Atenção bloggers

Se forem do tipo de blogger que produz conteúdo original, não se espantem se vos roubarem tal conteúdo e o republicarem noutro lado com outra autoria, parece que há quem ache que o conteúdo online não tem direitos de autor.

Isto de extrapolar a promiscuidade dos blogs em “repetir” os assuntos que os autores acham interessantes e que tiveram conhecimento por outros blogs para dizer que o conteúdo dos blogs não tem direitos de autor é preocupante…

Publicado por

bluey

Ah e tal, qualquer diferença entre isto e a realidade não é pura coincidência.

2 comentários em “Atenção bloggers”

  1. Mozilla Firefox 2.0.0.2 Windows XP

    Eu trabalho na PT, mais propriamente no SAPO, mais especificamente nos Blogs do SAPO.

    Todas as semanas faço clipping de Blogs. Agora, depende do que se entende por Clipping. Eu recolho todos os links de posts que falem sobre o SAPO, coloco os links num mail que envio a algumas pessoas, para que saibamos o que dizem de nós, nos Blogs. Não envio os posts completos, só o link e o tema que nos fez seleccionar o post para o Clipping. Muitas vezes respondo ao post, no Blog.

    Não haver direitos de autor, nos Blogs, é uma palermice. Não acredito muito no artigo do DN, as palavras só podem ter sido descontextualizadas. Preciso de acreditar que foi isso.

  2. Mozilla Firefox 2.0.0.3 Ubuntu Linux

    Mesmo que se envie o conteúdo completo, a partir do momento em que se deixe de referir a fonte, este perde o valor que poderá ter. O clipping depende da fonte para definir a importância do conteúdo. Cobrar o serviço de clipping faz sentido, dado que não se estará a reutilizar conteúdo mas apenas a fazer a sua recolha para análise. Tal como quem recorta literalmente as notícias que saem nos jornais e revistas, o serviço é a recolha, e a fonte permanece com a notícia.

    Também penso que possa ter sido descontextualizado, mesmo o facto de muitos bloggers usarem licenças abertas como a Creative Commons, não poderia permitir chegar àquela conclusão, dado que até esta licença já tem fundamento jurídico em Portugal.

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