Embora se deduza muitas vezes que o futuro do homem, face ao avanço tecnológico, será a simbiose com a electrónica e mecânica, há quem trabalhe num campo completamente oposto, a medicina regenerativa. Sobre este tema tive oportunidade de ver o vídeo de duas conferências muito interessantes, onde são apresentados os avanços na regeneração de orgãos e membros, bem como crescimento de novos orgãos, baseados no material do doente, eliminando (ou reduzindo) os problemas de rejeição.
A primeira conferência incluiu-se num ciclo de conferências do “The New Yorker” sobre o futuro próximo com o nome “2012: Stories from the Near Future“, dada por Anthony Atala, um médico que trabalha nessa área: Regenerative Medicine: 2012.
A segunda incluiu-se nas famosas conferências TED, no ciclo de 2006, e foi dada por Alan Russel: Why can’t we grow new body parts?
Parece que o pequeno computador portátil verde que promete revolucionar o ensino dos países pobres entrou em produção. Mesmo antes de serem entregues os portáteis finais e durante um programa piloto, já serviram para esclarecer alguma curiosidade dos utilizadores sobre pornografia.
Este projecto ambicioso baseado em software livre será certamente bom para aumentar a visibilidade do Linux. Por cá anda-se a enviar dinheiro para Redmond sem objectivo nenhum de criar valor… 
Isto não é novo, mas notei que os CAPTCHA que começaram a ser usados para combater o SPAM automatizado, estão a ser usados nalgumas imagens de SPAM, calculo que seja para evadir possíveis filtros de SPAM que analisem imagens…
Ser honesto é coisa do passado.
Por isso se quiserem:
- Viajar à conta dos contribuintes: candidatem-se a uma junta ou câmara e digam que vão geminar com uma terra num país qualquer, de preferência nos trópicos (escolham bem a localidade onde vão candidatar-se);
- Fazer obras em casa: candidatem-se a uma junta ou câmara e usem os materiais, ferramentas e empregados desse organismo para vos fazer as obras;
- Ganhar mais algum dinheiro: candidatem-se a uma junta ou câmara e façam-se às luvas, dêem os concursos públicos às próprias empresas ou às dos amigos, metam ao bolso o dinheiro da caixa, etc;
E façam isto tudo, apesar do ministério público arranjar dossiers cheios de documentos de prova, a polícia judiciária recolher depoimentos acusatórios de testemunhas, acabarem por não serem sequer julgados ou talvez condenados a uma singela multa. Seguidamente, candidatem-se outra vez e ganhem as eleições.
Marquem uma jantarada de marisco para esse dia e bem bêbados em bebidas espumantes riam-se dos estúpidos, que sem ver a sua terra a andar para a frente, terem prédios atafulhados e resultantes da especulação imobiliária a ocupar o lugar de parques e jardins, votaram em vocês novamente.
Este país é dos espertos.
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