É brutal o poder e a beleza da internet. Nunca deixo de me espantar com as coisas que ela permite concretizar.
Há pessoas, empresas, organizações e o que mais seja que simplemente não existem na web. Não aparecem referidas, não possuem nada delas online, muitas nem participam nela ou a usam. É como se não existissem. No caso de uso pessoal a perda será individual, apenas da pessoa que não usufrui das ferramentas, dos meios e dos fins que a web oferece. Mas no caso de empresas, Estado, e organizações já há perdas. Para mim uma empresa ou um produto que eu não encontro na web não existe. Simplesmente. Se quero comprar algo vou à net procurar info e fazer prospecção de mercado. Se uma empresa que venda o produto que procuro não aparece online não chega a fazer parte do meu leque de opções de compra. Se tiver um site feio ou não-funcional, ou simplesmente pobre em conteúdo, desactualizado, etc, a imagem com que eu fico da empresa é a imagem que o site me transmitiu…
Uma empresa pode facilmente viver sem site na web, mas é como não ter info nas Páginas Amarelas ou não ter uma tabuleta na porta. You can do it, but why would you?
Quando começamos a participar na vida online criamos um rasto. Se participamos em fóruns de discussão, se subscrevemos mailing-lists, se comentamos os blogs de outras pessoas, se temos contas em sites de alojamento de fotos, videos e afins, se mantemos sites pessoais ou blogs… a nossa identidade começa a aparecer por aí. Quer as coisas recentes como as antigas, informação pessoal indevidamente divulgada (por terceiros ou pela nossa ingenuidade ou descuido), como endereços de e-mail, dados pessoais como a morada,…
Se eu procurar por “anabananasplit” no Google, em “web”, aparecem cerca de 876 resultados. Às vezes encontro referências a fotos ou posts nos meus blogs noutros sites e acho lindo. Alguém que eu não conheço nem me conhece achou utilidade ou interesse em algo que eu criei ou documentei.
Em “imagens” aparecem 79 resultados, todos do Flickr, embora eu tenha muito mais fotos que isso lá.
A minha conta no Flickr (até agora) tem disponíveis 1 002 fotos, sob uma licença Creative Commons. Neste momento tem registadas 3 294 views.
O meu primeiro blog teve, até este momento, 10 252 page views. O primeiro post foi no dia 3 de Setembro de 2005 e o último no dia 26 de Março de 2006, cerca de 6 meses de blogging. Não sei quantos posts foram publicados mas sei que foram bastantes.
O meu segundo blog teve, até este preciso momento, 14 416 views. O primeiro post foi no dia 10 de Março de 2006 e o último no dia 22 deste mês, cerca de 6 meses de blogging. Este blog teve 242 posts, 2 páginas, e 130 comentários, contidos em 35 categorias. A categoria com mais posts é a de “mobilidade”, com 50. Até agora o Akismet protegeu-me de 83 comentários de spam. À custa do post da Lisboa Bike Tour tive 404 views num só dia, o máximo de sempre, e este post foi o mais popular, com 801 views desde 31 de Agosto. Nos últimos tempos andava com 100 a 200 views por dia, e de 5 até um máximo de 21 feed readers diários (mas esta ferramente, ainda beta, não me parece muito fiável…). No Technorati, este blog aparece como tendo 74 links de 8 blogs (1 deles é o azulebanana.com), e na posição 377 069 do rank (whatever that means). Nem vos passa pela cabeça as coisas que as pessoas pesquisam e que vão dar ao meu blog…
Às vezes descubro por acaso que alguém pôs o meu blog no seu blogroll. É engraçado e recompensador.
No fórum de discussão em que mais participo, o da escola, tenho 197 mensagens, desde 23 de Março de 2005. Todos os posts no fórum antigo não são contabilizados, senão dariam um número ainda mais assustador… I should get a life.
A web é uma coisa espectacular, uma ferramenta e um recurso de valor inestimável. Deve ser a melhor invenção a seguir à roda.
Bom, e ao PC, necessariamente, lol! ![]()





0 Responses to “About the web, and me on it”