As freguesias do interior do concelho de Oeiras são, nem mais nem menos, que serventia do resto do concelho e local onde existe um ou outro ponto de ‘interesse’ económico ou de fachada, como os pólos de empresas e a Fábrica da Pólvora/Universidade Atlântica.
Todas as infraestruturas construidas são para servir essas unidades, as pessoas que não moram no concelho, nunca para servir a população. E quando as necessidades dos trabalhadores das empresas desses pólos estão satisfeitas (leia-se as estradas que trazem e levam as pessoas dos locais), embeleza-se os lados das estradas com umas árvores, ou as rotundas (noite sim, noite não, destruídas por alguém que não viu os sinais de rotunda), deixando de parte as infraestruturas que deviam servir a população. Passeios, passadeiras, apeadeiros de transportes públicos? Isso é coisa de país desenvolvido.
Depois fazem-se obras megalómanas como o SATUO, que nem quando estiver pronto servirá a população, já alguém viu o traçado com atenção? Não se criam infraestruturas para transportes alternativos ou pessoas a pé, bons transportes públicos, mas desperdiça-se o dinheiro antes de se construir o mais básico…
Quando leio que Oeiras é dos concelhos mais avançados, ou sei lá o quê, pergunto-me se quem diz essas barbaridades alguma vez visitou o concelho de Oeiras todo…
Tal como eu estava à espera, depois do mais… psicadélico ‘Do It Again’, o novo single a sair do novo álbum dos The Chemical Brothers é ‘The Salmon Dance‘, que é mais… alegre.
Está também aberto um concurso para os fãs criarem os próprios vídeos a mostrar os seus dotes na dança do salmão e habilitarem-se a ganhar dois bilhetes VIP para um concerto!
Depois de ‘Believe’ (que eu adorei) já fazia falta mais um vídeo alucinado, que será que o rapazito tomou? ehehehe
O vídeo do ‘Do It Again’ também é engraçado, um pouco parecido com ‘Ya Mama’ do Fatboy Slim (Norman Cook):
Uma das marcas dos The Chemical Brothers é aparecer sempre nos vídeos, mas não os consegui encontrar no ‘Do It Again’… serão alguns passageiros ou será que são os condutores das motas?
UPDATE: Parece que sim, são os condutores das motas, pelo menos este parece ser o Tom:
Também é me apercebi que cada versão diferente de qualquer música que é lançada (single, videoclip, album) tem algo de próprio e único. Parece-me que eles fazem gravações ‘ao vivo’ para cada versão. Notam-se diferenças de tempo, samples usados em locais diferentes, até samples cortados em locais ou de forma diferente entre as várias versões e as actuações ao vivo, que demonstra a capacidade de construir a mesma ideia de música original de raiz, será que também usam partitura?
Peguem no projecto OLPC, substituam os portáteis por algo com poder gráfico suficiente e cópias de um FPS qualquer e distribuam aos militares de ambos os lados…
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