Este tipo improvisou um "business card" muito giro baseado no Google.
Por acaso também não tenho um, embora já tenha pensado em fazer uns quantos. Mas para quê fazer um "business card" se eu não tenho ainda nenhum "business"? ![]()
“Life is not about finding yourself, life is about creating yourself”.
Este tipo improvisou um "business card" muito giro baseado no Google.
Por acaso também não tenho um, embora já tenha pensado em fazer uns quantos. Mas para quê fazer um "business card" se eu não tenho ainda nenhum "business"? ![]()
Hoje fui a uma reunião de condóminos. Não, não do "meu condomínio", fui em representação de outra pessoa. Conselho de amiga: NÃO comprem apartamentos, antes uma moradia T0 do que ter que aturar cenas destas. São verdadeiras batalhas campais… As pessoas são tão complicadas, inflexíveis, picuinhas, mesquinhas! Se nem meia dúzia de gatos pingados consegue organizar-se, coordenar-se, conciliar-se e gerir um prédio, o que podemos esperar de gerir um país? No wonder Portugal ser como é… ![]()
Às vezes penso que devia mudar o nome do blog para algo tipo"bikelogic" ou bicylogic", uma vez que quase só falo de bicicletas. lol ![]()
As primeiras bicicletas de uso público que conheci foram em Aveiro, as BUGAs. Entretanto também há algo similar (embora com muitos menos postos de oferta e recolha) em Oeiras (projecto CiclOeiras) e Cascais (as BICAS). Agora em Almeirim também há bicicletas de uso público! São as Al-Gira. ![]()
O David contou-me esta história:
«O João Freire, bolseiro na Estação Florestal Nacional, um dos bolseiros do INIAP que não tem recebido bolsa, vai realizar um protesto sobre rodas: irá partir da próxima 2ª de manhã do Porto e fazer-se ao caminho, de bicicleta, até Lisboa, prevendo chegar a Lisboa, frente ao Ministério da Agricultura, na 6ª feira. Para assinalar o seu protesto levará escrito "bolseiro em férias com 3 bolsas em atraso e 4200 euros em dívida".»
Para saber do que se trata, ver o fórum da ABIC (Associação de Bolseiros de Investigação Científica), aqui.
O meu interesse na temática das bicicletas dedica especial atenção às pessoas com limitações intrínsecas na sua mobilidade. Pessoas com deficiências físicas/motoras e cognitivas também podem andar de bicicleta! Neste país que vota tanta gente a uma ostracização forçada quase não se vêem pessoas de cadeiras de rodas e/ou com outro tipo de limitação. Não as vemos nas ruas, nos parques, nos supermercados, nos cinemas, nas praias, nas escolas, nos institutos públicos tipo Finanças, por exemplo. Talvez as vejamos mais nos hospitais…
Há muito a fazer no campo da acessibilidade e mobilidade em Portugal, quer para pessoas "normais", quer para as outras. E parece-me que as bicicletas têm um papel a desempenhar, quer do ponto de vista logístico (facilitam a vida a quem pode andar nelas em autonomia e a quem tem que andar a ajudar pessoas dependentes) quer do ponto de vista lúdico e emocional (é como a terapia de andar a cavalo, por exemplo).
Tenho pesquisado sobre este tipo de bicicletas e encontram-se bastantes empresas, modelos e organizações na web. Para começar recomendo uma leitura do Special Needs Buyer's Guide, uma secção da revista VeloVision que eles disponibilizam para download gratuito. ![]()
O problema destes modelos é sempre o preço, por serem feitas em pouca quantidade e muitas vezes à medida do cliente. Aqui o Estado deveria ter um papel a desempenhar…
Acho indecente haver pessoas que não saem de casa, não fazem uma vida mais normal, mais sã, por não terem acesso às condições necessárias, quer de equipamento especial quer de infraestruturas públicas que discriminam brutalmente os cidadãos…. ![]()
Algumas empresas:
(Epple Millenium, foto aqui)
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