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Incapazes de amar

Este homem de 45 anos, “simplesmente não consegue amar mulheres verdadeiras“. Em vez disso, compra bonecas realistas (sex dolls) que acumula em casa, um harém de silicone, nas quais já gastou mais de 172.000 USD (algo como 117.000 €). É a elas que recorre para “amor, afecto e sexo“. “Uma rapariga humana pode ser-te infiel ou trair-te às vezes, mas estas bonecas nunca fazem essas coisas. Elas pertencem-me a 100 %.” What a fucked up guy… E parece que esta incapacidade de relacionamento humano, de estabelecer uma relação afectiva/amorosa/sexual com outro ser humano, afecta cada vez mais homens no Japão…

Haverá algo mais triste que a incapacidade de amar (e ser amado)?…

Lembram-se do filme “Boneca Mecânica”, com a Melanie Griffith (Cherry 2000)? Eu gosto bué deste género de filmes que exploram a fronteira homem-máquina (Terminator, Bicentennial Man, I Robot, Artificial Inteligence, etc), o tema fascina-me. Claro que a Cherry realmente parecia uma mulher verdadeira, era um robot hiper-realista. Estas são apenas bonecas imóveis.

Espero que um dia estas bonecas-robot sejam mesmo muito realistas e hiper-baratas, talvez o tráfico, violação e escravização, abuso e violência dos homens (e algumas mulheres!) sobre as mulheres (reais) acabe, se as bonecas servirem a procura de sexo e violência por parte de homens perturbados e/ou sem escrúpulos. Vi há umas semanas na televisão um filme sobre esta questão e fiquei horrorizada. Uma coisa é ler sobre isso e ver uma coisa aqui e outra ali, outra é espreitar a vida de alguém concreto enredado nesse pesadelo do tráfico e exploração sexual de mulheres… Não compreendo como pode haver gente tão cruel…

Pequenas boas ideias

No outro dia, quando andava à procura de algo para oferecer à minha irmã pelo seu aniversário, encontrei numa loja isto:

Cabide portátil

Não percebi logo o que era, pensei que fosse algum cabide. Realmente era, mas não como eu pensei à partida. Puseram mesmo lá um papel com um desenho porque as pessoas não deviam perceber o objectivo daquilo. :-P Serve para isto:

Cabide portátilCabide portátil

Muito fixe, não é? Agora tenho um na mala, dá um jeitão quando se vai comer fora ou tomar café e não há sítio para colocar a mala (não ponho as coisas no chão!), e funciona lindamente com a zwei. :-) Custou 2.90 €.

Triciclo de carga chinês, nas Caldas

No dia em que fui às Caldas da Rainha comprar os sacos reutilizáveis, vi isto à porta de uma loja chinesa. Custava cerca de 350 € e acho que dava até 300 kg de carga (?).

Triciclo de carga à porta de uma loja chinesa, nas CaldasTriciclo de carga à porta de uma loja chinesa, nas Caldas

Não gosto de “chinesices”, mas either way, é um bom sinal, ver aquilo ali, disponível. :-)

Sacos reutilizáveis

O petróleo também é gasto nos plásticos. Montes de cenas do dia-a-dia são de plástico. Incluindo os sacos dos supermercados. Alguns locais já vendem os sacos, e/ou incentivam a sua reutilização, mas não é suficiente.

Campanha de redução dos sacos de plástico do Pingo DoceCampanha de redução dos sacos de plástico do Pingo Doce

Os sacos nunca podem ser oferecidos gratuitamente, e não devem custar uma ninharia. Os sacos de plástico são usados uma vez (ou poucas mais, mesmo que os reutilizemos nem que seja para pôr o lixo) e levam anos a degradar-se na natureza. Com consequências ambientais. As pessoas têm que se habituar a trazer consigo um ou dois sacos reutilizáveis para as ocasiões. E o mercado tem que oferecer soluções para tal, práticas e eficientes.

Até há pouco tempo usava uns sacos de pano para ir às compras (tinha-os no carro, ou nos alforges na bicicleta):

Trouxe menos 2 sacos de plástico para casa :-)

A desvantagem daqueles sacos é que eram difíceis de manipular para arrumar as compras. Sabem aquele stress de estar numa fila de supermercado a arrumar as coisas nos sacos e ter gente à espera?

Bom, há tempos fui à Intercasa, na FIL, e no stand da “A Janela da Minha Casa”, cheio de tralha, embora engraçada na maior parte das vezes, e encontrei uns sacos reutilizáveis, em poliéster, da Reisenthel. Trouxe 1 pequeno, um mini maxi shopper (20 L / 10 kg), e um grande, para usar com os carrinhos de supermercado, um easy shopping bag (40 L / 15 kg). Ambos em poliéster, laváveis. O primeiro vem numa bolsinha que podemos depois prender ao próprio saco durante o uso, e o grande tem uma bolsa para os nossos pertences, no interior. Também vem numa bolsa, mas tem uma footprint muito maior, nomeadamente por causa das peças de suporte em plástico.

Sacos reutilizáveisSaco reutilizável

Saco de compras reutilizávelSaco de compras reutilizável

Bom, o saco grande é mesmo para usar com o carro, experimentei com a bicicleta e não dá jeito porque encho-o e depois não o consigo enfiar nos alforges. Realmente, é muito prático para usar com o carrinho de compras, evitam-se muitos sacos de plástico e não demoro eternidades a arrumar as compras, consigo até ser mais rápida, é só mandar para lá as cenas. :-)

Gostei mesmo muito dos saquitos pequenos também, por isso decidi comprar mais. Aproveitei uma ida à zona e fui à loja nas Caldas da Rainha.

Loja "A janela da minha casa", nas Caldas da Rainha

Devo dizer que a loja estava tão atravancada de coisas e coisinhas quanto o stand. E o facto de venderem alguns artigos destes não significa que o façam por consciência ambiental, por saberem que estão a contribuir por dar alternativas práticas e bonitas aos sacos de plástico e afins, ou não tivessem insistido em dar-me um saco de papel da loja “para fazer publicidade”, mesmo tendo eu dito que não era preciso porque tinha ali o primeiro saco, igual aos que acabara de comprar, e que tinha vindo ali de propósito para comprar aqueles sacos!! Publicidade? Ninguém ia ver a merda do saco, pá, foi comigo para o carro e só saiu em Lisboa, para casa, e para o caixote-dos-sacos-para-reutilizar-mas-que-a-maioria-não-são- reutilizados-porque-não-surge-oportunidade. Pointless! Desperdício do dinheiro deles, e de matéria prima e energia. E ficaram mal vistos aos meus olhos. Que a factura só veio reforçar: 6 itens iguais e eles dão-me uma factura/recibo em 2 páginas A4 densamente ocupadas por imagens a cores, como se fosse um panfleto publicitário. Eu já escolhi a loja deles! Já lhes comprei produtos! E a melhor publicidade são os produtos deles que acabei de comprar e mandar embrulhar para oferecer!!! Que tónis, meu… Enfim…

Comprei 6 8 sacos mini maxi shopper, a 6 4.5 € cada um [EDIT: estive a lembrar-me disto e apercebi-me que se enganaram, só me cobraram 6 sacos, mas eu comprei e trouxe 8!!]. 1 para mim, 2 para o Bruno e 3 5 para oferecer no Natal a umas pessoas (há que evangelizar o people nestas questões de cidadania ambiental). São muito fixes, cabem bem na minha mala, e depois é só sacá-los quando preciso. Não tenho que pensar com antecedência se preciso de os levar ou não, estão sempre comigo. :-) E são a medida exacta para os alforges da minha bicicleta. Se os encher aos dois, sei que consigo levar tudo, e é só chegar à bicicleta, abrir os alforges e meter para lá os sacos, um de cada lado. Perfeito! :-D

Uma das alternativas equivalentes, nos EUA são os BAGGU.

Auto Green-Washing

Têm notado a crescente “ecologicação” dos automóveis nos anúncios televisivos e na imprensa?

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Vender-nos um automóvel (mesmo com a crescente reciclabilidade dos materiais, e melhores eficiências de combustível e de controlo de emissões poluentes) como sendo “amigo do ambiente” e “ecológico” é, no mínimo, gozar com a nossa cara. O motor de combustão interna e os carros de 5 lugares por default são conceitos obsoletos e sem sustentabilidade a nível social, ambiental e económico.

Criei um set no Flickr só para colocar as pérolas deste género que for encontrando e documentando… ;-)

Por outro lado, criei outro para o mesmo fim, mas para reunir exemplos da bicicleta utilizada na publicidade e aparecendo noutros media.

Quem tiver exemplos e os quiser partilhar, pode enviar-mos que eu ponho online. :-) Ou então uploadá-los para as suas próprias contas, quem sabe criamos um grupo para reunir todas as imagens recolhidas? :-)

Brinquedos adequados ao espectro familiar da sociedade actual

A casa de brincar Detacho é uma casa brinquedo reconfigurável que pode ser separada e transformada em múltiplos lares, para replicar situações tais como o divórcio e a constituição variável de muitas famílias da sociedade moderna. Isto foi um projecto espontâneo do designer Ben Forman, que se lembrou de desenhar brinquedos que incorporassem a questão do divórcio, algo que é transversal na sociedade e, no entanto, é ignorado pelos fabricantes de brinquedos, que reflectem nos seus produtos apenas o estereótipo da família nuclear tradicional.

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Interessante. :-)

Eatware

Se há coisa que me aflige é coisas descartáveis. Tipo loiça e talheres de plástico ou papel. Há tempos falei de talheres comestíveis, pois há mais, uns compostáveis (e, no limite, comestíveis, embora não seja recomendado).

«Os produtos da Eatware vêm numa variedade de formas e tamanhos, podem reter óleos e água em segurança, podem ir ao microondas e são 100 % compostáveis. São feitos de 100 % fibras naturais de bambu, polpa de cana de açúcar, amido e água - e sem aditivos químicos!

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Há várias empresas de recipientes alimentares biodegradáveis (baseados em amido de batata ou de milho), mas os da Eatware estão entre os mais duráveis e seguros - decompõem-se na compostagem e dispersam-se na água em apenas 2 semanas.

Enquanto os materiais biodegradáveis são um passo na direcção certa, muitos contêm polímeros plásticos para manter a sua forma. e podem levar centenas de anos a degradarem-se antes de poderem começar a decompôr-se para o solo. Em contraste, os produtos da Eatware podem decompôr-se no solo em apenas 180 dias, e embora não se recomende, podem até ser comidos! (…)»

[Fonte: Inhabitat]

Banana cell phone holder

Obviamente que eu devia comprar este acessório [via]. É “a minha cara”. :-P

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[Fonte]

The quickest way to get it on

Excelente invenção esta dos preservativos PRONTO! Ganhou até um prémio de design na África do Sul. A ideia é tornar a colocação o mais rápida e simples possível, de modo a convencer mais pessoas a protegerem-se da epidemia da SIDA, num continente totalmente arrasado por esta…

Dois vídeos exemplificativos: aqui um mais divertido, aqui outro mais formal. Genial, não é? :-)

[Via Treehugger]

O Carver já chegou a Portugal!!

Lembram-se de eu falar sobre este carro de três rodas (entre outros veículos alternativos e diferentes)? Pois é, há tempos encontrei um grupo do Carver no Flickr (eu sou o 3º membro do grupo, e não, não sou dona de um Carver, just plain “Carver Lover”, :-P ).

370654108_a72903f87b_m.jpgFonte. Autor: Henk Bart

Estava agora a falar disso ao Bruno e ele descobriu no site oficial da marca que já há um importador/distribuidor deste carro em Portugal!! São notícias frescas, parece que a importação começou em Janeiro deste ano.

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«Carver Europe BV (’Carver’) announces the start up of direct sales and servicing in Portugal. Carver Portugal will be the sole importer and distributor in Portugal of the Carver One, the world’s first-ever commercially available tilting three-wheeled vehicle. Carver Portugal is headed by Abílio and Hernãny Silva of the Cascais-based automotive company 2Drive. Following the earlier appointment of Carver España, Carver Portugal completes the coverage of the entire Iberian Peninsula and marks another milestone in the roll-out of Carver’s global sales and service network.»

Claro que isto é um artigo de luxo, 40 mil € por um carro não é para qualquer um. E em termos de propulsão é um carro normal. No entanto, em termos de inovação, design, estilo, é espectacular. Além disso, penso que é um passo na direcção certa, a de diminuição do volume dos carros, da diversificação de modelos na oferta de mercado, para que alguém que tenha que se deslocar de carro e o faça sozinho não tenha que o fazer num carro de 5 lugares, desperdiçando matéria-prima, energia, espaço, dinheiro.

Gostava de lá ir ao stand ver um ao perto! :-D Deve ser um espectáculo! E um test drive? Isso é que era! lol Mas eu com este ar de pelintra e de miúda não devo projectar a imagem de “sim, tenho montes de guito e se gostar compro” necessária para ver concedida essa abébia. O que até compreendo, claro. É assim a vida. :-P

Notícia em português aqui.

Nordic walking… on water

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Well, what the heck! Why not?! ;-)

[Via]

Invenções

Ao longe é publicidade, ao perto é um espelho.

Design & um 4º R ambiental

Política dos 3 R’s: Reduzir, Reutilizar, Reciclar. Por esta ordem de prioridades. Mas quando estes R’s não são possíveis ou já estão “esgotados”, o que resta? Aterros sanitários, lixeiras… Com as consequências ambientais e de saúde das populações que se conhecem.

Devia haver um 4º R, um híbrido entre reutilizar, reciclar e reinventar. Por exemplo, um dos grandes problemas actuais (e em crescimento), os resíduos de aparelhos electrónicos como os computadores, por exemplo. Não se pode reutilizar se estiver estragado e não tiver arranjo. Muitas coisas são de materiais não-recicláveis, por isso o R de reciclar também não dá. Mas há mais maneiras de “reutilizar” e “reciclar” isto antes de ter que enviar tudo para o aterro. Incorporar os restos mortais electrónicos em novos produtos. Que tal um banco?

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O N+ew, “No more Electronic Waste”, by Rodrigo Alonso. Fixe, não é? :-)

Uma cena para acertar nas veias à primeira!

[Espero que este título não atraia search traffic relacionado com toxicodependência ou assim! :-P]

Hmm, será que isto chegará a Portugal?

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O VeinViewr da Luminetx usa uma combinação de luz na zona do infra-vermelho próximo e tecnologias patenteadas para tornar visíveis estruturas vasculares, permitindo assim aos médicos, enfermeiros e demais profissionais dos cuidados de saúde, verem claramente a vasculatura acessível (ou a falta dela) em tempo real, directamente na superfície da pele.

Ou seja, já não tem que ser quase trial & error connosco como cobaias. ;-) Ugh, detesto agulhas, injecções, e tudo o que envolva objectos cortantes ou perfurantes. :-P

É uma excelente invenção! Por isso mesmo foi nomeada pela TIME Magazine uma das “Most Amazing Inventions of 2004″. :-)

[Via Popgadget]

Dildo factory

Não deve haver nada que não tenha já sido publicado online… ;-P

Fotos de uma fábrica de dildos, brinquedos sexuais, “consoladores”.

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Hardly (no pun intended) an erotic place nor process… :-P

E os brinquedos, bom, não têm ar de brinquedos. Nesse campo, nada bate a Fun Factory. Oh yeah. ;-)

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O segredo do sucesso desta marca é o seu design e a ideia base de colmatar a lacuna que havia no mercado para brinquedos sexuais que apelassem às mulheres. Estes são “fofos”.

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E além disso, se uma criança os apanhar, inadvertidamente, o mais certo é nem se aperceber do que aquilo realmente é. ;-) A história da empresa, segundo a própria:

«Fun Factory GmbH was created in the year 1995 and founded officially in 1996. The reason for the creativity of the company founders Dirk Bauer and Michael Pahl was the knowledge gained from a befriended erotic specialist dealer, that there were only few demanding and high-quality erotic toys available which would appeal to women.

Inspired and motivated by this knowledge, the idea was born to close this market gap through the development and manufacture of their own products. Products, which unite aesthetics, quality and functionality in themselves. Products which must not be hidden.

At the kitchen table, with child’s Plasticine, the presentation for the first Fun Factory dildo was created: the Penguin.

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All dildos which arose following this enjoyed the attention of a fan club which became ever larger and, with that, also the demand.Meanwhile, a small empire with numerous employees and customers throughout the whole world was created from the tiny 2-man and one-kitchen-table company, which was involved only in the occasional manufacture of individual parts.»

Acho que a primeira vez que vi os produtos desta marca foi na Loja das Camisinhas, na zona do Bairro Alto, há uns anos. Era uma loja gira, com bom aspecto. Mas acho que já não existe (pelo menos naquele local). Depois vi novamente no I Salão Erótico de Lisboa, em 2005. A propósito, o deste ano, o III, é no final de Junho, novamente na FIL.

Na altura achei o evento demasiado focado no homem como o consumidor, a mulher era a consumida. :-P Achei pobre, mais do mesmo. Não houve inovação. Acho que tornar a indústria mais focada na mulher como consumidora, alguém que desfruta do sexo, que tem fantasias, que aprecia o erotismo, que também é visualmente estimulada, é importante para a igualdade de género dentro da indústria e no seu público e mercado. Para isso as preferências femininas têm que ser “catered to”, e o modo como a mulher é tratada e retratada na indústria tem que ser alterada (ou pelo menos haver também opções alternativas às actuais…). A Fun Factory contribui com os brinquedos. Penso que também na área dos filmes para adultos há um nicho de mercado por explorar…

Não fui ao Salão do ano passado, ainda não sei se vou ao deste ano. Ando demasiado ocupada para pensar em sexo, lol! Bom, then again, maybe that’s a good reason to go, actually. :-P

P.S.: Ideia para o Carnaval:

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[Fonte: desconhecida]

:-P