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Procuro ciclista para a minha Xtracycle MissPiggy

Chegou a hora de evoluir para outra forma de ciclar, que ao fim ao cabo, é a mesma, mas não bem a mesma coisa… a seu tempo logo se perceberá o que eu quero dizer. :-P

Por este motivo para ajudar ao investimento quero arranjar um ciclista que queira continuar a pedalar a minha bicicleta. :)
Xtracycle

É uma Decathlon B’twin 7, tamanho L de 2005 com roda 28″ à qual acoplei um kit FreeRadical, que permite levar muito mais carga que qualquer conjunto de alforges.

Para ter uma posição de condução mais confortável tem um avanço longo em inox, bem como um guiador inox tipo North Road. O avanço é longo e confortável para mim, poderei instalar o avanço original regulável se for necessário.

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As manetes e manípulos rotativos originais substituí por um conjunto único com manetes em alumínio e manípulos de gatilho da Shimano.

Para aguentar melhor com a carga substituí a roda traseira por uma roda Rodi Excalibur FR com rolamentos selados. Neste momento tem um Big Apple de 26″. Esta conjugação permite-lhe ter praticamente o mesmo diâmetro que a roda 28″ da frente, não afectando ainda mais a geometria da bicicleta. Esta mudança permitiu colocar um travão de disco atrás, um Tektro IO com um disco de 203mm (o costume no quadro FreeRadical da Xtracycle, dada a posição do apoio do disco, mas usa um adaptador de 160mm).

Os tubos verticais do FreeRadical estão cobertos por câmara de ar, protegendo da água e dando-lhe um aspecto mais discreto.

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Instalei uns pára-lamas da SKS Chromoplastics P50 com spoiler à frente e Chromoplastics P65 atrás (full fender). São muito mais robustos que os originais, e desempenham bem a sua função. O spoiler evita que os salpicos nos sujem as calças e sapatos.

Zona perto das bancadas VIP do Estádio Nacional do Jamor

Tem luzes à frente e atrás, uma campainha normal, uma buzina Airzound, um ciclo-computador sem fios da Decathlon e um espelho B+M Cyclestar longo.

No global a bicicleta mais o equipamento adicional ou de substituição que tem deve rondar os €1200.

Procuro alguém que necessite uma solução deste género para o seu dia-a-dia e que possa investir cerca de €750 negociáveis.

Será sempre possível mudar o kit Xtracycle e os acessórios para outra bicicleta mais tarde. Posso fornecer a roda original da B’twin tal como o travão v-brake para permitir montá-la novamente para que fique funcional.

Para ver ou experimentar, basta contactar-me. Idealmente em Porto Salvo, Oeiras.

A Ana está a vender a dela também, podemos fazer um desconto na aquisição de ambas. ;-)

PS: As fotos são ilustrativas da bicicleta, mas podem não representar o estado actual dela, o ideal é vê-la ao vivo e dar uma voltinha. :-)

Voltinha ao Jamor

Esta semana dei uma voltinha de Leceia ao Jamor:

Segui por Porto Salvo para poder passar pelos correios:

Passagem pelos correios de Porto Salvo

Segui depois até Paço d’Arcos para não ter que passar pelo vale de Barcarena. De Paço d’Arcos segui até Caxias:

Paragem perto da estação de Caxias

Segui até à prisão, mas a estrada que liga a estação de Caxias (e a saída da Marginal) à prisão está a precisar de alguns arranjos:

Estrada da estação de Caxias ao Estádio Nacional
Estrada da estação de Caxias ao Estádio Nacional

Ao chegar à prisão subi até ao nó do Estádio Nacional, porque acho que é impossível passar da zona da prisão para o Estádio Nacional por causa da estrada de ligação da CREL à Marginal. Acho que não existe nenhum atalho que passe por baixo dessa estrada.

Estrada da estação de Caxias ao Estádio Nacional
Estrada da estação de Caxias ao Estádio Nacional
Estrada da prisão de Caxias ao Estádio Nacional

Antes de virar para a estrada que liga às piscinas do Jamor, seguia na faixa da esquerda e um condutor que também ia seguir para a esquerda depois de me fazer uma razia, acenou com o braço para eu me chegar à direita. Claro que seria estúpido chegar-me à direita se ia seguir para a faixa da esquerda que me permite virar para onde queria ir, mas pronto o rapaz era ignorante quanto a isto e também quanto ao facto de ser proibido falar ao telemóvel a conduzir… :evil:

Parei em frente às piscinas e aproveitei para renovar a minha inscrição. Mais um local onde o vírus dos cartões com RFID atacou, lá recebi eu um cartão novo, outra vez. :P

Em frente às piscinas do Jamor

Depois dei uma volta pelo parque para aproveitar e tirar mais umas fotos. Parece que por esta altura é comum limparem o lago onde se praticam alguns desportos aquáticos. Lá andava um grupo de homens a raspar as pedras e a acartar lodo. Não haverá forma do lago se manter sem este trabalho todo? Algum tipo de vegetação que filtre a água?

Limpeza do lago para canoagem do Jamor

Também achei curioso um grupo de 4 mulheres com carrinhos de bebé a conversar alegremente ao lado deste lago, por agora vazio. Deviam ser muito pequenos, senão seria ainda mais interessante ver o mesmo grupo de bicicleta com os bebés à boleia. ;)
Fazem falta espaços com bom sombreamento para onde as pessoas possam ir passear.
Os locais onde se vive são tudo menos agradáveis para estar, e resta usar os poucos espaços com algum verde e sossego…

Limpeza do lago para canoagem do Jamor
Limpeza do lago para canoagem do Jamor

Campo de piso sintético:

Campo de piso sintético do Jamor

Vi também que existe uma parede de escalada atrás do campo de piso sintético, nunca tinha reparado nela, mas não sei se será recente:

Parede de escalada do Jamor

Depois continuei a voltinha e passei pelo campo de lançamento de pesos (e dardo?):

Campo de lançamento do peso do Jamor

Campos de râguebi:

Campos de raguebi do Jamor

Para evitar subir aquela porção de marginal antes de começar a descer para Caxias, pretendia subir até à entrada do Estádio Nacional que dá para as bancadas VIP. Pretendia voltar a descer a estrada de ligação à Marginal e seguir para Paço d’Arcos. Aproveitei para tirar mais umas fotos pelo caminho:

Umas voltinhas pelos trilhos do Jamor

Felizmente os trilhos estão bem calcados e não tinha estado a chover, já que os meus pneus são para andar na estrada e praticamente não têm sulcos.

Estádio Nacional do Jamor
Torre de iluminação do Estádio Nacional do Jamor
Mais umas voltas pela zona circundante ao estádio

A minha foto favorita deste passeio: 8)

Zona perto das bancadas VIP do Estádio Nacional do Jamor

Já ia do outro lado quando reparei noutro ciclista carregado no passeio ao lado da Marginal. Estava a arrumar a carga para seguir viagem:

Ciclista carregado a arrumar a carga para seguir viagem

Depois de andar às voltas e de reparar que os portões estavam todos fechados a cadeado, optei por usar umas escadinhas que desembocam na estrada que pretendia descer:

A minha bicicleta a preparar-se para subir para as minhas cavalitas

O passeio começa um pouco depois e faz a ligação ao cruzamento da Marginal com a entrada na zona do Jamor e a saída da estação da Cruz Quebrada. Infelizmente as chuvas vão arrastando a terra e o passeio está quase inutilizado naquela zona. Como se o passeio não fosse suficientemente estreito, os empregados da limpeza ainda deixaram os sacos com os detritos espalhados ao longo do passeio…

O passeio precisa de limpeza!

Depois para seguir no sentido Lisboa-Cascais, apesar dos pedaços de passeio que existem naquele nó, não existem nenhuma forma oficial de passar as estradas com a bicicleta à mão. Restou-me jogar com os semáforos para poder seguir viagem.

Passeios que não servem para nada
Passeios que não servem para nada

A caminho de Porto Salvo tirei só mais uma foto de uma estrada que liga a estação de Paço d’Arcos ao C.C. do Búgio e que dava jeito que tivesse uma excepção para bicicletas poderem fazê-la em sentido contrário.

Estrada perto das Finanças de Paço d'Arcos

O resto da viagem até Porto Salvo foi pacífico. :)

Carga (quase) recursiva :-)

A minha Xtracycle a carregar um kit de X é quase transporte recursivo de carga, não? :P

Claro que seria mesmo transporte recursivo de carga se levasse uma bike completa com o kit instalado, e essa bike levasse outra bike nas mesmas condições e por ai fora, mas pronto. :roll:

Entretanto hoje precisei de transportar um quadro branco:

Correu bem, o vento não estava forte (senão teria que ir deitado) e como estava bem seguro quase não se dava por ele. ;)

Com o calor que vai aumentando sabe bem pedalar com a brisa a soprar. :-)

Ir ao ecoponto de bicicleta

Depois de a CMO boicotar o sistema de recolha de reciclagem porta-a-porta com falhas recorrentes na recolha (nuns dias era recolhida, noutros não, aleatoriamente), e embora se saiba que é o processo mais eficiente, a CMO acabou por cancelar esta forma de recolha e instalou um ecoponto perto de onde moro.

Como tinha acumulado muitas coisas (damn publicidade pelo correio :evil: tenho que colocar um autocolante) que não tinham recolhido, tinha uma quantidade significativa de papéis para levar ao ecoponto, que levando a pé seria pouco saudável para as costas. Sabia que a minha bicicleta se adequava à tarefa e foi mais uma possibilidade de colocar à prova o conceito long-tail :) . Teria sido mais eficiente se tivesse um acessório que permite levar carga mais larga, mas mesmo assim foi um processo (quase) pacífico:

Eu digo quase porquê? Mesmo o fim da recolha porta-a-porta foi pacífico. Passamos a acumular tudo e a levar ao ecoponto. Já estávamos habituados a acumular até que num dos dias de recolha não tivéssemos que acartar os sacos de volta para o quintal por não os terem recolhido. O problema é quando as infraestruturas não prestam, e aí começamos a sentir-nos estúpidos. Já temos um trabalho acrescido (que no nosso caso já se tornou natural, apesar do José Rodrigues dos Santos achar que é algo muito complicado:evil: ), complicam o processo (a recolha porta-a-porta funcionava bem, quando havia), e implementam soluções pouco adequadas que não só são pouco ergonómicas, como neste caso são perigosas.
Não sei a frequência da recolha do ecoponto, mas notei que os depósitos do ecoponto já estavam quase cheios, o que não deixa de ser bom sinal, há mais gente a usar o ecoponto. Embora naquelas condições tema pela sua segurança.

Parece que em Oeiras a norma é colocar os ecopontos no meio do passeio (ocupando a totalidade do passeio, já vi vários) e obrigar as pessoas a colocar as coisas para reciclagem da estrada. Como se isto não fosse já suficientemente mau, neste local, este está situado na estrada principal da localidade, a seguir a uma curva perigosa onde circulam carros a mais de 80km/h (apesar do limite ser 40km/h). É até um local onde já ocorreu pelo menos um acidente grave onde só não morreu ninguém porque não havia pessoas no passeio (só carros estacionados a ocupá-lo), nem vinham carros em sentido contrário.

A carrinha está estacionada de tal forma que oculta os depósitos e qualquer pessoa que esteja a colocar lá coisas.

Mesmo visto do outro lado da estrada, na curva, o ecoponto fica totalmente escondido tal como qualquer pessoa que o esteja a usar:

Existe um local perto onde existe espaço mais que suficiente para uma ilha com ecoponto onde poderia ser instalado um daqueles enterrados no chão, que não só seria mais seguro de usar, como costuma ser por si só mais ergonómico (as bocas dos depositos são maiores e mais baixas).

Claro que não se pode fazer tudo, ou se constroem rotundas luminosas ou infraestruturas para a população, e há que ter as prioridades bem definidas!

Aparte da construção desenfreada para habitação, vivo num local abandonado, exceptuando algumas obras estéticas típicas no concelho…