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Futurália

Na 5ª-feira fui à Futurália, na FIL, assistir a umas palestras. Ah,… já tinha saudades. :-) Sempre tive o hábito de aproveitar este tipo de de cenas, gratuitas (ou quase), para expandir os meus horizontes e sair da rotina, mas há uns meses que não ia a nenhuma. Desta vez passei a tarde toda a ouvir outras pessoas. :-) Foi fixe, muito enriquecedor. :-) E, pormenor de grande importância, após dezenas e dezenas de conferências, sessões participativas, workshops, seminários, e aulas!, eu coloquei uma pergunta a um orador! Assim, à frente dos outros, de microfone e tudo! lol É um grande passo para mim. ;-) Só tirei uma foto, de um cartoon engraçado apresentado por uma das palestrantes:

Palestra na Futurália

Como estava mesmo à frente dos oradores, não queria estar a dar tanta cana a tirar fotos, como muitas vezes faço noutros eventos. :-P Na última palestra do dia, já a feira tinha fechado há uma hora atrás (palestras sofreram atrasos consecutivos e deu nisto), a mão-cheia de pessoas a assistir ganhou um convite para ir ao 7º Venture Capital IT - CONGRESSO INTERNACIONAL DE CAPITAL DE RISCO E EMPREENDEDORISMO, oferecido pelo palestrante, o Dr. Francisco Banha. Muito fixe, não é? Nunca teria hipótese de ir assistir a uma cena destas se não fosse por este golpe de sorte! Poupei uns trocos valentes. ;-) E ainda por cima vai decorrer aqui ao lado, no Tagus Park, até posso ir de bike! :-) Em anos anteriores cheguei a divulgar isto, pus uns panfletos no Departamental e tal, mas não podia ir. Agora vou ter a oportunidade. Estou contente. :-) Uma coisa gira foi descobrir que o Francisco Banha também é daqui de Porto Salvo, e agora é vizinho do Bruno. :-P Já sabia que o meu pai o conhecia mas não sabia que era daqui. O mundo é mesmo pequeno.

As palestras decorreram no espaço FORME - Forum de Qualificação e Emprego, que achei pobrezinho, naquele novo pavilhão de madeira. A parte mais dirigida aos putos - INFOFORUM - Feira do Estudante - tinha o costume, escolas. Vi lá o stand da UNL, e no da FCT vi um poster a anunciar o FCT Challenge, mais uma iniciativa fixe da escola, para os alunos do secundário. Estão no bom caminho. ;-)

fctchallenge.jpg

No stand da revista Fórum Estudante tirei duas revistas que lá estavam a oferecer. Encontrei um artigo sobre o programa de Mentoring deles, em que cientistas reputados agem como mentores de meia-dúzia de alunos do secundário. Boa iniciativa. :-) Numa secção da revista também vi uns profs da FCT-UNL serem featured. Paulina Mata, Luís Rebelo, Maria Arménia Carrondo e António Câmara:

Paulina MataLuís RebeloMaria Arménia CarrondoMaria Arménia Carrondo

Fui sozinha à FIL por isso tive que levar a Mobiky comigo mesmo para todo o lado. :-P

Tem que ir comigo pra todo o lado, claro

Também descobri mais uma compatibilidade perfeita entre a zwei e a Mobiky. As minhas costas cada vez gostam mais desta dupla, eheheh! :-)

Bengaleiro ambulanteBengaleiro ambulante

Para os amantes do pedal power e das passeatas

Dois passeios a não perder: Tejo Ciclável e Lisboa Antiga. :-) Já me inscrevi. ;-)

Campanha de adopção de animais

Em Belém, amanhã, organizada pela Pé Ante Pata.

5ª Sessão Participativa da Agenda XXI Local de Oeiras

5ª Sessão Participativa da Agenda XXI Local de Oeiras

Lá fui eu, finalmente, a uma destas sessões (a última, pelos vistos). Estava preparada pra ficar até ao fim. Já sabia o que me esperava e tudo pois participei numa coisa semelhante mas na FCT-UNL, subordinada ao tema “Campus Sustentável“, também com o Professor João Farinha.

Assisti às apresentações iniciais. Foram analisadas as sessões anteriores e avaliada a concretização dos objectivos desde a realização do plano inicial em 2000 (?).

5ª Sessão Participativa da Agenda XXI Local de Oeiras5ª Sessão Participativa da Agenda XXI Local de Oeiras5ª Sessão Participativa da Agenda XXI Local de Oeiras5ª Sessão Participativa da Agenda XXI Local de Oeiras

Falaram os Arquitectos Luís Serpa, Nuno Macara e Rita Lopes.

Oeiras Sessão Participativa Agenda XXI Local5ª Sessão Participativa da Agenda XXI Local de Oeiras

E dei o meu voto nas “questões mais prementes” em termos de ordenamento do território em Oeiras.

5ª Sessão Participativa da Agenda XXI Local de Oeiras5ª Sessão Participativa da Agenda XXI Local de Oeiras

Depois houve um intervalo relâmpago para pegar num café e seguir para duas salas (dividiram as pessoas logo ao início, com uma carta na pasta de documentação, copas ou espadas). Ora, eu fui logo à casa-de-banho e depois tentei pegar num sumo e numas bolachas. Isto demorou porque havia muita gente para tão pouco espaço. Entretanto já tinham todos entrado. Mas fui na mesma. Não havia cadeiras, um senhor foi buscar uma pra ele, e eu fui também buscar a minha. Sentei-me e levantei-me e saí porque não tínhamos mesa e eu não consegui comer assim. Estavam mais 2 pessoas ao meu lado, no canto da sala, e depois veio o outro senhor. Quando acabei de comer resolvi ir-me embora. Não havia mais mesas nem lugares nas que existiam, e não queria ficar ali marginalizada, a um canto, com outros desgraçados como eu. A senhora que estava a dirigir a cena parecia um general, e ninguém se incomodou connosco. Assim resolvi desistir daquilo. Já era intimidante e constrangedor por si só, ainda mais assim. Que se lixe. Também não interessa pra nada, mesmo…

Tanta Carta, Protocolo e Tratado, tantos encontros, e continuam a fazer tudo mal ano após ano. Que me interessa os “grandes planos estratégicos” quando as coisas básicas são sistematicamente negligenciadas? Quando os postes dos sinais de trânsito, semáforos, luz e afins continuam a ser colocados no meio do caminho, no meio dos passeios? Quando ninguém vê problema nenhum em obstruir os passeios com caixas de luz e telefones, caixotes do lixo, bombas de incêndio, gradeamentos e pilaretes?

Deviam rever a definição de "passeio" para Portugal...

E se plantam árvores no meio, sem contar que elas crescem… (que tal duplicar a largura dos passeios nestes casos? Árvores sim mas com passeios compatíveis! Quando as paragens são colocadas de forma a impedir a circulação das pessoas no passeio? Quando para ir da Quinta da Fonte ao Oeiras Parque temos que levar o carro porque não há passeio, nem sequer berma (só uma valeta) para percorrer uma merda de uns 400 ou 500 metros? E exemplos destes não faltam por aí…

A berma e a valeta da estradaVia reservada a automóveis

Quando as paragens de autocarros são meros pretextos para publicidade, muitas vezes só tendo os mupis e abdicando dos bancos ou paredes laterais? Quando nem isso, muitas paragens são só o poste… Várias implicam que as pessoas esperem pelos autocarros na lama, na valeta da estrada, sem sítio onde se sentar, sem abrigo do sol, calor, chuva, vento.

Paragem da infâmia no Casalinho Morais - 3

A maior parte são subdimensionadas para o fluxo de utilizadores.

Paragem de autocarros no Casalinho Morais, em Oeiras

Que interessa o palavreado bonito e para inglês ver dos arquitectos, se eu no meu dia-a-dia, continuo a ver serem feitas coisas estúpidas. Pormenores simples, básicos, e por isso fundamentais. Tratados às 3 pancadas. Fazem-se as coisas sem pensar. 50 metros de passeio aqui, outros 50 ali, mas sem interligação, sem coordenação, sem uma lógica de todo. É só para enfeitar os edifícios. A merda da obsessão com a calçada portuguesa… As estradas que se transformam em rios quando chove, dificultando a vida aos desgraçados que não têm alternativa a circular por ali, e a pé, e a empurrar mais gente para a dependência do carro para tudo, até para andar 500 metros até à padaria.

As grandes obras da treta. O SATUO, ideia boa mas de má timing de implementação, insistindo a gerência em mantê-lo a circular over and over and over again, pra trás e prá frente, sem ninguém a bordo. Coitados dos que vivem naqueles prédios. Devem dar em loucos com o barulho. Se não com o barulho com a certeza de que neste momento tal incómodo é absolutamente fútil. NÃO CIRCULA NINGUÉM NO SATUO. Just go there and watch it. O tão esperado, anunciado e necessário terminal das camionetas. Afinal foi tudo bluff. Remodelaram a estação da CP, fizeram a do SATUO, e em vez do prometido e lógico, passar o terminal das carreiras da Lisboa Transportes de em frente aos Queques da Linha para esta nova zona, não. Puseram lá uma paragem de táxis e pronto. Podiam ter feito um terminal conjunto comboios-SATUO-autocarros, que permitisse às pessoas fazerem os transbordos mais depressa e cansando-se menos (menor distância a necessitar de ser percorrida), e tudo ao abrigo do clima, mas não. Gastou-se o dinheiro e continua-se quase na mesma… Se isto não é revoltante, não sei o que seja.

Fala-se muito nas revistas e documentos da Câmara na protecção das linhas de água. No entanto em Paço d’Arcos entubou-se a ribeira, e nos últimos anos proibiram as hortas que muita gente mantinha nas margens, e agora estão a construir uma série de prédios altos e gordos… na margem da ribeira.

Ribeira de Paço d'ArcosNovas construções no leito da ribeira de Paço d'Arcos

O novo quartel dos Bombeiros também é cá mais pra cima, em cima da ribeira. Quando houver cheias ninguém será acudido porque quem nos acode vai estar debaixo de água ou a ser arrastado por ela. Digo eu…

Gasta-se imenso dinheiro com coisas irrelevantes, ou pelo menos secundárias, como o “geiser” de Paço de Arcos ou o Parque dos Poetas. O primeiro é um total desperdício de dinheiro público e energia. O segundo é uma ideia válida mas não considero legítima a implementação. Porquê? Porque é cara. Porque usou muitas mariquices e materiais e coisas de arquitecto quando tudo o que a população precisa, antes de mais, é apenas um local verde, com relva, arbustos, árvores, para ir jogar com os putos à bola, estender-se no chão a ler um livro, passear com os bebés, fazer uma corrida ou caminhar um bocado. O Parque da Paz (muitíssimo maior), em Almada, consegue isto e não deve ter custado nada remotamente parecido ao que este custou, quer a criar quer a manter… Não tenho nada contra a cultura e a memória dos poetas, nem contra um jardim ou parque mais artístico. Mas se se gasta dinheiro e recursos numa coisa dessas antes de se assegurarem que as coisas mais básicas estão tratadas, só posso ser contra! É o mesmo que um pai e uma mãe gastarem o rendimento da família em idas ao teatro e em roupa chique prós filhos mas depois alimentarem-nos a pão e água. Há prioridades! É isto que me chateia em Portugal. Não, deixem-me corrigir. É isto que me fode. Porque não é falta de dinheiro. Não é falta de acesso às soluções, nem sequer é ignorância dos responsáveis (pelo menos eles falam bem). É a implementação. Faz-se mal quando se podia fazer bem. Aplica-se uma “nova” solução que já foi provada inútil ou contraproducente noutros lados. Desperdiça-se dinheiro em coisas fúteis e depois não sobra para as importantes. Planeia-se a cidade na secretária e não se acompanha a execução dos planos. Juro que não compreendo como podemos, como nação, ser tão estúpidos. Tão ineficientes. Falta bom senso, sentido prático, identificação das prioridades. Atenção aos pormenores e capacidade de empatia, de nos colocarmos nos sapatos dos outros.

“Falam, falam mas eu não os vejo a fazer nada”. So true. ;-)

A Lisboa sem alternativa

No domingo fomos espreitar a “Feira Lisboa Alternativa“, na Cordoaria Nacional, em Belém. Isto foi o que encontrámos ainda nem tínhamos entrado:

Lisboa pouco alternativaLisboa pouco alternativaLisboa pouco alternativa

Segundo eles:

«A Feira Lisboa Alternativa está de volta, a pensar nos adeptos de uma vida natural e saudável (…).

(…) As pessoas estão cada vez mais atentas aos problemas do ambiente e empenhadas na protecção do Planeta (…).

(…)Acreditamos que é possível viver mais tempo, com mais qualidade de vida e deixar como herança aos nossos filhos um planeta Terra mais azul.(…)»

O que vi não transmite nada disto. Ainda se fosse só o público a fazer isto, mas não, o que não faltava eram carros e carrinhas dos expositores a obstruir totalmente o passeio…

Pode-se levantar a questão “e quais são as alternativas?”. Os expositores têm que ter acesso directo à feira, a organização, em conjunto com a Câmara, devia acautelar isso. O público em geral deixa o carro em casa e vem a pé, de transportes públicos, de táxi, de bicicleta, ou deixa o carro mais longe, onde haja verdadeiros lugares de estacionamento. O problema é que o cu pesa muito e já ninguém acha normal andar mais de 50 metros para alguma coisa…

Tudo muito natural e tal mas é só aparência. A falta de cultura de respeito por si próprio, pelos outros e pela natureza continua enraízada. Só que agora é in ser alternativo na comida, nas massagens, nos cosméticos…

Já no outro dia fomos à Exposição Viver as Cidades - Programa POLIS, no Pavilhão de Portugal, no Parque das Nações, e o que encontrámos expressa bem por que é que se gasta tanto dinheiro em fazer coisas mal feitas cá pelas nossas bandas.

Desperdício de dinheiro e matéria-prima para efeitos puramente estéticos inúteis. Pior, dificultam o acesso das pessoas à entrada da exposição, obrigando-as a dar uma volta desnecessária.

Exposição Viver as Cidades - Programa POLISExposição Viver as Cidades - Programa POLIS

Uma exposição toda pipi no interior, no 1º andar (não sei se há elevador, não o vi, mas suponho que haja). Mas a exposição continua no exterior, nas varandas e átrios desse 1º andar. Curiosamente, lembraram-se de cobrir o chão de saibro nessas zonas também. Além de aumentar estúpida e desnecessariamente o ruído, dificulta o andar. E impede pessoas em cadeira-de-rodas ou com carrinhos de bebé (ou simplesmente com mobilidade mais limitada, como os idosos ou os “lesionados”) de circular por ali e ver toda a exposição…

Exposição Viver as Cidades - Programa POLISExposição Viver as Cidades - Programa POLISExposição Viver as Cidades - Programa POLISExposição Viver as Cidades - Programa POLIS

Uma exposição de arquitectos feita para arquitectos. Gente que planeia as coisas na secretária. E depois dá naquilo que se vê todos os dias na rua, nos edifícios públicos, nas casas…

Nesta exposição não faltavam livros sobre as várias obras do POLIS. Havia livros inteirinhos dedicados a uma só obra. Por exemplo, a da ponte pedonal Pedro e Inês, em Coimbra.

Exposição Viver as Cidades - Programa POLIS

Para quê gastar dinheiro público (assumo que seja parte da verba de “informação e sensibilização” do POLIS) em livros para os arquitectos? O que é que o livro interessa ao cidadão? O que interessa é que a ponte tenha sido bem construída, seja de boa qualidade e sirva bem o propósito. É essa a sensibilização do público, ver obra feita e bem feita, e sentir que o dinheiro público é bem empregue. Se é preciso um livro para lhe explicar o valor da obra, algo está mal.

Enfim. Ainda bem que à última da hora acabei por não ir para Arquitectura. Ter que lidar diariamente com gente que vive na lua levar-me-ia à loucura!

O stand da CaP na Expo Evasão

Foi gabado e tudo. ;-)

A bancada DIY

Esta bancada foi inicialmente inspirada nas do IKEA.

imgp4266.JPG

Depois o Bruno inventou a parte de cima com o monitor imbutido. Ficou fixe. :-) A parte da frente serviu de montra com os vídeos a passar, o lettering da empresa, posters com as nossas fotos da Mobiky, e os panfletos para as pessoas levarem.

Ubuntu

No Mac ficou a passar um slideshow das fotos da Mobiky. O Bruno lembrou-se de levar CDs do Ubuntu para dar (um evangelizador nunca descansa).

Stand da Cenas a Pedal no I Salão de Evasão & 4x4 de Oeiras

Falsas modéstias à parte, acho que o stand ficou muito giro, foi dos mais bonitos e mais concorridos da feira. :-)

KMX kart ST Class

Este é o novo kart do Bruno, e que serviu para os test drives.

KMX kart K Class

O meu seria um igual a este, o vermelho, que foi usado nos test drives também, mas já cheguei à conclusão de que além da altura, o tamanho/peso também é importante, pelo que não devo ficar com o K Class, terá que ser também um ST mas cortando um bocado do tubo de regulação para dar bem para a minha altura (1.55 m). Isto de ser um adulto com altura de criança really sucks sometimes. :-P Geralmente é a comprar roupa, nunca arranjo umas calças a que não tenha que cortar uns palmos nas pernas… É uma seca.

Lisboa & Porto Bike Tours 2007

A Lisboa Bike Tour de 2006 teve muita procura, por isso este ano há mais, e foi alargada ao Porto. Como sabem nós não ficámos muito satisfeitos com a nossa experiência do ano passado, por isso este ano não iremos participar. Fixe, fixe era um passeio destes em que as pessoas pudessem levar a sua bicicleta (ou skates, patins, trotinetes, etc) para atravessar a ponte! As bicicletas do Lisboa Bike Tour não eram muito boas. :-/

Bom, agora, desculpem-me mas tenho que ir trabalhar prá feira. Há uns karts à minha espera, eheheh! ;-)

Be afraid, be very afraid.

Estou nervosa. Muito ansiosa. Esta semana tem sido - e vai ser até ao fim - uma taquicardia permanente. Eu explico…

Hoje tivémos (ou era suposto termos tido) uma sessão de julgamento de um caso de há 4 anos atrás, em que um maluco qualquer nos abalroou propositadamente, na 2ª Circular/IC19. Foi a primeira vez que fomos a um Tribunal e que iríamos testemunhar num julgamento - estávamos nervosos com aquilo, claro… A combinar com o comportamento do “arguido” ao longo do tempo, ele faltou, assim como a advogada e um outro tipo, que supomos ser o dono do carro. Baldaram-se. Enfim, prá semana lá vamos perder mais uma manhã inteira pró Tribunal, numa sala de espera onde o fumo é livre mas o ar não.

A manhã de hoje fazia-nos falta, porque amanhã à noite e no fim-de-semana vamos participar, como empresa, na nossa primeira feira, a Expo Evasão & 4×4, em Oeiras. Vamos lá estar com um pequeno espaço, a mostrar os nossos produtos (o de sempre e mais duas novidades muito muito fixes - na nossa opinião, claro :-P ). Estamos um bocado stressados porque tudo foi muito em cima da hora. Só soubémos desta feira na semana passada, os novos produtos encomendados chegaram hoje (estávamos com medo que não chegassem sequer a tempo), tivémos que andar a inventar o nosso “stand” (que não o é, e sim algo muito mais pequeno e simples, e totalmente DIY), os materiais promocionais, vamos ter que montar/afinar os “veículos”, transportar tudo pra lá, etc, etc.

Estou com medo que corra tudo mal. Que não haja público e/ou que o que haja não se interesse pelo que temos para oferecer, ou que haja muito público e/ou que o interesse e as solicitações sejam demais para o que nós conseguimos gerir (preferia esta ;-) ). Que a minha timidez e o nervosismo me toldem o discurso e a “articulação”, que me façam perguntas às quais eu possa não ter resposta preparada. Tenho medo de me sentir deslocada, tipo “the new guy”, no meio dos outros expositores. Medo de aquilo ser mal organizado, ou de ser bem organizado e ter nível e nós parecermos tipo “o parente pobre que veio para o jantar”. :-P

Tenho medo de tanta coisa. No fundo passo a vida com medo de alguma coisa. Felizmente isso ainda não me impediu de andar prá frente (melhor ou pior), só faz de mim uma pessoa extremamente cautelosa. Mas gostava de poder sentir-me mais “care free” de vez em quando. Sabem aquelas pessoas que passam pelas situações mais complicadas ou com mais “suspense” com um sorriso na cara e uma descontracção incompreensível, como se não soubessem o que está em jogo? Muitas vezes parece-me simples inconsciência ou irresponsabilidade, mas noutras vezes invejo-as. Se preocuparmo-nos com algo não ajuda a que o seu desfecho nos seja mais favorável, mais vale relaxarmos, o stress só vai agir mesmo nas nossas células, queimando-as sem dó nem piedade…

Ai que STREEEEEEEESS!! :-P (I can feel the cells going *POP!*)

A nossa segunda Massa Crítica

Depois da estreia em Junho de 2006, este mês participámos pela segunda vez numa Bicicletada. A primeira vez foi no Verão, com a B’Twin 7, de dia. Desta vez foi no Inverno (mas com bom tempo), de noite e com a Mobiky (sim, é perfeitamente possível “fazer” a Massa Crítica de Mobiky, aliás, foi um excelente teste e ela ficou aprovadíssima). Correu muito smoothly. :-)

Massa Crítica de Fevereiro em LisboaMassa Crítica de Fevereiro em LisboaMassa Crítica de Fevereiro em LisboaMassa Crítica de Fevereiro em Lisboa

Desta vez o passeio acabou num largo na Graça, com vista sobre Lisboa:

Massa Crítica de Fevereiro em Lisboa

[Onde paguei 1 € por uma garrafa de água de 33 cl num quiosque chupista, glup!]

Ciência para o público

No passado dia 27 de Janeiro levei a minha afilhada (não se preocupem, continuo a ser 100 % ateia…) ao Dia Aberto no ITQB (algumas fotos aqui).

Bolo do Dia Aberto no ITQB

A I. achou engraçado.

Dia Aberto no ITQB

Gostou especialmente da experiência de fazer células de plasticina. :-) Estava muita gente e às vezes era difícil chegar à mesa da algumas das experiências montadas. É um sinal do sucesso da iniciativa. :-)

Dia Aberto no ITQBDia Aberto no ITQB

Depois disso fomos passar a tarde na Biblioteca Municipal de Oeiras. Foi a primeira vez dela lá…. Ela gostou imenso. Ainda não sabe ler mas adorou andar a ver os livros, trouxe carradas para ler ao pé de mim, em vários turnos.

A primeira vez da I. na biblioteca municipal

A ver se a consigo levar a mais sítios e mais frequentemente…

Agora descobri no site da FCT-UNL que eles estão a preparar uma iniciativa que promete, a ExpoFCT. :-) Vai decorrer no dia 13 de Abril deste ano. Resta-nos aguardar por mais e mais definitivos pormenores. Mas acho que crianças de 7 anos devem ficar um bocado abaixo do limite de idade do público para este evento. :-P

expofct2007.jpg

Ao deambular mais um pouco pelo novo site da FCT não posso deixar de ficar agradavelmente surpreendida. Está muito bom! Até já há fotos do campus e tudo. ;-) Mas vai mais longe. O e-learning, por exemplo. A reunião de tanta informação e recursos num só lugar e à distância de um clique, é mind blowing. Muito fixe. :-)

TED 2008 - “The big questions”

Para assistir ao vivo às TED Talks temos que nos tornar membros da TED, o que não é fácil. Além da taxa bem puxada ($ 6.000) temos que ser de algum modo “excepcionais”. Resta-nos a nós meros mortais e ainda por cima $ 6000 short assistir a posteriori às ditas conferências (FELIZMENTE!) disponibilizadas online.

O tema das TED2008 já foi definido, serão “As grandes questões”:

* Who are We?
* What is our place in the Universe?
* What is Art?
* What is Love — and why are we so bad at it?
* What is Evil? — and how do we fight it?
* What are the most Gorgeous New Things being created in our world?
* Are we inadvertently creating New Forms of Life?
* What are today’s most significant Cultural Trends?
* What will the Future be like?
* What are the Problems I should be most worried about?
* Who will be the next President?
* What will be my Legacy?

Acho que não há outra coisa que me desse tanto gozo participar/assistir do que este evento. Férias em sítios paradisíacos, viagens, sei lá. I really get a kick out of listening to people and stuff like that. :-) “Graças a Deus” pela internet. ;-)

“Os Problemas de Lisboa” - conferências

A única fonte que encontrei foi mesmo a original, no Viver. Mas parece ser interessante. Pelo menos as duas primeiras…

osproblemasdelisboa.jpg

17º Encontro Nacional das ADA/ONGA

Poster e programa (cortesia da CPADA) do Encontro que já referi num post anterior:

Cartaz Programa

Update: Acabei de saber que as inscrições são livres e gratuitas! :-)

A este, em princípio, não faltarei. Ao debate sobre mobilidade, dia 5 no Técnico, acabei por não ir. :-( Nesse dia fiquei em casa e não fui trabalhar à pala de dores nas costas resultado de escoliose + 4 meses sem ir nadar + má ideia de andar a empurrar móveis no fim-de-semana anterior. :-P Foi remédio santo, reiniciei a natação nesse mesmo dia (também só foi possível porque finalmente tinha arranjado uma declaração médica na semana anterior…). Foi chato porque não pude ser de muita ajuda a descarregar a mercadoria nova que recebemos na empresa ao fim da tarde desse dia. O Bruno lá teve que desgastar a escoliose dele (sim, até nisso somos enjoativos, ele também é torto :-P)… :-(

Agenda para Dezembro, em Lisboa

A minha agenda no Google tem andado muito em baixo (reflexo da minha própria indisponibilidade para ver e participar em coisas, mas aqui vai uma lista de coisas interessantes para Dezembro:

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Dia 2, a partir das 14h:

Preparação do espaço da futura Cicloficina

(Espaço Crew Hassan, Rua de S. José, perto do Ateneu e Coliseu, em Lisboa.)

Citando Marcos Pais num e-mail de 30/11/2006 enviado para a mailinglist de Lisboa da Massa Crítica:

«Preparação do espaço da futura Cicloficina, este Sábado, dia 2 de Dezembro, 14h.

O espaço Crew Hassan irá ceder-nos um espaço, ali na Rua de S. José, perto do Ateneu e Coliseu, para fazermos oficinas comunitárias e tudo o mais que nos lembrarmos ligado às bicicletas (aluguer, aulas de circular em bicicleta em segurança, reciclagem de bicicletas antigas,.. quaisquer sugestões são bem vindas). Quem quiser vir neste dia ajudar a iniciar a preparação do espaço, é muito bem vindo.»

Adenda do Ricardo Sobral:

«O que vamos fazer no Sábado é arrumar, limpar e fazer um inventário do que existe naquele espaço (armários, prateleiras, cadeiras,…) para saber com o que podemos vir a contar e o que nos poderá ser útil.»

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Dia 5, às 17h30:

Debate sobre Mobilidade

(Instituto Superior Técnico)

Segundo um mail enviado para a mailinglist de Lisboa da Massa Crítica pelo Pedro Vicente, um grupo de alunos do Técnico está a organizar um debate sobre Mobilidade a decorrer no IST dia 5 de Dezembro pelas 17h30.

«A ideia é passar um filme ou documentário que introduza o tema e depois ter dois comentadores convidados para expressar a sua opinião de modo a abrir uma discussão com o público presente.»

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Dia 6, das 17h30 às 19h30:

Conferência “Ponto de Encontro”: Catalizadores de Mudança (Drivers of Change)

(CIUL - Centro de Informação Urbana de Lisboa, Picoas Plaza, R. do Viriato 13)

Info aqui. Inscrições prévias e pagas (2.5 ou 5 €).

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Dia 14, das 9h às 18h:

Conferência “Estratégia Energético - Ambiental para a Cidade de Lisboa

(Auditório do Alto dos Moinhos, R. João de Freitas Branco)

«Objectivo:

A conferência tem como principal objectivo a apresentação da Estratégia Energético-Ambiental de Lisboa e o alargamento do diálogo sobre os objectivos que esta define para Lisboa.

Tendo por base dados tecnicamente e cientificamente consensuais, já recolhidos, que quantificam os fluxos da cidade - energia e respectivas emissões de CO2, água e efluentes líquidos, materiais e resíduos sólidos - sobre os quais existe consenso técnico e científico- torna possível uma gestão consciente e sustentável do desempenho energético-ambiental da cidade.»

Ver mais info, incluindo preços, programa e ficha de inscrição aqui. Vai estar cheia de hotshots

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Dias 15 e 16:

17º ENCONTRO NACIONAL DAS ASSOCIAÇÕES DE DEFESA DO AMBIENTE / ONGAs

(ISCTE, Edifício 2, Auditório, na Av. das Forças Armadas)

A Defesa do Ambiente e a Participação Cidadã em Portugal

Mobilidade, Novas Tecnologias de Comunicação (Vídeo-Conferência, Internet, Correio Digital e Tele-trabalho na redução do tempo gasto em deslocações) e Eco-Eficiência, Defesa do Ambiente e a Participação Cidadã em Portugal, Gestão da Água Desertificação.

O Encontro Nacional das ADA/ONGA é um fórum aberto a todas as ADA/ONGA locais, regionais e nacionais, formais ou informais, confederadas ou não confederadas. É um espaço de debate para as associações que se dedicam às múltiplas vertentes de intervenção no ambiente - conservação da natureza, património, qualidade do ambiente, bem-estar animal, qualidade de vida urbana, gestão da água, transportes e mobilidade sustentável, energia, educação ambiental, defesa do consumidor, actividades de natureza, eco turismo, agricultura biodinâmica, etc. Concertar posições na defesa do ambiente, em prol de um desenvolvimento sustentável e trocar experiências são os principais objectivos deste encontro.

O Encontro debaterá igualmente as preocupações do movimento associativo ambiental para 2007 e a avaliação das representações das ADA/ONGA nos Organismos Públicos com a demonstração dos resultados.

Coordenação e Secretariado – FPCUB - Apartado 4031 – 1501-001 Lisboa TM: 917241793, Tel.: 213159648, Fax. 213561253 E-mail. fpcubicicleta@sapo.pt Organização – CPADA. Tel./Fax: 213542819, E-mail: cpada@cpada.pt

PROGRAMA Provisório

Sexta-Feira, 15 de Dezembro

14h15 – Recepção dos participantes
14h45 – Sessão de Abertura, com a presença de entidades convidadas
Representantes da Confederação; Representante da AdP - Águas de Portugal; Representante do MAOTDR; Representante da Presidência da República; Representante do ISCTE; Fernando Catarino (Prémio Carreira CPADA 2006); Jorge Paiva (Prémio Carreira 2005); Eugénio Sequeira (Prémio Carreira 2004) e Humberto Vasconcelos (Prémio Carreira 2003)

1ª Sessão - A Defesa do Ambiente e a Participação Cidadã em Portugal

15h15 - Fernando Catarino - Globalização, Cidadania e a Responsabilidade de Cada Um
15h35 - Espaço de Intervenção Aberto aos representantes das ADA/ONGA (convida-se a inscrever-se antecipadamente para este espaço)
16h50 - Debate - Moderador – Pedro Vieira (Jornalista)
17h15 – Representante das Águas de Portugal, Eugénio Sequeira (LPN) e Jorge Moedas (Lusotur) - Gestão da Água, Perdas da Água, Dessalinização, Aproveitamento das Águas Residuais e Desertificação
17h45 – Debate – Moderadora - Teresa Goulão (Bandeira Azul)

2º Sessão - Mobilidade, Meios de Transporte Alternativos ao Automóvel

18h10 – Carlos Gaivoto – Mobilidade e Transporte Alternativo ao Automóvel
18h25 - Jorge Nabais (Carris)
18h40 - Os Amigos dos Caminhos-de-ferro
18h55 - Debate – Moderador - Paulo Esperança (ISCTE)
19h20 - Fim dos trabalhos

Sábado, 16 de Dezembro

3ª Sessão – Telecomunicações e Eco-Eficiência

10h00 - Cisco Portugal - Videoconferência (a confirmar)
10h15 - CTT - Correios de Portugal - Correio Digital (a confirmar)
10h30 - Gustavo Cardoso (ISCTE) - Internet
10h45 - Vodafone –Telemóveis (a confirmar)
11h00 – Debate – Moderador – Bruno Tavares (FPCUB)
11h20 – Intervalo
11h30 – Manuel Ferreira dos Santos (GEOTA) – Energias Renováveis na Mobilidade
11h45 - Henrique Schwarz – Economia Digital e as Interacções Informação, Energia, Materiais
12h00 – Debate – Moderador – João Caninas (CPADA)
12h30 – Almoço
14h15 – André Vizinho (GAIA) - Tele-trabalho e Eco-eficiência
14h30 - Sandra Martinho - Low Carbon City
14h45 – Debate – Moderador - Maria do Céu Sampaio (LPDA)

4ª Sessão - Encerramento

15h10 – Apresentação, discussão e aprovação de documentos e moções
16h30 – Discussão e aprovação das conclusões do 17º ENADA
18h30 – Fim dos trabalhos e Sessão de Encerramento

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Dia 20, 17h30-19h30:

Conferência “Ponto de Encontro”: Mecanismos de Democracia Participativa

Info aqui.

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Vai ser um mês interessante! :-)

O 3º Festival Bike Portugal 2006…

Foi uma grande decepção (ver info aqui). Não fomos às outras edições, mas mesmo assim esperávamos algo melhor, bolas…

Começou logo pelo facto de a saída para o CNEMA indicada na estrada ir dar a uma estrada cortada!(?!). Voltámos para trás e lá descobrimos aquilo. As bilheteiras eram num sítio completamente oposto ao indicado por uma enorme “tabuleta” à entrada…

Contrataram umas gajas para estar à entrada, parece que apenas para ajudar as pessoas a passarem nas “cancelas”. Mas quando perguntei a uma onde era o “workshop de mecânica básica de bicicletas” ela não sabia do que eu estava a falar e muito menos me soube indicar onde iria decorrer (eram 19h30 e o workshop deveria começar às 20h) (?!).

Local dos workshops

Entretanto fomos ver se encontrávamos info no placard com o mapa da exposição. Os workshops eram num canto de um dos dois pavilhões da feira. Lá fomos, ainda estava a docorrer o workshop de GPS. Démos umas voltas e voltámos lá uma data de vezes depois das 20h. Mas o homem do GPS não se calava… e não víamos ali mais ninguém, nem havia referência ao workshop nos papéis afixados na parede (que anunciavam 3 workshops).

Entretanto encontrámos o Ricardo Figueiredo (e a Catarina Canha) e ficámos a saber que ele também não sabia o que fazer porque o workshop era suposto ser ali e começar às 20h. Mas o da ciclonatur nunca mais acabava nem havia ali ninguém da organização a impôr… organização. Enfim, lá começou o workshop às 21h40 (só 1h40 de atraso). Foi interessante, aprendi cenas fixes. :-)

Workshop de A tirar notas do workshop

O chão dos pavilhões estava cheio de fios sobressaídos por baixo da alcatifa e fartei-me de tropeçar. :-( De vez em quando havia também umas partes que pareciam buracos. Muito lame.

As casas de banho estão a precisar de uma renovaçãozita…

A organização foi uma lástima. Pessoas a vir de longe de propósito para o tal workshop e ninguém está a tomar conta das coisas?! A escolha do sítio para o workshop também não abona muito, o Ricardo teve que estar a gritar durante uns 75 minutos porque aquilo não era numa sala separada, era num canto do pavilhão, com música de fundo num volume elevado, e o microfone que havia não era adequado ao que ele ia fazer… E claro que às vezes não ouvíamos tudo o que ele dizia.

A feira viu-se em menos de 1h… Era um bocado (grande) fraca…

A falta de gente pode ser por ser o primeiro dia, talvez hoje e amanhã tenha maior afluência, mas havia pouca coisa para ver. Nomeadamente o que mais confusão me fez foi ver que lojas e/ou empresas que também vendem bicicletas mais commuter oriented como a Sirla, não tinham essas expostas… Passámos pelo stand da FPCUB mas não estava lá ninguém. Queríamos aproveitar para fazer umas perguntas, terá que ficar para outra oportunidade. (Finalmente) mandei as nossas inscrições há duas semanas, com o folheto que trouxe da Lisboa Bike Tour. Isto é triste, mas esperei tanto tempo pelo simples facto de que não podia pagar a inscrição por transferência bancária por ter a conta a zeros porque “limpei-a” toda quando criei a empresa. :-P Uma empresária pobre, lol. No stand de uma empresa estávamos a ver com atenção umas bicicletas, e a dada altura uma rapariga que lá estava deu-nos uma caneta e disse-nos para irmos ao site (indicado na caneta) para se quiséssemos ver mais informações acerca dos produtos deles. WTF? Então deixem ver se eu percebo. Contratam um hospedeira, uma gaja linda, com ar de modelo, sorridente, e põem-na lá. E para quê, para ela nos dar o nome do site onde podemos ver mais info?! Que tal porem lá alguém que soubesse o que está a vender? Que mania dos enfeites (como a miúda da entrada!). Tsc tsc…

Não sei se o passeio nocturno previsto foi realizado porque estava a chover. Que raio de ideia, organizar isto em Novembro! Quando pensei nisso, talvez seja porque se fizessem isto antes não conseguiam chamar cá ninguém porque até Setembro é a época das feiras desta indústria e ninguém vinha para Portugal, vão prás IFMAs, Eurobikes, Interbikes, etc.

Para quando uma feira a sério disto em PT? Bem organizada e num sítio como deve ser, como a FIL, e com bom tempo. E com dimensão e scope. Eu ofereço-me para organizar! :-)

Agora que vi a coisa, não sei como é possível escreverem coisas assim:

«Segundo Gonçalo Amorim, o festival tem tido uma “ascensão excepcional”, dado que se realiza apenas há três anos. Nesta edição, participam 80 expositores, muitos deles internacionais. A aposta é, dentro de um a dois anos, transformar o Bike Portugal numa das maiores iniciativas do género da Europa.»

80 expositores? Maiores iniciativas do género na Europa? Um a dois anos? lololol