Info em ART.
Mais um poster que descobri no IST.
“Life is not about finding yourself, life is about creating yourself”.
Tropecei neste texto - “A life with no left turns” - e gostei tanto de o ler (pelo humor, pelas lições) que tenho que partilhar a descoberta. ![]()
Hoje passei por uma rua estupidamente inclinada, em Algés. Como foi possível permitirem tal coisa, pergunto-me eu. Deve ser um pincel viver ali e ser idoso, ou andar com carrinhos de bebé, ou de compras. Uma pessoa distrai-se e rebola até lá abaixo. It’s senseless!
A foto com que concorri ao concurso de fotografia Oeiras Foto OP (e que aparece no banner deste blog) está entre as 90 que foram expostas no Oeiras Parque.
Em Oeiras, a seguir ao Oeiras Parque, arrasaram uma casa (presumo que houvesse lá uma casa) e respectivo jardim por causa do SATUO, que há-de passar ali quando for prolongado. Que pontaria, calhar justamente naquele oásis de vegetação…
Gosto desta canção, quer da música como da letra.
“I Wish I Was A Punk Rocker (With Flowers In My Hair)”
by Sandi Thom
(no site dela, no canto superior direito dá para ir ouvindo umas coisas
)
«Oh I wish I was a punk rocker with flowers in my hair
Not everybody drove a car
When music really mattered and when radio was king
When accountants didn’t have control
And the media couldn’t buy your soul
Computers were still scary and we didnt know everything
Chorus
When pop stars still remained a myth
And ignorance could still be bliss
When God saved the Queen she turned a whiter shade of pale
My mom and dad were in their teens
And anarchy was still a dream
The only way to stay in touch was a letter in the mail
Chorus
When record shops were still on top
And vinyl was all that they stocked
And the super info highway was still drifting out in space
Chorus
Kids were wearing hand-me-downs
And playing games meant kick around
Footballers still had long hair and dirt across their face
When the head of state didn’t play guitar
Chorus
I was born too live, into a world that doesn’t care
Oh I wish I was a punk rocker with flowers in my hair
Oh I wish I was a punk rocker with flowers in my hair
In ‘77 and ‘69 revolution was in the air
I was born too live, into a world that doesnt care»
Claro que em Portugal isto deve parecer absurdo (haverá país mais desorganizado que este? ;oP), mas nos EUA existem “organizadores” profissionais. E até existe um “Grupo Nacional de Estudo da Desorganização Crónica“. Claro que há uma “Associação Nacional de Organizadores Profissionais” (descobri isto através da filial de São Francisco, que por sua vez descobri através de um dos blogs da Amanda Kovattana).
Talvez fosse uma boa profissão para mim. Não quer dizer que eu fosse boa naquilo, mas lá que eu adooooooro organizar coisas, não há dúvida! ;oP
Há festa no Bairro social aqui ao lado. Esta foi a segunda noite de barulheira. Eram 03:45 e ainda se ouvia a música em altos berros. Acordei de manhã antes das 11:00 e ainda ouvia a música! Pelos vistos foi uma directa. Que ingenuidade a minha, eu pensava que havia qualquer coisa na Lei do Ruído que limitasse as horas e a intensidade do ruído que se pode fazer. Felizmente que tenho vidros duplos nas janelas. Pobres coitados dos que vivem ainda mais perto do Bairro, ou mesmo os que vivem no Bairro e precisam de dormir!…
Espero que a festa tenha acabado ontem porque amanhã trabalha-se!
Não é má. Mas também não é boa, na minha opinião. Aqui tento explicar porquê, com base nas primeiras impressões nos dois dias em que lá estive a trabalhar.
No site da biblioteca é dito o que podemos encontrar no novo edifício:
—————————
Começando pelos glitches mais fáceis (e ainda a tempo de resolver, i guess):
A única porta de entrada em funcionamento tem um sistema de divisórias rotativas, empurradas pela pessoa que por lá circula a dado momento. Esse sistema não dá para alguém de cadeira de rodas usar. Há duas portas destas, lado a lado, mas só uma está a uso. Do lado interior as pessoas desembocam numa passagem com um sistema de alarme, mas que me parece desnecessariamente estreito. No exterior há um pequeno desnivelamento no piso, não sei para quê.
Ainda antes de chegar à porta, temos que chegar ao edifício. Ambos os acessos são desnivelados (not wheelchair friendly), e não há nada a impedir as pesssoas de estacionarem os carros à frente, bloqueando o acesso dos peões…
Não sei se haverá mais portas a funcionar no futuro, que sejam acessíveis fácil e rapidamente por eventuais pessoas em cadeiras de rodas. Também se poderá pôr a questão: tanta preocupação para quê se não há ninguém na FCT que ande lá de cadeira de rodas? Primeiro podemos perguntar o porquê de isso se verificar (talvez não haja lá ninguém porque não têm condições pra isso), e depois, se isso é verdade então porquê preparar os WCs no novo edifício para uma população que nunca lá chegará?
Eu não gosto das cadeiras, são demasiado altas e não consigo assentar bem os pés no chão. Acabo por ficar com as pernas inchadas e a sentir-me desconfortável rapidamente…
Com são todas assim não posso escolher outra mais adequada à minha altura. Isto é importante para mim, mas suponho que agradar a gregos e troianos seja difícil.
Os PCs não são de trabalho, mas sim de pesquisa. O SO é o Windows. Se é para pesquisa e pouco mais porque não poupar dinheiro nas licenças e instalar Linux?
As impressoras e fotocopiadoras não estão isoladas das salas de leitura, logo o barulho que fazem ao serem utilizadas propaga-se pela biblioteca quase toda. Já era assim nas bibliotecas antigas e pelos vistos não se corrigiu na nova.
Os balcões de atendimento também não estão isolados dos espaços de leitura. Claro que não deviam estar isolados visualmente, mas deviam estar isolados em termos de som, para não se ouvir as conversas cada vez que alguém chega e pede informações ou ajuda ou whatever. Também já era assim nas bibliotecas antigas e também não se corrigiu nesta.
A biblioteca é muito open space, e na maior parte dos sítios tem bastante luz natural. No entanto vêem-se luzes acesas por todo o lado em sítios em que não é de todo necessário. Isto é dinheiro da faculdade simplesmente desperdiçado, e energia desperdiçada (o que implica poluição a montante, na sua produção, que não serviu para nada).
Gostei do último piso, em baixo. A sala de leitura informal, com os sofás e as revistas é agradável.
Achei o bar (ao lado) muito pequeno para a quantidade de gente que deverá circular naquele edifício.
Não percebo porque se grava som juntamente com as imagens da câmara de vigilância! É uma invasão de privacidade inadmissível e desnecessária num espaço e contexto daqueles, parece-me.
Achei gira a ideia do mural com fotos, mas aquilo é apenas do processo de instalação ali das esculturas. Chamam-se ‘árvores’ mas são de pedra:
«Conjunto escultórico constituído por dois elementos, um instalado no interior da Biblioteca e outro no pátio exterior. Separados pela vidraça, permite o prolongamento da peça do exterior para o interior, devido ao alinhamento dos elementos.O elemento que se encontra no interior simboliza a germinação, o do exterior o gérmen que se fez árvore. Assentes num plano horizontal com sulcos ondulantes, o rio do saber alimenta a árvore que se torna forte e robusta. (…) Peça executada em pedra (Brecha de Sto. António) com aproveitamento dos cristais que aparecem na pedra para sugerir a floração.»
Preferia árvores a sério, vasos, canteiros, espacinhos verdes e floridos aqui e ali. Está tudo muito nú. Canteiros já não dá, mas espero que “plantem” por ali alguns vasos com plantas bonitas… E uns bancos “de jardim” para o pessoal apanhar sol (e sombra) e ar fresco nos intervalos do estudo.
Há salas de trabalho em grupo, e salas chamadas “gabinetes individuais de trabalho”. Sinceramente não sei para que servem. Não serve para eu ir para lá estudar em silêncio porque são abertos e virados para as salas de leitura nos pisos mais abaixo! Além disso a divisória não chegou para dividir também as secretárias, por isso posso ver e ouvir os colegas do lado. Os gabinetes têm porta trancável, mas as pessoas dos gabinetes ao lado podem mexer nas minhas coisas se quiserem, a não ser que ponha tudo no chão quando me ausento… Assim, qual é a diferença (e a mais-valia) destes gabinetes versus as outras salas e mesas de trabalho?
Preferia ir estudar para os gabinetes de trabalho em grupo, que estão isolados do resto, como as salas de trabalho individual na biblioteca da FCUL. O sistema da FCT só funcionaria se fosse possível manter o silêncio em toda a biblioteca, sendo os gabinetes para grupos para se poder falar e fazer algum ruído. Achei os gabinetes individuais completamente pointless. Ainda por cima os alunos vêm em último na lista de prioridades para acesso aos ditos gabinetes! Os investigadores têm prioridade…
Sem sítio onde possa estudar ou trabalhar em silêncio aquela biblioteca não me resolveu problema nenhum…
Talvez os meus colegas (que lá continuam) tenham outra opinião mais favorável. Agora eles é que interessam, anyway.
http://anabananasplit.wordpress.com/files/2006/09/bannanatatt.jpg
Fonte: http://inhabitat.com/wp-content/uploads/bonbon4.jpg
Fonte: http://www.fertagus.pt/cache/bin/XPQCZdQXX528_uF1cvUYxEZKU.jpg
Latest comments