Fixe! Vão tornar o centro de Vila Nova de Milfontes pedonal, os carros estão interditos. Quem sabe a confusão que aquilo é no Verão sabe o quão importante é esta medida. ![]()
Archive for May, 2007
«A próxima sessão do Ponto de Encontro - 17 de Maio, das 17h30 às 19h30 - é dedicada ao tema Um novo Paradigma de Planeamento da acessibilidade e será apresentado pelo Eng. Mário Alves, Mestre em Transportes pelo Imperial College London e consultor de transportes e gestão da mobilidade.»
A ver se consigo ir!
[Via]
Ontem fui à Biblioteca Municipal de Oeiras, ao fim da tarde. Fui de bicicleta. Pré-hora de ponta, muito mau para circular na estrada entre a Quinta da Fonte e o Oeiras Parque…
Mas consegui sobreviver e segui incólume.
Chegada à biblioteca, há a questão do “onde vou deixar a bike?”. Lá a prendi a um poste. Engraçado (not) que há sempre lugares de estacionamento para automóveis “à porta” dos edifícios/serviços…
Mas os desgraçados que escolham deslocar-se de bicicleta que se amanhem. E os postes são limitados, se aparecerem mais que 4 ou 5 ciclistas não há sítio para todos…
Enfim… A BMO tem recebido sugestões referentes à instalação de um estacionamento para bicicletas (eu e o Bruno fizémos duas, e já lemos mais no placard). A resposta foi que a Câmara estaria a preparar isso. Foi há meses… Há alguns anos atrás chegou a haver um (mau, mas existia).
Alguns metros à frente, encontrei outra bike presa a um poste.
Uns instantes depois o dono ultrapassou-me nela e virou para uma rua à esquerda enquanto eu segui em frente. Era um bike commuter, just like me! Já me tem acontecido “várias” vezes cruzar-me com outras pessoas a usar a bicicleta como meio de transporte. The change is in the streets!
Depois segui pra casa do Bruno. Regressei a casa já de madrugada. A minha visibilidade traseira à noite tem sido assegurada pelo uso de um colete reflector e por um conjunto de LEDs que o Bruno me arranjou (DIY, claro). Com flash, sem flash:
Ao menos em casa não tenho que me preocupar com o estacionamento. O meu hall é perfeito para a função.
Brutal!!
[Via TED]
Porque é que será que estas merdas são sempre com mulheres? Os pés das japonesas, os pescoços das Kayan,…? Que imbecilidade. Ah, já sei, é o relativismo moral, cultural, eu sei lá…
Sim, os homens também têm cenas deste tipo, mas geralmente são mais “soft”, uns piercings exagerados e buracos nos lábios e assim. Mas não vão ao nível de alterar o esqueleto e cenas do género, acho eu.



Tropecei num artigo sobre o desaparecimento da Maddie, que avança a hipótese de ter sido raptada para ser objecto de abusos sexuais. Referem outros casos de desaparecimento de crianças, particularmente os casos do Rui Pedro e do Rui Pereira, raptados para redes de pedófilos criminosos (sim, suponho que se possa ser pedófilo e não ser criminoso, isto é, não passar à acção, embora duvide que seja comum, ou não fosse a pedofilia uma “pulsão”). Vale a pena ler, até pelos parágrafos finais:
«Child protection campaigners have alleged that a culture of corruption and complacency in Portugal is allowing such kidnappings to continue unabated. The founder of the Switzerland-based group Innocence in Danger has said she had tried to set up an office in Portugal but it gave up because of the reluctance of the authorities.
Homayra Sellier said after Madeleine’s dissappearance last week that Portugal is a country in which “the corruption has gone so high that there’s nothing we can do”.
“The fact that the girl (Madeleine) was kidnapped from her bed shows how bad things are.”»
Fiquei chocada com o que aconteceu aos outros miúdos. É tão horrível que não percebo como é possível continuar a acontecer. Ou talvez perceba, provavelmente há gente no poder metida com essas redes…
Como previsto, hoje fui assistir ao 7º VCIT - Congresso Internacional de Capital de Risco e Empreendedorismo, foi o primeiro de dois dias de palestras.
É aqui ao lado, no Tagus Park. Pensei até em ir de bicicleta (a de 26”). Depois desisti ao pensar onde raio ia colocar a dita - não há lugares de estacionamento para bicis no Tagus Park, “obviamente” - e só de imaginar a dor de cabeça (procurar um spot “seguro” e abrigado para a deixar cá fora, levantar ondas pedindo para a pôr no interior do edifício?…), desisti. Depois pensei, ah, levo a Mobiky, aquilo é já aqui e assim não me preocupo com o estacionamento, simplesmente levo-a comigo. Acabei por ir, vergonhosamente, de carro.
Estava atrasada (umas 2h!), o calor era já infernal (hoje estiveram mais de 30ºC!!!), e só de pensar em fazer-me à estrada numa 12”, sob aquele sol e calor, uns 3 ou 4 Km,… ai, desisti. Fui fraca.
Bom, a experiência foi interessante e proveitosa, e ainda bem que me inscrevi - há que saber aproveitar todas as borlas para aprender!
Acabei por não assistir às três primeiras palestras da manhã, foi pena, gostava particularmente de ter assistido à do Tom Ilube, Fundador e CEO da Garlik, “Web 2.0 : A nova Internet?”, pelo menos o tema interessa-me.
Algumas das palestras não me serviram de muito ou não achei interessantes - quer pela especificidade do tema quer pela apresentação desinteressante por parte do orador, mas outras foram uma mais valia para a minha aprendizagem e alargamento de horizontes.
Palestras mais interessantes/relevantes para mim:
“Peak Oil (PO): O Pico da Produção Mundial de Petróleo” - Pedro Domingues de Almeida, Professor na UBI e Investigador na área das Energias Renováveis:
“Empreender a nível local : O exemplo da Junta de Freguesia de Oeiras” - Sérgio Dias Gonçalves, Presidente da Comissão das Actividades Económicas e Emprego da Assembleia de Freguesia de Oeiras e S. Julião da Barra:
Alguns dos slides com info interessante:
“97.3 % das unidades empresariais em Portugal são micro e pequenas empresas”. Nos principais desafios, é de realçar o do financiamento. Hoje em dia é muito mais difícil angariar financiamento junto da banca quando se parte com pouco ou nada, especialmente se se é jovem. As garantias exigidas invalidam qualquer tentativa… “100 % dos empreendedores com 20 anos e 66 % dos com 40 anos enfrentam problemas relacionados com a restrição fo financiamento a novos micro-empresários.”
“Empreendedorismo e Propriedade Intelectual” - Harold L. Novick, Counsel Nath & Associates:
“Da Consultoria ao Mundo dos Negócios” - António Reinaldo Muralha, Serial Entrepreneur e Presidente da 4Emes-Consultores Associados:
Desta apresentação ficou basicamente a importância de “acreditar”, independentemente dos meios ao dispôr do empreendedor.
“O Ensino do Empreendedorismo em Portugal” - Christopher Curtis, Presidente da CG International:
Acho que esta foi a apresentação de que mais gostei. Alguns slides com dados interessantes:
A velha educação industrial vs. a nova educação empreendedora. A eficiência dos diferentes sistemas de aprendizagem relativamente à retenção do que se aprende (ex.: aula teórica - 10 %, leitura - 15 %,…). O ciclo de desenvolvimento empreendedor. Como aprendem os empreendedores.
Houve ainda alguns projectos apresentados em sessões de elevator pitch realizadas entre palestras: METEOLAB, Why-Move, Second Time, Black Box:
Amanhã lá estarei de novo, e a ver se me arrisco a ir de bike. ![]()
No domingo fui apanhar sol ali para o Parque dos Poetas e fui de bike (são 5 Km).
Levei a tralha (mala, água, revistas, etc) e a indispensável manta de campismo. Livrei-me dos ténis e das meias e deitei-me ao sol (preciso de dar alguma côr a este corpinho, pareço um copo de leite), a ler a Sábado. Estava calor, mas como o vento também era muito não cozi. Foi agradável, só a manta sempre a “voar” é que me chateou um bocadinho.
Depois segui para casa do Bruno. Outros 5 Km, desta vez por uma rota diferente. Passei por Vila Fria e ainda tirei por lá umas fotos.
Imagens como esta estão condenadas a desaparecer, à medida que se ocupam os campos agrícolas com edifícios de escritórios (um dos quais aparece na foto)…
Chegada a casa do Bruno, cravei-lhe uma sessão de manutenção à bicicleta para ver se eliminava uns ruídos irritantes (corrente e travões).
O meu historial com bicicletas engloba sempre “problemas” estranhos e barulhos aqui e acolá e cenas do género.
Pelos vistos, enquanto eu estava no Parque, o Bruno esteve a dar umas voltas no kart por Leceia. Depois das afinações mecânicas ele “desafiou-me” para irmos andar mais um bocado - eu na B’twin e ele no KMX ST. Lá fomos, para a urbanização do campo de golfe. Vê-se nesta foto:
Chegámos a descer até à Fábrica da Pólvora, passando pelo LEF:
A descida é acentuada e o Bruno fez questão de ir a abrir.
E eu a rezar para que ele não fosse a direito nas curvas.
Depois de subirmos tudo de volta até cá acima, descansámos um bocado.
E eu posei no kart (não ando nele porque sou baixinha e implicaria ajustá-lo e isso seria cumbersome de estar sempre a fazer):
À noite, pedalei mais uns 3 Km até casa. Foi um dia fixe.
Ontem dei umas pedaladas de novo. Fui às compras ali ao Polisuper, no Casalinho Morais. São 4 Km de distância e fazem-se bem.
A caminho de lá, tive um episódio surreal. Ia a pedalar, junto à berma, e oiço um carro com música em altos berros a aproximar-se. Não olho pra trás mas apercebo-me que não vai passar depressa como a maioria, ia passar devagar mas rente, talvez, pensei eu. Tinha razão, mas havia um bónus. Um dos 5 ou 6 gajos dentro do carro vinha meio saído da janela e deu-me umas palmadinhas nas costas quando passou! E depois ainda grunhiu umas coisas quaisquer trocistas. Unbelieveble! I gave him the finger e mandei-o f****-se. Isto à frente de uma série de gente, homens a trabalhar nas obras do passeio que agora ladeia a estrada! De notar que eu não levava capacete e que aquele imbecil podia ter causado um acidente grave (independentemente do capacete). Se tivesse um calhau à mão tinha-o atirado ao carro. A sorte é que não havia nenhum semáforo ou assim logo a seguir. Deu-me uma raiva! Já estou habituada às grunhices de alguns automobilistas, mas esta foi nova. Pelo atrevimento e pelo perigo efectivo. Senti-me impotente e estúpida. Mas depois pensei, no final do dia, ele é que é o imbecil, cretino, e irresponsável. Ele é que é o ignorante, o idiota. Quero que ele se f*** e pronto. Não vou pensar mais nisso. Do ponto de vista sociológico, este tipo de incidentes diz muito do estatuto que alguém que se desloca de bicicleta tem na nossa sociedade. Ele não faria aquilo - ou algo igualmente abusivo - a alguém num carro ou numa mota. Ele fez aquilo porque achou que eu não tinha como impedir ou retaliar. Não lhe passou pela cabeça que eu poderia ser (ou vir a ser) sua professora, patroa, que poderia ser uma polícia, uma juíza, uma executiva. E se eu usasse as minhas connections pra saber quem é o dono de um carro vermelho de matrícula 05-67-KC que às 16h25 do dia 7 de Maio de 2007 fez uma coisa tremendamente perigosa contra outro utente da via pública? E se eu lhe encomendasse um enxerto de porrada? Ah, sonhos…
Bom, passando à frente, no supermercado o mais parecido com um lugar de estacionamento para bicicletas é este poste de sinalização de trânsito…
Nesta foto vê-se a entrada do supermercado e o pilar onde eu costumava prender a bike antigamente:
Deixava-a presa ao segundo poste, porque tem um “corrimão” alto onde podia prender os cadeados e porque fica mesmo em frente à porta (fica visível). Depois passou a ser impossível porque passaram a ter lá o cartaz do Corte & Cose…
O outro poste seria the next best thing, mas falta o corrimão superior, e o de baixo fica demasiado em baixo. Acabo por prender a bike ao poste do sinal de trânsito e é se quero… Escrever uma carta a pedir um estacionamento para bikes é uma daquelas cenas na “to do list” que nunca mais faço…
À volta o meu cesto ia bem apetrechado, e isso notou-se nas subidas.
No caminho tentei sacar umas fotos de mim própria a pedalar mas o resultado foi pouco satisfatório. Preciso de um braço mais longo.
Nesse dia à noite ainda fui nadar! Estava a prever não me aguentar nem sequer os pobres 30 minutos da praxe, dado todo o pedalar acumulado desde o dia anterior, mas, estranhamente (ou talvez não!) aguentei bem, cansei-me menos e tive muito mais energia do que é costume!
Eu sei que o exercício físico me faz muito bem e imensa falta. Quando será que consigo ter uma vida organizada que inclua actividade física como deve ser?… :-/ *sigh*
Descobri esta campanha via Core77. É portuguesa.
Mas realmente, ao mesmo tempo que alerta para a sinistralidade rodoviária em que 25 % das suas vítimas são peões, também acaba por distrair estes últimos.
“1º Congresso sobre Empreendedorismo Social - rumo à sustentabilidade, inovação e mudança”
«O 1º Congresso sobre Empreendedorismo Social vem mostrar que o empreendedor pode implementar os mais variados projectos de intervenção social e, ao mesmo tempo, fazê-lo de uma forma sustentável como empresa.»
A ter lugar a 25 de Maio de 2007, no Centro Cultural de Cascais. Inscrições gratuitas! Eu estou lá batida, já me inscrevi!
Eu e o Bruno temos umas ideias que gostávamos de implementar e que se baseiam justamente nestes conceitos. Criámos uma empresa mesmo por isso, mas estas ideias são ainda mais “alternativas”. Talvez daqui a uns anitos possamos dedicar-nos a tentar pôr de pé estes projectos. Se as coisas nos correrem de feição… O importante é não desanimar e ir tendo sempre ideias, sonhos, projectos, que é o que nos faz andar, no final de contas. ![]()
Tropecei neste texto - “A life with no left turns” - e gostei tanto de o ler (pelo humor, pelas lições) que tenho que partilhar a descoberta. ![]()
Morto, dissecado e ‘plastinizado’ (expressão que ouvi o “inventor” do processo usar num documentário que vi há vários meses atrás, na TV).
“BODIES: the exhibition“. Aha! Finalmente, esta exposição chegou a Lisboa!!
Fixe, mal posso esperar por ir ver! Pena é o preço de entrada, glup!
Apresentação do projecto:
Filmes com imagens tiradas à socapa por visitantes:
Outro vídeo interessante, mas cujo “uploader” desactivou o embedding…
Eu e o Bruno vamos, também já falei com uma amiga, que é enfermeira, que também quer ir. Mais interessados?
Será que aceitam o desconto para grupos de 15 mesmo que não sejamos crianças nem estudantes?
O grupo de gastronomia molecular de Portugal (Joana, Paulina, Maria, Catarina, Margarida), ganhou o 1º Prémio da categoria de cocktails da 2.ª edição dos Rencontres Sciences, Art & Cuisine, “uma aventura científica, pedagógica, artística e gourmet”.

A notícia está no DN de ontem.
A Professora Paulina Mata é da minha faculdade, e já é uma veterana nesta área da gastronomia molecular.














































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