Normalmente é costume apontar quem quer criar ficheiros CMYK no GIMP para os perfis da Adobe, mas pelo que pude apurar foram criados novos perfis padrão para uniformizar o sector.
Eu percebo pouco da questão, daí que se existir alguém que queira dar alguma achega ao assunto, força.
Algumas notas sobre os melhoramentos dos novos perfis.
Pelo que sei os perfis estão aqui, e para usá-los com o GIMP é preciso* o plugin separate, ou preferencialmente o melhorado separate+.
* - Não é preciso, supostamente o 2.4 devia suportar perfis de cor, mas não consigo converter as imagens para CMYK depois de configurar o perfil a usar, nem consigo encontrar um sítio onde explique. Se alguém souber como se faz…
Published by bluey on October 17, 2007
in Blog.
O interface do GIMP está em revisão pela equipa responsável por este. Para recolher opiniões dos utilizadores foi criado um blog, onde recentemente analisou as sugestões dos utilizadores para um novo interface.
Pelo referido no post é possível esconder os painéis do GIMP com a tecla TAB, o que permite tê-las todas forçadas para ficar no topo da janela principal e escondê-las quando for necessário. 
Depois de ter conhecimento do projecto ingimp que pretende estudar o uso do GIMP para eventualmente o melhorar (espero!), decidi participar e passar a usar o cliente deles para recolha de estatísticas de utilização do GIMP.
A minha ‘persona’ actual segundo o sistema:

Para saber mais sobre este projecto pode ser consultada informação no seu site, quem queira participar pode fazer o download para Windows (Full, com o GTK e tudo), consultar as instruções para Debian e Ubuntu na página do projecto, ou se usar outras distribuições terá que compilar o ingimp a partir do do código fonte.
Acho que é do senso comum que o GIMP precisa de uma volta no interface inicial, na arrumação das ferramentas, sei lá. Não é apelativo à partida. Eu uso-o com frequência e há tantos anos que me é indiferente (não sou um utilizador avançado, mas nem era necessário referir isso ehehe
), mas verifico que há todo um potencial não reconhecido dado o modo menos… arrumado do interface.
Ao acompanhar o video blog de Bert Monroy sobre técnicas de desenho onde usa o Photoshop (ou o Ilustrator), para ver se aprendo alguma coisa (a ferramenta é irrelevante, interessam-me as técnicas e teoria, gostava de encontrar mais oferta deste género, “straight to the point” e clara), verifico que o GIMP tem muitas ferramentas análogas às mostradas no Photoshop. As que possam faltar talvez se possam atingir com conjugações das disponíveis. Não quero de forma alguma comparar directamente as duas aplicações, até porque nem é essa a ideia deste post.
O que pretendo expor é um ensaio no arranjo do interface do GIMP para optimizar o espaço e disponibilizar o máximo das funcionalidades do GIMP, por vezes escondidas em diálogos não activos na configuração inicial.
Ferramentas na janela principal (todas as disponíveis activas):

Janelas extra, com todos os diálogos disponíveis activos (parte clara da imagem) e facilmente acessíveis, como o motor dos pincéis por exemplo (importante e escondido na configuração inicial):

Assim tendo ambas as janelas a um canto, fica mais espaço disponível para a imagem do que usando as duas janelas verticais do início e ficam mais funcionalidades expostas.
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