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Telha Sol: prédio de 6 apartamentos - dois T2 e quatro T3 - em Leceia (Oeiras), com jardim e espaços comuns amplos. Os apartamentos, para venda, têm bons acabamentos, cozinha espaçosa e equipada, terraços e varandas convidativos, divisões amplas e desafogadas, com muita luz natural, e têm garagens individuais. Numa zona calma, com vista para o rio e para o campo.
Cenas a Pedal: bicicletas dobráveis, karts a pedal / triciclos reclinados, malas para ciclistas, buzinas, kits para transporte de carga em bicicleta (reboques sem engate), aluguer de karts, batidos a pedal, cursos de condução de bicicleta (aprender a andar de bicicleta e a conduzir na estrada).
Cafetaria Doce Lima: cafetaria & pastelaria, pão para fora, sopa e mini-pratos durante a semana. Cibercafé, TV por cabo, música ambiente, zona lounge, wifi gratuito.

Realmente é impressionante… O que mais assusta são aqueles que não assumem que fizeram algo errado, pois são os que nunca irão mudar. É como com a lei contra o tabaco, civismo na estrada e civismo com o fumo não deviam ter que ser leis, deviam fazer parte da educação das pessoas. A educação da prevenção rodoviária desde cedo é indispensável, penso mesmo que é a única solução robusta a longo prazo.
Outra questão é também a forma como a lei se faz cumprir - ninguém receia ser “apanhado” pois a probabilidade é mínima, compensando o número de vezes que se infringe a lei. Há também aquilo que realmente irrita um condutor em relação às leis: o facto de os agentes nem sempre serem tão correctos como os que aparecem na reportagem e os inúmeros casos de conduções perigosas que saem impunes enquanto há condutores que são multadas por pisarem um contínuo em situações que não colocam rigorosamente ninguém em perigo! É ridículo. Devia haver cuidado em concentrar as multas nas situações que realmente são/podem tornar-se perigosas porque senão acaba por resultar em que as pessoas perdem o respeito pela autoridade. Outra é a questão das quantias das multas que a maioria das vezes são irrisórias quando comparadas com a gravidade da situação…
Este assunto irrita-me. Faço o que posso mas às vezes gostava de poder fazer mais.
Parabéns pelo post!
Também gostava de fazer mais, mas só no simples “evangelizar” de outras pessoas no meu círculo pessoal denoto uma tal despreocupação, desinteresse, irresponsabilidade e absoluta ignorância da questão que tenho pouca fé que isto mude…