BRU-TAL! Como é possível? Eco-localização, em humanos? Pensava que era necessário alguma capacidade/órgão especial…
Este puto é um fenómeno!!
[Via]
“Life is not about finding yourself, life is about creating yourself”.
BRU-TAL! Como é possível? Eco-localização, em humanos? Pensava que era necessário alguma capacidade/órgão especial…
Este puto é um fenómeno!!
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Hoje à tarde, depois de sair do Tribunal, fui à FCT deixar o parecer da orientadora interna com a nota do estágio. Levei o carro, entrei no campus e fui estacioná-lo no parque Este, onde costuma haver sempre lugares livres. Saquei da Mobiky e lá fui eu até ao Departamental.
Foi a primeira vez que usei a ZWEI mobil U7, particularmente em modo cycling e ficou aprovadíssima, eheheh. Gosto mesmo bué desta mala! É linda, linda, linda! Ok, ok , stop drooling, I know.
Bom, entrei no Dep e era pra deixar a bike com a senhora na recepção. Como não estava lá ninguém segui com ela até ao 5º piso e fui deixar o papel no gabinete do professor, que não estava lá. Voltei a sair e pedalei até à Biblioteca nova, que, a propósito, ainda não tem acessos desnivelados…
Dobrei a bike e entrei na biblioteca. Da porta ao balcão são literalmente 2 passos, e foi aí que estacionei a bicicleta, para falar com a senhora da recepção. É que para pedirmos o certificado de fim de curso temos que ter uma declaração a atestar em como temos a nossa ficha “limpa” na biblioteca. Por isso resolvi tratar já disso para aproveitar a ida ao campus. A senhora lá me foi tratar da declaração e entretanto fui à casa-de-banho uns metros à frente (deixei a Mobiky no mesmo sítio, junto ao balcão, num local em que não atrapalhava a passagem de ninguém). Quando voltei alguém a tinha colocado junto à porta, a que não está em serviço, ao lado da outra. Pensei apenas que alguém lhe tinha mexido, por graça. Mas não, foi uma outra funcionária da biblioteca. Quando me aproximei ela estava a sair e disse-me que não se podia ter ali a bicicleta. Eu perguntei porquê e ela disse “porque não”, “não se podem trazer bicicletas cá pra dentro”. Eu retorqui que aquela era uma bicicleta dobrável (tipo, não é que vá ocupar muito espaço ou estorvar alguém, como as normais), e ela “já viu se toda a gente entrasse ali com bicicletas?”. Eu disse que isso seria muito bom sinal, e que quando isso acontecesse logo se resolvia o “problema” (não me parece que haja muita gente a trazer a bicicleta pró campus). Ela veio então como o “não porque as rodas sujam o chão”. Eu perguntei “e então as cadeiras de rodas não podem entrar?” (ou carrinhos de bebé - unlikely no campus, though - or whatever). “Isso é diferente, não há alternativa”. Duh!
Ora vejamos, quem gere a biblioteca tem casas-de-banho preparadas para pessoas em cadeiras de rodas, embora os acessos ao edifício não estejam desnivelados. Na casa de banho não há caixotes do lixo, cabides para pendurar a roupa nem apoios para colocar os livros ou a mochila. Os gabinetes de trabalho individual não estão isolados (ou não estavam, aqui há uns tempos) do resto da biblioteca, tendo vista e audição privilegiadas para a barulheira nas salas centrais. Não há controlo sobre o comportamento dos utentes dentro da biblioteca, supostamente um local de silêncio, estudo e sossego. A FCT tem carros estacionados por todo o lado, há gente que leva o carro até à porta do gabinete, bom, quase, até à do edifício onde trabalha, pra não ter o cu levantado de uma cadeira por mais que uns segundos. Toda a gente se queixa da falta de estacionamento no campus, da má qualidade dos transportes públicos, do trânsito, da poluição. Esta alminha vê uma pessoa com uma bicicleta dobrável à entrada (à entrada, nem a levei pra lado nenhum!), e o que é que lhe sai? “Ai não porque as rodas sujam o chão”. E os sapatos das pessoas, não?! Em que aspecto é que a sujidade das rodas da minha bicicleta urbana (não venho de nenhum circuito BTT com ela, concerteza) é maior ou diferente da dos meus sapatos? Eu também posso andar na lama (e com tantas obras é o mais natural). A única maneira de aquilo sujar alguma coisa de forma diferente seria se eu andasse a fazer derrapagens dentro da biblioteca. Acho que isso está posto de parte, não?
Se limpam o que eu sujo com os meus sapatos, também podem limpar o que sujo com as rodas 12″ da minha bicicleta, não? Que argumento mais idiota, sinceramente. E apressou-se logo a mudá-la de lugar uns decímetros, mais perto da saída, enquanto fui à casa-de-banho, para enfatizar bem a coisa… Acho que têm que pôr uns sinais na entrada a especificar as regras deles…
[Mázinha?... Estas merdas irritam-me, não posso ser sempre sempre compreensiva, calma, ponderada e boazinha!]
Se tiver que lá voltar (o que não deve acontecer), faço questão de entrar com a Mobiky outra vez, só pra chatear. ![]()
É costume reparar em sapatos perdidos em sítios inusitados, principalmente na beira das estradas (às vezes também roupa, bonés,…). Agora também já vi um par completo, abandonado “arrumado”.
Na 6ªf fomos a Lisboa tratar de uns recados (por isso é que deu bem para participarmos na MC). No IMOPPI reparámos que havia uma maquineta nas escadas para levar as pessoas em cadeiras de rodas para o piso de cima, mas curiosamente a entrada daquele serviço não tinha nenhuma rampa. Um paradoxo um bocado estranho (ou até estúpido…). Entrámos com as bicicletas e o segurança não levantou problemas, só pediu para as colocarmos num recanto para não atrapalhar ninguém.
O IMOPPI parece ser Mobiky-friendly (embora não seja muito people-friendly no que concerne a tempos de espera…). Já agora, outros sítios Mobiky-friendly têm sido: o Metro de Lisboa, a Bertrand do Chiado e a do CC Vasco da Gama, o próprio CC Vasco da Gama, a FNAC do Chiado e o respectivo centro comercial onde está inserida, a CP na linha de Cascais, o restaurante Status e a FIL, ambos no Parque das Nações, a Biblioteca Municipal de Oeiras, a FCUL, a Telepizza de Cascais (junto ao início da ciclovia do Guincho). Estes são aqueles de que me estou a lembrar agora. Depois vou fazendo updates.
Bom, enquanto estava à espera do Bruno, no átrio de um prédio que dá para a Praça de Touros do Campo Pequeno,
… reparei nas placas junto às campainhas. Era tudo de empresas (de construção civil, de informática, de plásticos, de advogados, eu sei lá…), acho que ninguém mora ali mas aquilo parecia um prédio de habitação… Não é esquisito? À noite não há gente a habitar o centro da cidade… Creepy…
Epá, a esta hora já devia ser uma assassina consagrada, pela quantidade de filmes, séries e livros da Disney que já “consumi” em toda a minha vida… A Disney, esse império do mal.
(Ver mais teorias deste gajo aqui…)
Isto parece espectáculo da IURD…
Eu gosto de ver/ler/ouvir teorias da conspiração (a do 11 de Set, por exemplo, ver “Loose Change” parece muito convincente…), mas estes gajos só pensam em mulheres nuas, crianças e adolescentes despidos, erecções e pilas, e homossexuais. Porque segundo eles as coisas da Disney estão cheias disto. O gajo está obcecado, obviamente.
Ontem fui trabalhar para a Biblioteca Municipal de Oeiras. Fui ainda de manhã, mas já tarde. Fui de carro… Quando lá cheguei constatei que havia carros por todo o lado e nos meus spots habituais estava tudo cheio. Carros na estrada, nos passeios, etc, o costume. Resolvi andar mais um pouco em direcção a Santo Amaro. Tipo mais 500 metros à frente, após uns terrenos sem nada há uma urbanizaçãozita. Havia MONTES de lugares. Estacionei e saquei da Genius que levava no porta-bagagem. E voltei para trás, para a BMO.
Aquilo fecha às 13h e então aproveitei os 30-40 minutos que restavam para ler as revistas e assim, na zona de leitura de periódicos, logo à entrada. Entrei com a Mobiky (ora lhe chamo Genius, ora chamo Mobiky, é a mesma coisa, Genius é mais correcto, mas Mobiky é mais giro) e encostei-a logo a uma parede. Não incomodou ninguém.
E além disso já lá havia outros veículos.
Às 13h, peguei na Mobiky e pedalei até à Telepizza em frente à estação dos comboios de Santo Amaro. Pedi e paguei uma pizza e nos 15 minutos de espera fui dar uma voltinha de bicicleta. Passei pela estação:
Depois desci em direcção ao túnel para passar por baixo da Marginal e não pude deixar de fotografar isto:
Acho que a definição de “passeio” devia ser revista em Portugal, porque não é concerteza (definição da Priberam):
passeio s. m.
1ª pess. sing. pres. ind. de passear
E lá fui até à praia:
Achei estranho ver a praia e o passeio marítimo tão vazios num sábado solarengo. Talvez fosse por ser hora de almoço (~13h30) mas de qualquer modo, não é costume…
Bom, lá voltei para trás para comer a minha pizza, na esplanada. I looooove pizzaaaaaaa!
A seguir peguei novamente na bicicleta e voltei para a BMO. Pelo caminho parei junto ao carro pra pegar no portátil e nos papéis. Aquilo é um monstrengo, a mala devia pesar uns 5 kgs ou mais.
Ainda pensei que talvez não conseguisse levar aquilo na bicicleta, mas surpreendentemente deu pretty well.
Cheguei à biblioteca, entrei com a Mobiky em “walking mode” pela mão, passei frente ao balcão e dirigi-me logo a uma mesa, onde encostei a bicicleta ao móvel. Montei o meu estaminé e comecei a trabalhar. Os funcionários da biblioteca olharam mas ninguém me disse nada, felizmente. Devem ter sido apanhados de surpresa, eheheh.
No final do dia, antes de sair da BMO, lembrei-me de ir alugar um filme (há que tempos que não o fazia). Resolvi ir ao clube de video do Palmeiras, em Oeiras. Peguei na bici, fui até ao carro, pu-la no porta-bagagem e lá fui eu.
Estacionei o carro perto da esquadra da PSP, numa fila de estacionamento paralela à estação dos comboios. Saquei novamente da bicicleta e pus-me a caminho. Antes fui fotografar o estacionamento de bicicletas frente à estação dos comboios.
E tinha lá várias!
Depois soube mesmo bem pedalar à noite aqueles 3 ou 4 minutos.
Cheguei ao Centro Comercial pela porta traseira e entrei, com a Mobiky em “walking mode“. Subi na escada rolante e dirigi-me ao clube de video. Antes de lá chegar um segurança diz-me do outro lado das escadas (não se lembrou de se aproximar de mim) que “isso não pode andar aqui”. Que “mesmo ‘assim’ ou de outra forma não podia entrar com ela ali”. Eu, estupefacta, perguntei porquê, se à entrada não estava nada a indicar tal proibição. Ele disse que eram “ordens da Administração”, que “está no Regulamento”. Enfim, deixou-me ir ao clube de video “desde que seja rápido” e lá fui. Não vi filme nenhum que me apelasse e entretanto estava a pensar cá para mim que não ia dar dinheiro a um sítio onde me recusaram a entrada de forma tão arbitrária, injusta, estúpida e provavelmente ilegal. E saí dali.
Fiz questão de ir ver o tal Regulamento, mas na recepção não estava ninguém e muito menos Regulamento algum exposto, claro… E fui embora. Na web entretanto também não encontrei contacto nenhum da Administração… Quando saí fui fotografar as entradas para comprovar que não há aviso absolutamente nenhum. Nem na porta principal, nem na traseira nem sequer na porta directa para o Pingo Doce:
O único aviso é o da proibição de entrada a cães (e outros animais?) (obrigatório onde se vendam produtos alimentares). Na porta do Pingo Doce nem sequer está este sinal, apenas o papel do horário de funcionamento. Curiosamente, nas portas do Centro Comercial não há este aviso. Revezam-se, deve ser isso…
Assim, o Centro Comercial Palmeiras NÃO tem nenhum estacionamento para bicicletas para os seus utentes, nem no exterior nem no interior. Também não tem nenhum serviço de “bengaleiro” ou cacifos para as pessoas colocarem aquilo que supostamente a Administração não permite que levemos para o interior do centro (mas que NÃO NOS AVISA). Não tem o tal Regulamento exposto em lado nenhum.
Não há razão nenhuma para não me deixarem entrar com a bicicleta, pelo menos assim, dobrada. Em muitos sítios já se vê sinais a proibir os putos de andarem com aqueles ténis com rodas, ou de patins e skates, o que até percebo. Não há sinais destes no Palmeiras, parece-me… Agora, se eu não estou a andar de bicicleta dentro do edifício, se ela vai dobrada e por isso não estorva nem obstrui o caminho a ninguém, se ela ocupa o mesmo espaço que uns sacos de compras ocupariam… qual a razão desta alegada proibição?!
Não é por ter rodas, nem é pelo espaço que ocupa, nem é por ser um acessório de mobilidade ‘prescindível’. Senão também não deixariam pessoas entrar com:
Ele insinuou que mesmo que eu levasse uma bicicleta totalmente dobrada e sem ser a rolar no chão, ou seja, se a levasse tipo saco, não podia entrar!!
Mas agora eles podem dizer o que eu posso carregar ou não? Donde vem esta perseguição às bicicletas? E se for uma bicicleta brinquedo, ou bicicleta miniatura, também é proibido?…
Logo que possa volto lá, de Mobiky, e vou querer ver o Regulamento. E consoante as coisas, farei as devidas queixas a quem de direito e/ou as devidas sugestões à própria Administração. Entretanto, boicotei o Centro Comercial Palmeiras. Se a minha bicicleta não pode entrar o meu dinheiro também não entra, quer no cinema, quer na ervanária, no Pingo Doce, no video clube e na loja de desporto e demais lojas que costumava frequentar (e vou fazê-los saber disso por carta). Assim vai o atraso mental deste país, em que os gajos preferem que eu leve o carro até à porta deles e estacione à papo-seco em cima de passeios, passadeiras e o diabo a quatro. Dumbasses.
Esta semana fui ao Carrefour de Telheiras com as minhas colegas e levei a Mobiky e ninguém nos disse nada. Se calhar foi a surpresa, os seguranças ficaram um bocado embasbacados a olhar prá bicicleta e esqueceram-se do eventual “Regulamento”… Mas de qualquer modo também não havia sinal nenhum a proibir entrada a bicicletas…
Num outro dia que fomos ao Colombo almoçar foi com agrado que vi um sítio para estacionamento de bicicletas no parque de estacionamento. Preferia outra localização, mas já é um bom começo.
Bom, lá saí do Palmeiras e fui ao video clube Oásis ali ao lado. Entrei com a bicicleta mas estacionei-a logo à entrada, junto de uma série de sacos de compras de supermercado que alguém também “estacionou” lá. Talvez porque não a levei lá mais pró meio, ninguém me disse nada. Neste sítio há papéis a dizer que é proibido andar de patins e com aqueles ténis com rodas. Mas não diz nada de bicicletas dobráveis. Lá aluguei um filme e vim embora.
(Este texto continua no post a seguir!)
Oh, e eu que não tenho nenhum sósia!
Isto é um projecto engraçado. E mais curioso ainda é pensar que… estas pessoas nem sequer são da mesma família! ![]()
Agora já é possível literalmente comprar coisas pela montra da loja! Espreitar o Popgadget.
Eu nunca parti nada em árvores, mas fartei-me de as trepar, e casas na árvore eram o sonho de qualquer puto. Nós chegámos a tentar construir uma com amigos.
Agora imaginem que vinha um polícia e nos prendia, ficava com os nossos sapatos, tirava amostras do nosso DNA e armazenava a sua sequência numa base de dados, juntamente com o nosso “crime” no cadastro por 5 anos. Isto a putos de 12 anos. Inacreditável, não é? Mas aconteceu, em Inglaterra. A notícia via Boingboing aqui.
Para pessoas com graves doenças de pele ou deformações físicas. Ou para pessoas com deformações intelectuais/psíquicas, como os religiosos.
Bom para quem se quer afogar, ajuda a puxar para baixo.
Corte e padrões modernos e bonitos para qualquer bom cristão.
Não tão bom como uma burqa, mas há que dar tempo ao tempo.
Para aqueles que acham o corpo um pecado. Mas só o das mulheres, claro. Não há modelos para homens. Já se sabe que as mulheres não sentem luxúria. Só a despertam. Por isso há que as esconder.
O primeiro café do género na Península Ibérica, abriu na Amora, Seixal.
Um “café cristão“. E o que é isso, perguntam vocês. É um sítio onde se pode ir à missa, ler a bíblia e estar com outros “cristãos”. Uma espécie de Igreja privada, um chill out para crentes.
Não se pode fumar (louvável), não se vende álcool (pensava que isso era com os islâmicos), não se pode jogar (não especificam a quê, será que o jogo do galo passa?), não há jornais sobre as mesas mas apenas bíblias (não se esqueçam que ler jornais e navegar na web é pecado) e a decoração é “espartana”. A mim parece-me um sítio meeeeeeeesmo apelativo (not!).
Isto até seria preocupante, se não fosse tão simplesmente risível.
Supostamente, a iniciativa visa 2 propósitos: angariar receitas para um projecto de ajuda a toxicodependentes e evangelização. É impressão minha ou a Igreja Católica não faz obra social nenhuma que não esteja associada a uma campanha de “evangelização” e conversão? “Estás com fome? Toma lá comida. E agora abraças o catolicismo, ceeeerto?“. Não me parece muito desinteressado ou abnegado.
Se a religião e o catolicismo é uma cena assim tão boa, porque têm tanto trabalho a vendê-la e impingi-la aos outros? As coisas boas pegam por elas próprias depois de as pessoas tomarem contacto com elas. Ou não?
O site deles condiz com o resto…
Ao deambular por um site de biketouring reparei que… Portugal não existe. O território foi tomado por Espanha… ![]()

É o que se tem verificado no campus do INETI. Há umas árvores que largam umas partículas tipo algodão e o efeito resultante parece neve! Não tem muita piada é andar a levar com aquilo nos olhos, ou a inalar ou comer!
Acho que as árvores que andaram a cortar há tempos eram daquelas justamente devido a esta característica desagradável. Mas é sempre triste ver uma árvore derrubada… ![]()
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