Não deve ser novidade para muitos a existência deste mapa, porém fica a referência interessante para a cronologia das várias distribuições GNU/Linux.
Relativamente a distribuições nacionais, está lá a Caixa Mágica, mas falta a Alinex, e talvez outras menos duradouras.
Parece que a o líder do projecto OLPC fez as pazes com a Intel.
Isto poderá contribuir para o sucesso do projecto ‘One Laptop Per Child’ (Um Portátil Por Criança), e para a sua viabilidade no âmbito do seu objectivo primordial, que é fornecer ferramentas para ajudar ao avanço de países menos desenvolvidos. A forma encontrada pelos responsáveis de ambos os lados é a de desenvolver uma cooperação para que seja implementada uma solução baseada numa ou outra plataforma, com base nas necessidades de cada local. Parece-me uma ideia sensata, apesar de a plataforma da Intel não me parecer assente nos mesmos princípios com que foi iniciado o projecto OLPC.
Sendo o projecto OLPC um excelente exercício (e se tudo correr bem, uma solução) para a criação de um conceito novo de utilização do computador e proliferação de conhecimento, é sem dúvida importante que exista cooperação dos possíveis concorrentes ao produto final.
O XO não é mais um portátil, mas barato, como o Classmate. Gira em torno desta questão (ser mais barato) um esforço tremendo para criar algo inovador e verdadeiramente revolucionário na área da informática.
Na minha opinião, o mais importante do projecto OLPC é a plataforma de software que está em desenvolvimento, todo o estudo feito para arranjar soluções para as dificuldades existentes no terreno. Se a Intel tivesse sido um apoiante desde o início do projecto será que o preço do XO tinha saltado para os $175? Será que não seria possível manter o valor de $100? E isto sem colocar de lado a possibilidade de a Intel fornecer equipamentos como o Classmate, mas pelo menos o objectivo principal era o software e o conteúdo, deixando-se de lado as guerras de quem tem o computador mais barato, não criando confusão aos responsáveis pela decisões de implementação em cada país. Afinal o Classmate corre sistemas operativos “normais”, mas será que isso é uma mais valia? Será que esses são a melhor forma de computação e aprendizagem? Que está à frente do desenvolvimento do software para o XO acha que não, e eu concordo com eles, apesar de ainda não ter tido a sorte de ver como funciona o XO. 
Está disponível para compra o FIC Neo1973, um telemóvel livre, baseado na plataforma OpenMoko.
A versão actual é direccionada a programadores, a versão para utilizadores finais está planeada para Outubro.
Em termos de capacidades a versão actual tem:
- Ecrã de 2.8″ VGA (640×480), sensível ao toque e usável com uma caneta ou com os dedos
- Processador Samsung a 266MHz
- 64MB de memória flash
- USB 1.1 sem alimentação, mas com suporte para periféricos
- AGPS integrado
- GSM 2.5G quad band
- Bluetooth 2.0
- Suporte para cartões Micro SD
A versão que vai sair em Outubro adiciona:
- WiFi 802.11 b/g
- Novo chip Samsung 2442 SoC
- Chip gráfico SMedia 3362 com aceleração
- 2 sensores de movimento 3D
- 256MB de memória flash
- Bateria com maior capacidade: 1700mAh
- Processador a 400MHz
E isto por $450, ou seja, cerca de €330. Traz um cartão de 512Mb, um cartão micro SD de 2GB custa à volta de €25, se quisermos ter mais espaço. A duração da bateria não é algo certo (as medidas da versão actual são pouco animadoras no meu ponto de vista…), e não me parece que venha a ter câmara integrada para já.
Um sistema bastante capaz e completamente livre!
Claro que uma solução ainda melhor, e explicada de forma satisfatória neste artigo no Viva Linux, é conjugar o XMMS com o dbmix.
Ganha-se um interface simples e eficaz com controlo de volume, pitch, suporte de sampling e N canais distintos e também controlo de playlists unificado. Está em banho maria desde 2002, mas funciona. Portar isto para gtk2 e rejuvenescer o interface não era mal pensado…
Também tem suporte para cueing numa placa de som independente.
No meu setup não funciona bem ao nível do hardware. Mas calculo que seja uma conjugação de factores, ter uma placa no bus USB, mau suporte da placa onboard e da USB, problemas de latência, etc.
Será que a libertação da versão em condições do OSS vai mudar o panorama actual?
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