O Partido Verde britânico referiu mais algumas razões para evitar a migração para o Windows Vista. Entre elas o facto de a nova versão requer hardware específico para que funcione na sua plenitude, e requer também melhor hardware que o utilizado normalmente, fará com que haja muita gente e ver-se na necessidade de comprar um novo computador quando na realidade não precisa dele. Referido também é os DRM, que servem apenas para limitar o uso que os utilizadores fazem do conteúdo, o facto de todas as medidas paranoicas de cifra dos conteúdos fazerem o computador usar mais energia, e de tornarem tirarem direitos aos consumidores; também o facto de serem adoptados novos formatos de ficheiros para documentos e Web que não são livres (OXML para documentos, XAML para Web), contribui para manter o monopólio da Microsoft e limitar o uso de sistemas e software alternativo, e impedir a interoperabilidade.
Se o computador faz tudo o que se necessita, para quê deitá-lo fora para poder usar o Windows Vista? Para não poder usá-lo como se quer? Para se ver bloqueado a visualizar conteúdo? Para usar ficheiros e documentos que não são compatíveis com os outros sistemas nem com versões anteriores dos produtos Microsoft?
Vi uma analogia interessante (embora fale de tecnologia obsoleta
) no Slashdot, escrita por a_nonamiss, no comentário à notícia que refere o artigo que indico acima:
A questão é que está lá [o DRM], e não deveriamos ter que o aceitar. Imagine-se que um fabricante automóvel cria um carro com um sistema que não o permite andar a mais que 30Km/h, mas não o activa. O fabricante pode activá-lo quando quiser. Compraria esse carro? O vendedor diria “Oh, não se preocupe, eles não ligaram esse sistema, ainda. Deve conseguir usá-lo sem problemas durante 6 meses.”
Isto porque as medidas de protecção que o Windows Vista traz, poderão ser activadas a qualquer altura pelos donos do computador (empresas do cinema de Hollywood).
Aproveito para referir o instalador para Windows do Debian Linux, Goodbye Microsoft.







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