoras de prato e roupas, etc) em água potável.
8. melhor aproveitamento energético com a geração de metano.
9. geração de emprego urbano.
10. redução no risco de infecções causadas por organismos e ou transmitidas por vetores que vivem na interface agrícola.
11. restauração das funções e serviços do ecossistema nas terras cultiváveis da zona rural.
12. melhor controle entomológico através do gerenciamento adequado do lixo.
Na onda dos telhados verdes e da Ecopolis, tenho passado os olhos por alguns projectos – uns implementados outros apenas conceitos – de quintas urbanas. Uns em barcos, outros em arranha-céus, outros subterrâneos (site original aqui).
É interessante ver surgir estas novas ideias. A galopante “urbanização” do mundo vai exigir formas inovadoras de tratar estas questões básicas, como a alimentação da população e a mobilidade de pessoas e mercadorias.
A propósito, a SIC passou há tempos uma reportagem sobre hortas urbanas em Lisboa!
Que era preciso ser muito louco para ser cientista já eu sabia, mas desconhecia a que ponto a geekness científica pode ir.
Exemplos:
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[Fonte]
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[Fonte]
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[Fonte]
Acho is tão awesome que não há palavras.
Obrigada ao Bruno pela dica.
«O Biocant Park – Parque de Biotecnologia de Portugal, com o apoio do Programa Ciência Viva, vai ter um espaço laboratorial exclusivo ao qual chamou Centro de Ciência Júnior. Este Centro pretende sensibilizar os jovens Portugueses para o ensino experimental das Biociências bem como para a importância de uma atitude empreendedora.
O modelo idealizado para este espaço não se esgota na demonstração e divulgação, mas requer uma participação activa dos jovens, fazendo com que se sintam investigadores e empreendedores, tomando eles próprios a iniciativa, mediante a orientação de um tutor ou professor. O Biocant Park pretende contribuir, assim, de uma forma activa, para o reconhecimento do valor social e económico das Biociências.
A inauguração do Centro de Ciência Júnior terá lugar no dia 27 de Junho, pelas 9:00h, no edifício sede do Biocant Park.
A apresentação do Centro de Ciência Júnior será feita com demonstrações experimentais levadas a cabo por grupos de alunos dos 1º, 2º e 3º ciclos do ensino básico de uma escola local.»
[Via]
Introverts aren’t just less sociable than extroverts; they also engage with the world in fundamentally different ways. (…)
Contrary to popular belief, not all loners have a pathological fear of social contact. “Some people simply have a low need for affiliation,” (…)
Previous MRI studies have shown that during social situations, specific areas in the brains of loners experience especially lively blood flow, indicating a sort of overstimulation, which explains why they find parties so wearying. (…)
Acho que… that’s me, a loner. I used to be a lonely loner, and even had some times where I was not so loner but have always been lonely. You know, even with friends and with people around and going places and socializing. Always felt alone, like I could not truely connect to others. Like I never belong anywhere (group ou place). I realized it made me feel even lonelier and even more inadequate and alien and like I don’t fit. I longed for friends and socializing with them and with other people, and most of the times I just felt like a failure afterwards. Now I only have 1 person I call “friend”, and haven’t really socialized much with anybody outside my family. Funny enough, I usually feel much better now, I don’t feel lonely. I don’t miss anything or anyone. I like to be alone, I enjoy it, it works for me. This whole thing has some pretty obvious disadvantages (weak social safety net, and so on), but it’s who I am. I will always be a loner. I haven’t been lonely since I found my boyfriend. I hope I never have to feel that overwhelming, crushing feeling of being completely alone and alien in the world, I had all my life before we met and became so close.
Reading this made me feel less ackward, there’s other people out there who share some of these not-mainstream features.
Maybe I’m not from Mars, afterall. Or maybe there are more Martians on Earth than I supposed. ;-P
«A Genzyme Portugal atribui o Prémio “Biotec nas Escolas” aos três melhores textos sobre o Presente e Futuro da Biotecnologia, sendo o tema concreto “Biotecnologia:- Sua Relação com a Medicina”, redigidos por alunos do 10º, 11º e 12º anos, do agrupamento Científico-Natural do ensino secundário português, do ano lectivo 2006/2007, que frequentem uma das seguintes disciplinas : “Biologia”, “Biologia e Geologia” e “Biologia Humana”.
O objectivo deste prémio consiste em incentivar, junto dos estudantes de Biologia, o interesse pelo tema da Biotecnologia, enquanto área central para o futuro e o desenvolvimento de áreas tão importantes como a Saúde e a Tecnologia em Portugal e na Europa. Acima de tudo, pretende-se que futuros profissionais na área das Ciências, sejam motivados a compreenderem a importância da Biotecnologia e a identificarem novos caminhos possíveis de investigação e actuação.»
Mais info no site oficial.
Uma peça muito interessante acerca das consequências inesperadas de algumas medidas de segurança e protecção. Já conhecia estas histórias, excepto a das aspirinas, mas é fixe ter tudo junto num só vídeo.
Eu, quanto ao capacete, ora uso ora não uso. E a única coisa que posso garantir é que eu me sinto mais segura com capacete, e isso tende a expressar-se na minha condução (talvez um pouco menos defensiva que o costume). Quanto ao espaço extra dado pelos motoristas, penso que haverá uma tendência a ocorrer quando não levo capacete, sim, mas não é uma impressão lá muito “científica”.
No uso do capacete há dois factores a ponderar: 1) o risco de nos vermos envolvidos num acidente ou termos uma queda, e 2) o risco de haver danos cerebrais – e com gravidade – caso tenhamos tido a má sorte de nos vermos metidos num acidente. O uso do capacete é negativo para o ponto 1, mas positivo para o ponto 2… Agora traduzir isto numa só probabilidade ou sentença “é melhor usar/não usar capacete” é que é mais complicado…
[Via TED]
Morto, dissecado e ‘plastinizado’ (expressão que ouvi o “inventor” do processo usar num documentário que vi há vários meses atrás, na TV).
“BODIES: the exhibition“. Aha! Finalmente, esta exposição chegou a Lisboa!!
Fixe, mal posso esperar por ir ver! Pena é o preço de entrada, glup!
Apresentação do projecto:
Filmes com imagens tiradas à socapa por visitantes:
Outro vídeo interessante, mas cujo “uploader” desactivou o embedding…
Eu e o Bruno vamos, também já falei com uma amiga, que é enfermeira, que também quer ir. Mais interessados?
Será que aceitam o desconto para grupos de 15 mesmo que não sejamos crianças nem estudantes?
O grupo de gastronomia molecular de Portugal (Joana, Paulina, Maria, Catarina, Margarida), ganhou o 1º Prémio da categoria de cocktails da 2.ª edição dos Rencontres Sciences, Art & Cuisine, “uma aventura científica, pedagógica, artística e gourmet”.

A notícia está no DN de ontem.
A Professora Paulina Mata é da minha faculdade, e já é uma veterana nesta área da gastronomia molecular.
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