Archive for June, 2007
Claro que uma solução ainda melhor, e explicada de forma satisfatória neste artigo no Viva Linux, é conjugar o XMMS com o dbmix.
Ganha-se um interface simples e eficaz com controlo de volume, pitch, suporte de sampling e N canais distintos e também controlo de playlists unificado. Está em banho maria desde 2002, mas funciona. Portar isto para gtk2 e rejuvenescer o interface não era mal pensado…
Também tem suporte para cueing numa placa de som independente.
No meu setup não funciona bem ao nível do hardware. Mas calculo que seja uma conjugação de factores, ter uma placa no bus USB, mau suporte da placa onboard e da USB, problemas de latência, etc.
Será que a libertação da versão em condições do OSS vai mudar o panorama actual?
Parece que um dos fundamentos básicos (na minha opinião) do voto electrónico presencial, a abertura do software que corre nas máquinas de voto, contemplada na lei do estado de New York, colocaram a MSFT no terreno para alterar a lei.
Já referi o documentário num comentário do meu post anterior, mas reitero a recomendação de visualização do documentário “Hacking Democracy” da HBO. Alguém pode confiar num sistema nestes termos?

Além de o software ser aberto para escrutínio público, a ideia de ter um registo de papel é outro forma de tornar o processo mais transparente. Estava aqui a pensar, e porque as máquinas não mostram o registo no papel quando a pessoa vota? Têm uma janela onde é mostrado a porção do rolo onde o seu voto foi imprimido, e por sua vez o rolo pode ser posteriormente introduzido numa máquina que pode recontar os votos nesse registo por OCR e comparar com os contados electronicamente. Tudo com controlo de um número de série, talvez. Já que o cruzamento dos dados temporais (lembrei-me depois de fazer o desenho) pode servir para saber quem votou em quem e isso não é boa ideia.

Este mockup carece de um botão de confirmação, etc, é apenas uma ideia. ![]()










Comentários