Ora aqui está um tema muito actual e muito crítico! É em Lisboa, a 28 de Novembro de 2007.
Archive for the 'ciência' Category
Ainda no tópico da agricultura urbana, outro site sobre um projecto de quinta ou fazenda vertical. Tem um texto em português do Brasil.
Vantagens da agricultura vertical:
1. produção durante o ano inteiro.
2. eliminação da contaminação do solo por fertilizantes, pesticidas, fungicidas.
3. redução significativa do uso de combustíveis fósseis (máquinas de fazenda e transporte das colheitas).
4. utilização de propriedades abandonadas ou sem uso.
5. independência de condições climáticas capazes de sabotar o plantio ou a colheita.
6. possibilidade de sustentabilidade aos centros urbanos.
7. tratamento de esgoto (incluindo águas provenientes de banhos, lavadoras de prato e roupas, etc) em água potável.
8. melhor aproveitamento energético com a geração de metano.
9. geração de emprego urbano.
10. redução no risco de infecções causadas por organismos e ou transmitidas por vetores que vivem na interface agrícola.
11. restauração das funções e serviços do ecossistema nas terras cultiváveis da zona rural.
12. melhor controle entomológico através do gerenciamento adequado do lixo.
Na onda dos telhados verdes e da Ecopolis, tenho passado os olhos por alguns projectos - uns implementados outros apenas conceitos - de quintas urbanas. Uns em barcos, outros em arranha-céus, outros subterrâneos (site original aqui).
É interessante ver surgir estas novas ideias. A galopante “urbanização” do mundo vai exigir formas inovadoras de tratar estas questões básicas, como a alimentação da população e a mobilidade de pessoas e mercadorias.
A propósito, a SIC passou há tempos uma reportagem sobre hortas urbanas em Lisboa! ![]()
Que era preciso ser muito louco para ser cientista já eu sabia, mas desconhecia a que ponto a geekness científica pode ir.
Exemplos:
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[Fonte]
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Acho is tão awesome que não há palavras.
Obrigada ao Bruno pela dica. ![]()
«O Biocant Park – Parque de Biotecnologia de Portugal, com o apoio do Programa Ciência Viva, vai ter um espaço laboratorial exclusivo ao qual chamou Centro de Ciência Júnior. Este Centro pretende sensibilizar os jovens Portugueses para o ensino experimental das Biociências bem como para a importância de uma atitude empreendedora.
O modelo idealizado para este espaço não se esgota na demonstração e divulgação, mas requer uma participação activa dos jovens, fazendo com que se sintam investigadores e empreendedores, tomando eles próprios a iniciativa, mediante a orientação de um tutor ou professor. O Biocant Park pretende contribuir, assim, de uma forma activa, para o reconhecimento do valor social e económico das Biociências.
A inauguração do Centro de Ciência Júnior terá lugar no dia 27 de Junho, pelas 9:00h, no edifício sede do Biocant Park.
A apresentação do Centro de Ciência Júnior será feita com demonstrações experimentais levadas a cabo por grupos de alunos dos 1º, 2º e 3º ciclos do ensino básico de uma escola local.»
[Via]
Introverts aren’t just less sociable than extroverts; they also engage with the world in fundamentally different ways. (…)
Contrary to popular belief, not all loners have a pathological fear of social contact. “Some people simply have a low need for affiliation,” (…)
Previous MRI studies have shown that during social situations, specific areas in the brains of loners experience especially lively blood flow, indicating a sort of overstimulation, which explains why they find parties so wearying. (…)
Acho que… that’s me, a loner. I used to be a lonely loner, and even had some times where I was not so loner but have always been lonely. You know, even with friends and with people around and going places and socializing. Always felt alone, like I could not truely connect to others. Like I never belong anywhere (group ou place). I realized it made me feel even lonelier and even more inadequate and alien and like I don’t fit. I longed for friends and socializing with them and with other people, and most of the times I just felt like a failure afterwards. Now I only have 1 person I call “friend”, and haven’t really socialized much with anybody outside my family. Funny enough, I usually feel much better now, I don’t feel lonely. I don’t miss anything or anyone. I like to be alone, I enjoy it, it works for me. This whole thing has some pretty obvious disadvantages (weak social safety net, and so on), but it’s who I am. I will always be a loner. I haven’t been lonely since I found my boyfriend. I hope I never have to feel that overwhelming, crushing feeling of being completely alone and alien in the world, I had all my life before we met and became so close.
Reading this made me feel less ackward, there’s other people out there who share some of these not-mainstream features.
Maybe I’m not from Mars, afterall. Or maybe there are more Martians on Earth than I supposed. ;-P
«A Genzyme Portugal atribui o Prémio “Biotec nas Escolas” aos três melhores textos sobre o Presente e Futuro da Biotecnologia, sendo o tema concreto “Biotecnologia:- Sua Relação com a Medicina”, redigidos por alunos do 10º, 11º e 12º anos, do agrupamento Científico-Natural do ensino secundário português, do ano lectivo 2006/2007, que frequentem uma das seguintes disciplinas : “Biologia”, “Biologia e Geologia” e “Biologia Humana”.
O objectivo deste prémio consiste em incentivar, junto dos estudantes de Biologia, o interesse pelo tema da Biotecnologia, enquanto área central para o futuro e o desenvolvimento de áreas tão importantes como a Saúde e a Tecnologia em Portugal e na Europa. Acima de tudo, pretende-se que futuros profissionais na área das Ciências, sejam motivados a compreenderem a importância da Biotecnologia e a identificarem novos caminhos possíveis de investigação e actuação.»
Mais info no site oficial.
Uma peça muito interessante acerca das consequências inesperadas de algumas medidas de segurança e protecção. Já conhecia estas histórias, excepto a das aspirinas, mas é fixe ter tudo junto num só vídeo.
Eu, quanto ao capacete, ora uso ora não uso. E a única coisa que posso garantir é que eu me sinto mais segura com capacete, e isso tende a expressar-se na minha condução (talvez um pouco menos defensiva que o costume). Quanto ao espaço extra dado pelos motoristas, penso que haverá uma tendência a ocorrer quando não levo capacete, sim, mas não é uma impressão lá muito “científica”.
No uso do capacete há dois factores a ponderar: 1) o risco de nos vermos envolvidos num acidente ou termos uma queda, e 2) o risco de haver danos cerebrais - e com gravidade - caso tenhamos tido a má sorte de nos vermos metidos num acidente. O uso do capacete é negativo para o ponto 1, mas positivo para o ponto 2… Agora traduzir isto numa só probabilidade ou sentença “é melhor usar/não usar capacete” é que é mais complicado…
[Via TED]
Morto, dissecado e ‘plastinizado’ (expressão que ouvi o “inventor” do processo usar num documentário que vi há vários meses atrás, na TV).
“BODIES: the exhibition“. Aha! Finalmente, esta exposição chegou a Lisboa!!
Fixe, mal posso esperar por ir ver! Pena é o preço de entrada, glup!
Apresentação do projecto:
Filmes com imagens tiradas à socapa por visitantes:
Outro vídeo interessante, mas cujo “uploader” desactivou o embedding…
Eu e o Bruno vamos, também já falei com uma amiga, que é enfermeira, que também quer ir. Mais interessados?
Será que aceitam o desconto para grupos de 15 mesmo que não sejamos crianças nem estudantes?
O grupo de gastronomia molecular de Portugal (Joana, Paulina, Maria, Catarina, Margarida), ganhou o 1º Prémio da categoria de cocktails da 2.ª edição dos Rencontres Sciences, Art & Cuisine, “uma aventura científica, pedagógica, artística e gourmet”.

A notícia está no DN de ontem.
A Professora Paulina Mata é da minha faculdade, e já é uma veterana nesta área da gastronomia molecular.
BRU-TAL! Como é possível? Eco-localização, em humanos? Pensava que era necessário alguma capacidade/órgão especial…
Este puto é um fenómeno!!
[Via]
O Bruno stumblou-me isto há uns tempos. Ficou nas 500 tabs do Firefox que vou acumulando “para digerir” quando tiver tempo (geralmente nunca o venho a ter).
Não sei se já explicitei isto alguma vez, mas o sexo é dos meus temas preferidos. Não estou a falar de uma perspectiva de conversa de café, tipicamente masculina e brejeira. Estou a falar do ponto de vista científico, social/sociológico, emocional, etc. Acho todo o tema da sexualidade e afectividade fascinante. E também as diferenças entre os géneros. Devoro todos os documentários que apanho sobre o tema e tenho vários livros sobre isso. Alguns ainda estão há espera de tempo, só cheguei a folheá-los de vez em quando, um bocado “na diagonal”. Mas gosto imenso de livros e tenho dificuldade em me controlar e não comprar algo que me apaixona mesmo que saiba que não tenho tempo para ler aquilo.
Mas ando melhor ultimamente (também tenho ido menos vezes a feiras e livrarias…).
Bom, anyway, fiquei muito surpresa ao descobrir que o genial Leonardo da Vinci pensava que o sémen descia do cérebro, através de um canal na coluna vertebral do homem, e que na mulher, havia um tubo “lácteo” que originava no seio direito e terminava na área genital…
What is already known on this topic:
It has been extremely difficult to investigate anatomical changes during the act of coitus and the female sexual response.
Modern magnetic resonance imaging allows exploration of aspects of living anatomy.
What this paper adds:
Taking MR images of the male and female genitals during coitus is feasible.
During `missionary position’ intercourse the penis has the shape of a boomerang.
During female sexual arousal without intercourse the uterus rises and the anterior vaginal wall lengthens.
The size of the uterus does not increase during sexual arousal.
Lembram-se de, há tempos, eu ter falado da Heterocromia da Íris? Depois de me terem tirado umas fotos aos olhos reparei que tinham duas cores. Na última vez que fui à terra natal paterna aproveitei para inspeccionar os olhos de mais uns quantos parentes. Até agora só a minha irmã é que não tem heterocromia central, de resto, eu, o meu irmão, a minha prima, o meu avô e a minha avó, e a minha tia, todos têm. Dos meus pais ainda não tenho fotos mas já vi que têm também. Falta a família lá de baixo do Algarve. Numa próxima visita a ver se os fotografo. Vou fazer uma árvore genealógica com estas imagens, eheheh! Ficava giro.
O Bruno, a minha mana, e o E. não parecem ter isto, são “homocrómicos” (?).
Eu:
A avó:
O avô:
A tia:
O mano:
A prima:
Mas há outras variantes de heterocromia da íris além da central, nomeadamente a sectorial (exemplos aqui, aqui, aqui, aqui e aqui) e depois há as pessoas que têm um olho de cada côr (exemplo lindo aqui). Acho isto mesmo mesmo muito fixe.
[UPDATE de 26/02/2007: Criei um grupo no Flickr: "Heterochromia"!]















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