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Tamera na TV

A SIC Notícias vai passar um documentário sobre Tamera: “TAMERA – Uma Fórmula Para a Paz“. Tem cerca de 50 min e passa hoje às 23h e amanhã às 13h.

Soube através de um e-mail da Meike Müller, na newsletter que subscrevi desde que assisti a uma apresentação do projecto, em Évora, em 14 de Maio de 2005 no Encontro Alternativas e Resistências. Na altura gostei muito do que vi e ouvi e fiquei bastante interessada na temática (mais na vertente ambiental do que propriamente na espiritual). Antes do Encontro tinha ficado a conhecer o projecto através das mailing-lists do GAIA.

«Estimados amigos, estimadas amigas !

Desde Tamera, lhes desejamos uma boa passagem de ano e esperamos que tenham tido um bom natal.
Lhes escrevemos hoje para avisar sobre a exibicão em televisão do documentário “Tamera- Uma fórmula para a Paz”, de cerca de 50 min., realizado por uma produtora portuguesa há um ano e meio atrás. Para quem ainda não esteve aqui, o documentário dá uma boa vista sobre as ideias base do projecto, para os que já conhecem é uma lembranca- passem a palavra para que quem tenha interesse possa utilizar esta chance de ter uma primeiríssima impressão. Mesmo já não estando completamente actualizado, penso que ele consegue dar alguma ideia do que pretendemos fazer.

Com cumprimentos ansiosos por um futuro sem guerra,
Meike Müller
Tamera.
»

Sinopse

Não há caminho para a Paz. A Paz é o caminho.

(Mahatma Gandhi)

Esta história conduz-nos até Tamera, uma pequena comunidade nascida, em 1995, no sul de Portugal.

Tamera tem um sonho que implica uma mudança na forma de ver e de compreender o (nosso) mundo. Porque o Homem é o motor dessa transformação, este projecto de Paz apresenta-se como uma espécie de laboratório social, em plena harmonia com a Natureza.

Tamera define-se como um biótopo de cura. Este processo estende-se a todas as áreas da convivência humana e leva a comunidade a acreditar que, se for possível montar num determinado ponto do planeta um modelo de cultura não-violento, onde a Paz possa realmente ser vivida, então, esse modelo terá um efeito concreto sobre a esfera de pensamento da própria Terra, como um ponto de acupunctura para a Paz. Criar uma rede global de trabalho para erguer o “Movimento por uma Terra Livre” é a ambição política de Tamera.

Para atingir estes objectivos, a comunidade, que conta actualmente com cerca de 100 pessoas, precisa ainda de cultivar a sua
auto-suficiência. Longe da selva urbana e alimentada pelo calor do Sol, a energia do Amor e da Vida, Tamera ensaia um modelo social que ganha forma à medida que a semente de uma nova cultura cresce. Será esta a chave para enfrentar os actuais problemas do mundo? Será este o caminho que poderá levar a Humanidade à descoberta de uma fórmula da Paz?

Free Hugs

Descobri isto através do fórum D-Eficiente: Free Hugs Campaign.

Vi o primeiro video e achei lindo. Depois vi este, e também achei lindo as reacções das pessoas que a rapariga descreve. Há um grupo no YouTube, aqui.

Amanhã há Massa Crítica

Amanhã há mais bicicletada. No entanto ainda não é desta que consigo ir outra vez. E eu que gostava de aproveitar e fazer já a rodagem com as nossas novas meninas-dos-nossos-olhos. :-(

Cobalt Blue Genius (riding mode) Green Genius (storage mode)

Mas amanhã tenho que trabalhar até tarde e além disso, embora elas caibam facilmente no carro, é completamente estúpido ir de carro pra Lisboa e depois tirar as jingas do porta-bagagem e ir à MC. E depois voltar pra trás e voltar de carro pra casa. Talvez em Novembro dê, e aí espero já estar a andar de transportes públicos outra vez. Logo se vê. Ou então nessa altura já chove torrencialmente todos os dias e o pessoal fica todo em casa e não há mas é bicicletada pra ninguém. :-P

No próximo fim-de-semana há o 3º Festival Bike Portugal! Nós vamos, claro! ;-)

Moção contra feriados religiosos

Era mesmo mesmo bom que isto fosse levado em conta e implementado. Mas sei que tal nunca acontecerá. Era revolução a mais para este país…

«O Movimento Liberal Social propõe que:

Sejam abolidos cinco feriados nacionais - Sexta-Feira Santa, Corpo de Deus, Assunção de Nossa Senhora, Todos os Santos, e Imaculada Conceição - e que todos os trabalhadores tenham, em substituição desses cinco feriados, o direito de declarar cinco feriados pessoais - os quais poderão coincidir, ou não, com datas de especial significado para a religião professada por esse trabalhador - nos quais eles, e só eles, são autorizados a não ir trabalhar.»

Vale a pena ler o post, está sucinto, claro, e aborda os problemas do sistema actual e as vantagens do sistema sugerido. Faz TODO o sentido, tanto do ponto de vista económico quanto do da liberdade pessoal. :-)

More copyright craze

Depois da comida, porque não os tecidos? Ler mais no Boing Boing. Esta gente está toda doida, é o que é. E quem se lixa é o consumidor. Se não abrimos os olhos e nos começamos a mexer estamos bem tramados…

P.S.: Iniciativa gira nos EUA, a Copynight.

TEDsters

Nestas últimas semanas, em que estive de volta do relatório de estágio, ia com o Bruno para a FCUL, de carro. No tempo de viagem deu para ver vários videos das TED Talks. Recomendo VI-VA-MEN-TE estes videos. Dá para sacar video ou audio.

Achei particularmente interessantes duas apresentações, uma do Barry Schwartz, onde é explicado como e porquê a abundância de escolhas na sociedade moderna está na verdade a fazer-nos sentir pior - “O Paradoxo da Escolha”. A outra é do Dan Gilbert, em que ele demonstra como nós humanos somos tão maus a prever (ou perceber) o que nos fará felizes. Apresenta um conceito muito interessante, o da felicidade sintetizada. :-) Some people can do it, others just can’t. I’m on the second group, i think. :-(

O Tom Robbins tem um aspecto físico e uma voz imponentes, e fala de como podemos libertar o nosso verdadeiro potencial. Adorei a história da Julia Sweeney, “Letting go of God“.

A apresentação do Hans Rosling (fundador do Gapminder, esclarece aqui alguns mitos acerca do mundo “em desenvolvimento”), da Majora Carter (fundadora do “Sustainable South Bronx“, explica o seu empenho para com a justiça ambiental e a sua visão para um South Bronx renovado), do Larry Brilliant (responsável pela erradicação da varíola, deseja construir um sistema global que detecte cada nova doença ou desastre logo que se iniciem), da Amy Smith (designer de aparelhos engenhosos de baixo custo para resolver problemas em países em desenvolvimento), do Nicholas Negroponte (projecto “One Laptop Per Child“), mostram-nos que “mudar o mundo” não só é possível como vai sendo feito. :-)

Também no caminho para um mundo melhor, temos as apresentações do Richard Baraniuk, onde é apresentado o Connexions, um sistema de publicação open source, e do Jimmy Wales, fundador da Wikipedia, onde ele explica como funciona o seu sistema colaborativo funciona e o porquê do seu sucesso.

Achei muito interessante a análise dos princípios económicos em funcionamento no mundo real, neste caso dentro de um gang urbano, por parte do autor do livro Freakonomics, Steven Levitt.

Por abordarem o meu tema favorito, sexo, amor e questões de género, adorei (deixem frisar, a-do-rei) poder ouvir a minha antropóloga preferida, Helen Fisher, falar sobre as bases bioquímicas do amor (e da luxúria) e discutir os talentos naturais das mulheres e a sua importância no mundo moderno. [A propósito, no canal Odisseia costuma dar um programa delicioso chamado a Guerra dos Sexos que aborda as diferenças entre homens e mulheres. Acabou de dar um episódio ainda agora. :-)]. Gostei muito de ouvir também a Eve Ensler, que escreveu “The Vagina Monologues” e fundou o movimento global “V-Day“, que trabalha para acabar com a violência contra mulheres e raparigas. Nesta apresentação ela “representa” um excerto do “The Vagina Monologues” e explica como o espectáculo ganhou vida própria.

Há mais vídeos para ver! :-) Agora saquei os mp3s, para ouvir depois no Zen.

Digam lá que a internet e a web não é uma coisa maravilhosa? De que outra forma eu ouviria falar deste evento e como poderia ter acesso a estas ideias? :-)

That’s why we must keep it free!!

“Sell a Band”

Uma iniciativa interessante! :-)

Sell a band

“Copyriot 2 – Gente sem Patente Contra-Ataca”

Recebi hoje um e-mail da “Gente sem Patente” a divulgar o seu segundo Festival, o “Copyriot 2 – Gente sem Patente Contra-Ataca” de 5 a 7 de Outubro, no Porto.
O seu manifesto:

«Os direitos de propriedade intelectual precisam de ver os seus estatutos
redifinidos, à luz da constante revolução tecnológica e das reais
necessidades e direitos dos seres humanos e das sociedades. Porque, tão
ou mais importante do que adaptar a realidade, quer legal quer
empresarial, às potencialidades das novas tecnologias é não esquecer e
não deixar esquecer que cada nova criação ou descoberta é fruto de
milhares de anos de saberes comuns partilhados. Essa base é social e não
reconhecemos o direito a que seja privatizada.

Nesse sentido, continuamos a publicitar ao máximo o nosso manifesto (que
podem ver em http://copyriot.azine.org) e as alternativas ao “todos os
direitos reservados”.»

O programa do festival, que inclui cinema, teatro, debates e conversas, concertos, comes & bebes, videos e sessões de instalação e experimentação de Linux, está disponível no site do Copyriot.

Gostava de ir, pena que não há também em Lisboa. ;-)

A Marcha dos Pinguins (featuring a banana!)

A Marcha dos Pinguins - Parte 1A Marcha dos Pinguins - Parte 2A Marcha dos Pinguins - Parte 3A Marcha dos Pinguins - Parte 4A Marcha dos Pinguins - Parte 5

Eu sou a gaja (sim, só aparece uma) do PC com as entranhas em tom de azul (sugestão do Bruno, claro), e com alguns CDs de UBUNTU “casualmente” em display, eheheh! :-P

Achei o título muito giro. ;-) E o artigo também está fixe. É bom ver que estas questões começam a ter alguma visibilidade nos suportes media tradicionais. Claro que há uma míriade de assuntos relacionados que passam completamente ao lado da esmagadora maioria dos portugueses, como as patentes (de software ou outras, como as da biotecnologia) e as questões e as polémicas do copyright e do fair use (DRM e demais chulices).

Fiquei surpresa ao saber que a ANSOL só tem 50 sócios. Then again, acho que o Bruno (um deles) já me tinha referido isso há tempos. Tenho que me tornar sócia também para aumentar as fileiras oficiais. :-) Talvez com mais gente consigam assinalar decentemente o Software Freedom Day, pelo menos algo mais que organizar uma almoçarada e distribuir uns CDs… :-/

A vida é uma montanha russa com algumas partes flat

Por vezes a minha vida anda um aborrecimento, nada acontece, é uma seca. De repente, quando aparece uma oportunidade, um projecto, um evento, é tudo ao mesmo tempo.

A viagem, e agora o regresso com montes de cenas pra fazer. Coisas da casa, coisas do carro, coisas da escola, coisas de projectos pessoais e profissionais,… Logo na 6ªf sou recrutada para uma entrevista para um artigo sobre sofware livre numa revista. :-) O pessoal ainda pensa que eu sou uma geek. :-P A propósito, dia 16 é o Software Freedom Day! Cá em Portugal, nomeadamente Lisboa, o programa das festas parece-me muito fraco… Falta aí umas LIPs (Linux Instalation Party) e cenas do género! Amanhã vem cá o Eng. Rui Milagre, do projecto EcoCasa, e na 6ªf há uma sessão de apresentação do Relatório de Progresso do programa EcoFamílias!

No dia 17 é o Dia Sem Carros e vamos pedalar para a Marginal!! :-) No dia 20 há uma conferência do ciclo “A Ciência e a Cidade”, na Gulbenkian. De 29/09 a 01/10 quero ir ao fim-de-semana aberto em Tamera!

E amanhã é um dia muuuuito importante para mim e para o Bruno… :-) Amanhã blogo mais. I hope! ;-)

We are the web

Para lutar pela neutralidade na internet, porque we are the web. :-)

We are the web

A propósito, há quem queira fornecer ferramentas para avaliarmos se a nossa ligação de internet é “neutra”. Mais no Boingboing.

Acerca da Tertúlia da Massa Crítica

Aquilo foi giro! :-) Gostei e achei muito interessante. Nomeadamente, foi fixe poder associar alguns dos nomes que via na mailing-list às respectivas caras. :-) O meu low profile foi um bocado anulado quando decidi tirar algumas fotos. Como aparentemente só eu levei e usei máquina fui “identificada”, lol! A propósito, as fotos (um bocado fraquinhas) estão disponíveis aqui.

O Frederico (?) iniciou apresentando o movimento Massa Crítica e passando depois a falar um pouco sobre o seu percurso habitual em bicicleta.

A apresentação do João sobre o seu percurso habitual em patins enriqueceu-me porque há coisas acerca da sua utilização como meio de transporte que desconhecia. Fiquei a matutar naquilo. Há muito que quero comprar uns patins mas a motivação foi sempre pela vertente de desporto e de lazer. É uma alternativa ou complemento muito interessante! :-)
A do Mário Alves acerca do Código da Estrada deixou-me com aquela sensação recorrente do “tenho que fazer alguma coisa para ajudar a mudar isto!”. Reconheci-me em algumas das situações que ele apontou e fiquei um bocado frustrada e também receosa por as regras de trânsito no que concerne às bicicletas nos colocarem em perigo… :-( Mas tenho a perfeita noção de que as coisas só mudam quando houver mais gente a usar a bicicleta na estrada. E eu quero mudar as coisas! Por isso vou continuar a andar de jinga sempre que possa! :-) Por puro prazer e por dever cívico!

A apresentação do Luís Mota foi sobre o projecto do Trajecto Farol. Também gostei e acho que há ali potencial e é uma oportunidade de conseguir algo concreto junto das entidades apropriadas.

Depois do intervalo para jantar foram exibidos os videos das reportagens da RTP e da SIC para os que ainda não as tinham visto. Achei muito importante e muito interessante os dois filmes exibidos depois, o “We are traffic” e o “Still we ride”. Recomendo vivamente pois levantam questões políticas (e não só) relevantes.

Still we ride!

Que eu saiba, só o Jornal de Notícias falou deste este acontecimento (notícia aqui)… Anunciado foi no Indymedia, na revista lecool, no lx jovem e no Tudo Sobre Rodas, além do site (e listas) do GAIA. E aqui, claro! ;-) Espero que hajam mais tertúlias e encontros no futuro! Se tudo correr bem, esta 6ªf será a primeira vez que eu e o Bruno participaremos numa Massa Crítica!! :-D
A propósito, o novo site da MC está quase fully functional! Pode ser acedido aqui.

Net neutrality

O Bruno falou-me desta questão há uns dias.

Click here

Para saber do que se trata pode-se começar por ver este video, que é bastante esclarecedor, e já agora também este, e explorar um pouco este site: Save the Internet, nomeadamente as F.A.Q..

(Tentando traduzir do site) este movimento defende a liberdade na internet. ” Neutralidade da Rede” — a Primeira Emenda da Internet — assegura que o público pode ver o mais pequeno blog tão facilmente quanto o maior site empresarial ao prevenir que companhias de internet como a AT&T optimizem o campo de jogo apenas para os sites que paguem mais.

Para quem não compreende inglês, vou tentar explicar o que o primeiro video mostra.

Neste momento é o utilizador que decide quais os conteúdos que vê na internet. Eu ligo-me à net, abro o browser e vejo os sites que quiser. Isto é possível devido à neutralidade da internet, que previne que o meu ISP (por exemplo a Netcabo) me bloqueie o acesso àqueles sites.

Agora imaginemos que eu vou ao site do Google e faço uma pesquisa qualquer, mas apercebo-me que o site corre extremamente lentamente ou, pior, nem sequer carrega. Depois de muito desesperar decido ir a um outro motor de pesquisa (por exemplo o Yahoo) para encontrar aquilo que procuro. Sem a neutralidade da internet este cenário poderia tornar-se muito (demasiado) comum. O meu ISP, a companhia que opera a minha ligação física à internet pode decidir degradar a minha ligação a um site como o Google ou até bloquear-me o acesso completamente. Porque haveria o meu ISP de fazer isto? Bom, talvez eles tivessem assinado um acordo exclusivo com a empresa de um outro motor de busca. Assim, seria do interesse desse ISP dirigir a minha atenção para o site dessa outra empresa.

Outro cenário seria o de degradar o serviço numa aplicação de VoIP (Voice over IP) para algum tempo depois mudarmos para uma outra empresa, por exemplo a deles (do próprio ISP).

Se o meu ISP tiver interesses financeiros nos conteúdos de determinado site/empresa ele terá um incentivo para degradar o serviço de acesso aos conteúdos de outras empresas.

Estes cenários não só são possíveis como já ocorreram. E vão continuar a ocorrer enquanto os princípios básicos da neutralidade da internet não forem obrigatórios por lei. Infelizmente o pessoal no Congresso americano não acha a neutralidade na internet uma questão suficientemente importante para pôr na Lei.

A última notícia não foi boa:

«O voto do Congresso americano, no passado dia 8, contra uma emenda que tornaria a neutralidade da internet obrigatória é o resultado de um enxame de grupos de pressão e de uma campanha multimilionária nos media por parte de companhias telefónicas que querem que o Congresso lhes atribua o controlo da internet.

A luta agora muda-se para o Senado, onde há um apoio bi-partidário mais forte para uma lei - apresentada pelos Senadores Olympia Snowe (R-Maine) e Byron Dorgan (D-North Dakota) - que protegeria a nossa liberdade na internet da AT&T, da Verizon e da BellSouth.»

[tentativa minha de tradução do texto deles]

Reportagens da SIC sobre a Massa Crítica e afins

Os videos das reportagens feitas e emitidas pela SIC no fim-de-semana passado podem ser vistos aqui (a de sábado) e aqui (a de domingo), graças a um membro da mailing-list da bicicletada. :-)

“A turma da bicicleta”

Saiu na revista Sábado de dia 11 deste mês a reportagem sobre a Massa Crítica em Portugal. Pode ser lida no Fórum, aqui.

Não esquecer que esta 6ª-feira é dia de MC!! :-)
Eu por enquanto às 6ªs não posso levar a jinga, senão também ia! :-)