Em Belém, amanhã, organizada pela Pé Ante Pata.
Monthly Archive for Março, 2007
Lembram-se de eu falar sobre este carro de três rodas (entre outros veículos alternativos e diferentes)? Pois é, há tempos encontrei um grupo do Carver no Flickr (eu sou o 3º membro do grupo, e não, não sou dona de um Carver, just plain “Carver Lover”,
).
Fonte. Autor: Henk Bart
Estava agora a falar disso ao Bruno e ele descobriu no site oficial da marca que já há um importador/distribuidor deste carro em Portugal!! São notícias frescas, parece que a importação começou em Janeiro deste ano.

«Carver Europe BV (‘Carver’) announces the start up of direct sales and servicing in Portugal. Carver Portugal will be the sole importer and distributor in Portugal of the Carver One, the world’s first-ever commercially available tilting three-wheeled vehicle. Carver Portugal is headed by Abílio and Hernãny Silva of the Cascais-based automotive company 2Drive. Following the earlier appointment of Carver España, Carver Portugal completes the coverage of the entire Iberian Peninsula and marks another milestone in the roll-out of Carver’s global sales and service network.»
Claro que isto é um artigo de luxo, 40 mil € por um carro não é para qualquer um. E em termos de propulsão é um carro normal. No entanto, em termos de inovação, design, estilo, é espectacular. Além disso, penso que é um passo na direcção certa, a de diminuição do volume dos carros, da diversificação de modelos na oferta de mercado, para que alguém que tenha que se deslocar de carro e o faça sozinho não tenha que o fazer num carro de 5 lugares, desperdiçando matéria-prima, energia, espaço, dinheiro.
Gostava de lá ir ao stand ver um ao perto!
Deve ser um espectáculo! E um test drive? Isso é que era! lol Mas eu com este ar de pelintra e de miúda não devo projectar a imagem de “sim, tenho montes de guito e se gostar compro” necessária para ver concedida essa abébia. O que até compreendo, claro. É assim a vida.
Notícia em português aqui.
Lá fui eu, finalmente, a uma destas sessões (a última, pelos vistos). Estava preparada pra ficar até ao fim. Já sabia o que me esperava e tudo pois participei numa coisa semelhante mas na FCT-UNL, subordinada ao tema “Campus Sustentável“, também com o Professor João Farinha.
Assisti às apresentações iniciais. Foram analisadas as sessões anteriores e avaliada a concretização dos objectivos desde a realização do plano inicial em 2000 (?).
Falaram os Arquitectos Luís Serpa, Nuno Macara e Rita Lopes.
E dei o meu voto nas “questões mais prementes” em termos de ordenamento do território em Oeiras.
Depois houve um intervalo relâmpago para pegar num café e seguir para duas salas (dividiram as pessoas logo ao início, com uma carta na pasta de documentação, copas ou espadas). Ora, eu fui logo à casa-de-banho e depois tentei pegar num sumo e numas bolachas. Isto demorou porque havia muita gente para tão pouco espaço. Entretanto já tinham todos entrado. Mas fui na mesma. Não havia cadeiras, um senhor foi buscar uma pra ele, e eu fui também buscar a minha. Sentei-me e levantei-me e saí porque não tínhamos mesa e eu não consegui comer assim. Estavam mais 2 pessoas ao meu lado, no canto da sala, e depois veio o outro senhor. Quando acabei de comer resolvi ir-me embora. Não havia mais mesas nem lugares nas que existiam, e não queria ficar ali marginalizada, a um canto, com outros desgraçados como eu. A senhora que estava a dirigir a cena parecia um general, e ninguém se incomodou connosco. Assim resolvi desistir daquilo. Já era intimidante e constrangedor por si só, ainda mais assim. Que se lixe. Também não interessa pra nada, mesmo…
Tanta Carta, Protocolo e Tratado, tantos encontros, e continuam a fazer tudo mal ano após ano. Que me interessa os “grandes planos estratégicos” quando as coisas básicas são sistematicamente negligenciadas? Quando os postes dos sinais de trânsito, semáforos, luz e afins continuam a ser colocados no meio do caminho, no meio dos passeios? Quando ninguém vê problema nenhum em obstruir os passeios com caixas de luz e telefones, caixotes do lixo, bombas de incêndio, gradeamentos e pilaretes?
E se plantam árvores no meio, sem contar que elas crescem… (que tal duplicar a largura dos passeios nestes casos? Árvores sim mas com passeios compatíveis! Quando as paragens são colocadas de forma a impedir a circulação das pessoas no passeio? Quando para ir da Quinta da Fonte ao Oeiras Parque temos que levar o carro porque não há passeio, nem sequer berma (só uma valeta) para percorrer uma merda de uns 400 ou 500 metros? E exemplos destes não faltam por aí…
Quando as paragens de autocarros são meros pretextos para publicidade, muitas vezes só tendo os mupis e abdicando dos bancos ou paredes laterais? Quando nem isso, muitas paragens são só o poste… Várias implicam que as pessoas esperem pelos autocarros na lama, na valeta da estrada, sem sítio onde se sentar, sem abrigo do sol, calor, chuva, vento.
A maior parte são subdimensionadas para o fluxo de utilizadores.
Que interessa o palavreado bonito e para inglês ver dos arquitectos, se eu no meu dia-a-dia, continuo a ver serem feitas coisas estúpidas. Pormenores simples, básicos, e por isso fundamentais. Tratados às 3 pancadas. Fazem-se as coisas sem pensar. 50 metros de passeio aqui, outros 50 ali, mas sem interligação, sem coordenação, sem uma lógica de todo. É só para enfeitar os edifícios. A merda da obsessão com a calçada portuguesa… As estradas que se transformam em rios quando chove, dificultando a vida aos desgraçados que não têm alternativa a circular por ali, e a pé, e a empurrar mais gente para a dependência do carro para tudo, até para andar 500 metros até à padaria.
As grandes obras da treta. O SATUO, ideia boa mas de má timing de implementação, insistindo a gerência em mantê-lo a circular over and over and over again, pra trás e prá frente, sem ninguém a bordo. Coitados dos que vivem naqueles prédios. Devem dar em loucos com o barulho. Se não com o barulho com a certeza de que neste momento tal incómodo é absolutamente fútil. NÃO CIRCULA NINGUÉM NO SATUO. Just go there and watch it. O tão esperado, anunciado e necessário terminal das camionetas. Afinal foi tudo bluff. Remodelaram a estação da CP, fizeram a do SATUO, e em vez do prometido e lógico, passar o terminal das carreiras da Lisboa Transportes de em frente aos Queques da Linha para esta nova zona, não. Puseram lá uma paragem de táxis e pronto. Podiam ter feito um terminal conjunto comboios-SATUO-autocarros, que permitisse às pessoas fazerem os transbordos mais depressa e cansando-se menos (menor distância a necessitar de ser percorrida), e tudo ao abrigo do clima, mas não. Gastou-se o dinheiro e continua-se quase na mesma… Se isto não é revoltante, não sei o que seja.
Fala-se muito nas revistas e documentos da Câmara na protecção das linhas de água. No entanto em Paço d’Arcos entubou-se a ribeira, e nos últimos anos proibiram as hortas que muita gente mantinha nas margens, e agora estão a construir uma série de prédios altos e gordos… na margem da ribeira.
O novo quartel dos Bombeiros também é cá mais pra cima, em cima da ribeira. Quando houver cheias ninguém será acudido porque quem nos acode vai estar debaixo de água ou a ser arrastado por ela. Digo eu…
Gasta-se imenso dinheiro com coisas irrelevantes, ou pelo menos secundárias, como o “geiser” de Paço de Arcos ou o Parque dos Poetas. O primeiro é um total desperdício de dinheiro público e energia. O segundo é uma ideia válida mas não considero legítima a implementação. Porquê? Porque é cara. Porque usou muitas mariquices e materiais e coisas de arquitecto quando tudo o que a população precisa, antes de mais, é apenas um local verde, com relva, arbustos, árvores, para ir jogar com os putos à bola, estender-se no chão a ler um livro, passear com os bebés, fazer uma corrida ou caminhar um bocado. O Parque da Paz (muitíssimo maior), em Almada, consegue isto e não deve ter custado nada remotamente parecido ao que este custou, quer a criar quer a manter… Não tenho nada contra a cultura e a memória dos poetas, nem contra um jardim ou parque mais artístico. Mas se se gasta dinheiro e recursos numa coisa dessas antes de se assegurarem que as coisas mais básicas estão tratadas, só posso ser contra! É o mesmo que um pai e uma mãe gastarem o rendimento da família em idas ao teatro e em roupa chique prós filhos mas depois alimentarem-nos a pão e água. Há prioridades! É isto que me chateia em Portugal. Não, deixem-me corrigir. É isto que me fode. Porque não é falta de dinheiro. Não é falta de acesso às soluções, nem sequer é ignorância dos responsáveis (pelo menos eles falam bem). É a implementação. Faz-se mal quando se podia fazer bem. Aplica-se uma “nova” solução que já foi provada inútil ou contraproducente noutros lados. Desperdiça-se dinheiro em coisas fúteis e depois não sobra para as importantes. Planeia-se a cidade na secretária e não se acompanha a execução dos planos. Juro que não compreendo como podemos, como nação, ser tão estúpidos. Tão ineficientes. Falta bom senso, sentido prático, identificação das prioridades. Atenção aos pormenores e capacidade de empatia, de nos colocarmos nos sapatos dos outros.
“Falam, falam mas eu não os vejo a fazer nada”. So true.
O Bruno enviou-me este momento ternurento.
É mesmo fofo, duas lontras a boiar de patinhas dadas. Não percam o fim também!
Não é lindo?
E elas quase que dormem enquanto ficam ali a boiar. Eu nem bem acordada consigo boiar naturalmente, as pernas vão logo ao fundo…
Afinal, aquilo das “pernas pesadas” que costumo ter não se refere apenas aos sintomas, it means you actually sink with them. lol
I’ve just stumbled over a website that looks exactly like Mobiky‘s! And one of their products‘ subsite mimics that of Genius‘…

I have no idea what is that language, so I can’t really try to find out more. I don’t know if both company’s used the same template (or webdesigner) and it’s all legal, or if one of them is a rip off…
It was strange, like another dimension.
Já repararam em como os anúncios a automóveis mostram sempre alguém a andar de carro no meio do nada, com as montanhas e os campos verdejantes a emoldurar, passando por caminhos silenciosos?
Dado que a maior parte do tempo usamos os carros no meio da paisagem seca e feia da cidade, sem verde, só alcatrão e milhares de outros carros a fazer barulho e fumo, não será isto publicidade enganosa? Bom, talvez não, mas é concerteza muito whishful thinking…
Também tenho reparado em dois factos muito interessantes. O primeiro é a publicidade galopante ao automóvel como produto de consumo. Às vezes passo por zonas de outdoors em que TODOS têm anúncios a carros… Outro é o aumento do número de jipes de luxo, “de cidade”, que se vêem na estrada. Muitos têm os vidros fumados. Para começar acho que devia ser proibido fazer “jipes urbanos”. E se eu quiser fazer um camião de luxo, urbano e utilitário? Só para aumentar o conforto e a segurança contra o carjacking… Se é para andar na cidade não precisam de jipes. Sim, ok, há zonas que mais parecem a superfície lunar, mas even though. Ou será para galgarem melhor os passeios e afins onde muitos se lembram de estacionar os carros?… Duvido que aquele pessoal tenha comprado os jipes para andar nas terras de vez em quando… Que sentido faz comprar um jipe para andar diariamente na cidade?! Não percebo…
E o aspecto cada vez mais “blindado” dos carros? Qualquer dia estamos como na América Latina… Serão as ruas assim tão sujas e perigosas que as pessoas escolham activamente isolar-se do mundo dentro do seu carro? Acho que isto começa a merecer uma análise sociológica.
No domingo fomos espreitar a “Feira Lisboa Alternativa“, na Cordoaria Nacional, em Belém. Isto foi o que encontrámos ainda nem tínhamos entrado:
Segundo eles:
«A Feira Lisboa Alternativa está de volta, a pensar nos adeptos de uma vida natural e saudável (…).
(…) As pessoas estão cada vez mais atentas aos problemas do ambiente e empenhadas na protecção do Planeta (…).
(…)Acreditamos que é possível viver mais tempo, com mais qualidade de vida e deixar como herança aos nossos filhos um planeta Terra mais azul.(…)»
O que vi não transmite nada disto. Ainda se fosse só o público a fazer isto, mas não, o que não faltava eram carros e carrinhas dos expositores a obstruir totalmente o passeio…
Pode-se levantar a questão “e quais são as alternativas?”. Os expositores têm que ter acesso directo à feira, a organização, em conjunto com a Câmara, devia acautelar isso. O público em geral deixa o carro em casa e vem a pé, de transportes públicos, de táxi, de bicicleta, ou deixa o carro mais longe, onde haja verdadeiros lugares de estacionamento. O problema é que o cu pesa muito e já ninguém acha normal andar mais de 50 metros para alguma coisa…
Tudo muito natural e tal mas é só aparência. A falta de cultura de respeito por si próprio, pelos outros e pela natureza continua enraízada. Só que agora é in ser alternativo na comida, nas massagens, nos cosméticos…
Já no outro dia fomos à Exposição Viver as Cidades – Programa POLIS, no Pavilhão de Portugal, no Parque das Nações, e o que encontrámos expressa bem por que é que se gasta tanto dinheiro em fazer coisas mal feitas cá pelas nossas bandas.
Desperdício de dinheiro e matéria-prima para efeitos puramente estéticos inúteis. Pior, dificultam o acesso das pessoas à entrada da exposição, obrigando-as a dar uma volta desnecessária.
Uma exposição toda pipi no interior, no 1º andar (não sei se há elevador, não o vi, mas suponho que haja). Mas a exposição continua no exterior, nas varandas e átrios desse 1º andar. Curiosamente, lembraram-se de cobrir o chão de saibro nessas zonas também. Além de aumentar estúpida e desnecessariamente o ruído, dificulta o andar. E impede pessoas em cadeira-de-rodas ou com carrinhos de bebé (ou simplesmente com mobilidade mais limitada, como os idosos ou os “lesionados”) de circular por ali e ver toda a exposição…
Uma exposição de arquitectos feita para arquitectos. Gente que planeia as coisas na secretária. E depois dá naquilo que se vê todos os dias na rua, nos edifícios públicos, nas casas…
Nesta exposição não faltavam livros sobre as várias obras do POLIS. Havia livros inteirinhos dedicados a uma só obra. Por exemplo, a da ponte pedonal Pedro e Inês, em Coimbra.
Para quê gastar dinheiro público (assumo que seja parte da verba de “informação e sensibilização” do POLIS) em livros para os arquitectos? O que é que o livro interessa ao cidadão? O que interessa é que a ponte tenha sido bem construída, seja de boa qualidade e sirva bem o propósito. É essa a sensibilização do público, ver obra feita e bem feita, e sentir que o dinheiro público é bem empregue. Se é preciso um livro para lhe explicar o valor da obra, algo está mal.
Enfim. Ainda bem que à última da hora acabei por não ir para Arquitectura. Ter que lidar diariamente com gente que vive na lua levar-me-ia à loucura!
Os argumentos racionais : : : A bicicleta é o meio mais eficiente de deslocação, e o ideal para as viagens pendulares urbanas. A maneira mais fácil de nos mantermos em forma sem ter que passar três ou quatro horas por semana fechados dentro de um ginásio. Uma maneira simples, económica, flexível, saudável, não-poluente, agradável, de nos locomovermos no dia-a-dia, permitindo-nos ter maior contacto com os locais por onde circulamos e pelas pessoas com quem nos cruzamos. A ideia de que a bicicleta como meio de transporte é para os pobres e que três horas de BTT ao fim-de-semana é que é sinal de status é uma falácia. Qualidade de vida é poder desfrutá-la!! Duas a quatro horas diárias sentados dentro de um automóvel, stressados, a respirar ar poluído, sujeito ao ruído do tráfego, sem estar a produzir nada nem a relaxar nem a conviver com os amigos e família (e depois ainda irmos fecharmo-nos dentro de um ginásio mais duas horas para compensar a falta de exercício no resto do dia), não é qualidade de vida, mesmo que o façamos dentro de um Ferrari.
O número excessivo de automóveis, o recurso desnecessário e crescente aos mesmos, o comportamento abusivo por parte dos seus condutores, usurpando o espaço público para passagem, estacionamento e armazenamento dos seus automóveis privados, a impunidade dos crimes cometidos ao volante, tudo contribui para matar a vida nas cidades.
Aumentam os acidentes, o barulho, a poluição, as pessoas evitam andar sem ser de carro, aumenta o stress e a ansiedade, isolam-se do exterior, perde-se o sentido de comunidade, aumentam as doenças respiratórias e imunitárias, as crianças são enclausuradas em casa porque a rua não oferece condições para as suas brincadeiras, aumenta a obesidade infantil e a adulta, aumentam as doenças cardiovasculares, aumenta a solidão, a depressão e os distúrbios do sono.
O automóvel é uma invenção fantástica e precisamos muito dele. Só temos que parar esta febre motorizada e encontrar um equilíbrio sustentável.
Os argumentos emocionais e sensoriais : : : Aquecimento global, poluição, perda de qualidade de vida urbana, sedentarismo, custos económicos. Não precisamos destas razões para escolher andar mais de bicicleta e menos de carro. Podemos optar mais frequentemente pela bicicleta porque simplesmente… sabe bem fazê-lo.
O exercício físico regular (mesmo que ligeiro) mantém o nosso corpo a funcionar bem. Se for feito a pedalar uma bicicleta rentabilizamos o tempo usando-o para nos deslocarmos até onde queremos ir. A actividade física oxigena-nos o cérebro, melhorando a memória e as funções intelectuais, e induz o aumento da secreção de hormonas e químicos naturais (especialmente quando estamos expostos à luz solar) como as endorfinas, que aliviam o stress, a dor, dão-nos energia e boa disposição. Manter uma actividade regular e atingir uma boa forma física aumenta a auto-estima e oferece uma sensação de realização e controlo. O resultado é uma saúde fortalecida, energia, uma sensação de tranquilidade, noites bem dormidas, e dias mais “vividos”.
Andar mais de bicicleta sim, porque, antes de tudo, nos faz sentir muito, muito bem!
Lembram-se de eu ter falado há uns meses da existência de organizadores profissionais nos EUA? Pois é, também começam a aparecer cá.
As Home Organizers. É uma excelente ideia! Sugiro, no entanto, que não descurem a organização do site-blog delas.
Política dos 3 R’s: Reduzir, Reutilizar, Reciclar. Por esta ordem de prioridades. Mas quando estes R’s não são possíveis ou já estão “esgotados”, o que resta? Aterros sanitários, lixeiras… Com as consequências ambientais e de saúde das populações que se conhecem.
Devia haver um 4º R, um híbrido entre reutilizar, reciclar e reinventar. Por exemplo, um dos grandes problemas actuais (e em crescimento), os resíduos de aparelhos electrónicos como os computadores, por exemplo. Não se pode reutilizar se estiver estragado e não tiver arranjo. Muitas coisas são de materiais não-recicláveis, por isso o R de reciclar também não dá. Mas há mais maneiras de “reutilizar” e “reciclar” isto antes de ter que enviar tudo para o aterro. Incorporar os restos mortais electrónicos em novos produtos. Que tal um banco?

O N+ew, “No more Electronic Waste”, by Rodrigo Alonso. Fixe, não é?
Contra o aquecimento global, ver um curto vídeo em inglês aqui.
Um post recente sobre este tema, aqui.
[Espero que este título não atraia search traffic relacionado com toxicodependência ou assim!
]
Hmm, será que isto chegará a Portugal?

O VeinViewr da Luminetx usa uma combinação de luz na zona do infra-vermelho próximo e tecnologias patenteadas para tornar visíveis estruturas vasculares, permitindo assim aos médicos, enfermeiros e demais profissionais dos cuidados de saúde, verem claramente a vasculatura acessível (ou a falta dela) em tempo real, directamente na superfície da pele.
Ou seja, já não tem que ser quase trial & error connosco como cobaias.
Ugh, detesto agulhas, injecções, e tudo o que envolva objectos cortantes ou perfurantes.
É uma excelente invenção! Por isso mesmo foi nomeada pela TIME Magazine uma das “Most Amazing Inventions of 2004″.
[Via Popgadget]







































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