Archive for December, 2006

Bubble bursting

Um texto para matar o mito da igualdade de géneros nórdica? Um blog de uma mulher cientista, ‘Professor‘. Interessante. :-)

Através dele fui dar a este, também de uma mulher na ciência e meio académico.

E depois a este, em que li um texto que achei interessante, sobre o aborto. Trechos:

«The studies I’ve read show that women are vastly responsible about children. Give women economic power, and the status and well-being of children rises. Educate women, their children will be educated. Give women power over their lives, including the power to decide when to become mothers, and children are much, much better off. I went to the March on Washington in April, and I took pseudonymous kid and carried him sleeping the whole way, and I have never, never felt so safe as a mother, so sure that my kid was adored, as in that crowd of feminist women who know that motherhood is something to be taken seriously.» (…)

«My experience, my belief, my knowledge is that women take children incredibly seriously. It seems to me that so much of the abortion debate is predicated on an abstraction that fails to acknowledge that basic fact. Read the stories in that blog I linked: over and over the women in those stories say, “I can’t do that to a child,” meaning, “I can’t give birth to a child with a drug addiction,” “I can’t raise a child in my abusive relationship,” “I want the best for my child, and that includes giving my child a mother who has achieved something.”» (…)

«It is precisely because having children is so important that abortion is something that can’t be legislated away. When it’s illegal, desperate women who know the importance of children will still abort pregnancies they know they can’t bring to term. Because women will do anything, including risk their own lives, for their kids. Women have had abortions from time immemorial. To call abortion “selfish,” as some do, is to completely deny that women are moral agents, to completely deny the importance of motherhood. I have no doubt that there are women who are selfish, who have abortions for idiotic reasons, who do stupid things. Women can be fucked up. But fucked-up women make fucked-up mothers; more importantly, the vast, vast majority of women take this whole question of children incredibly seriously. It is one of the most serious things we have to deal with (whether or not we have them, because having them will, as people say, “change your life”), and there is just no way that it’s right to take away from women, to take away from mothers, the right to make decisions for their children. Because no one is better qualified, no one cares more, no one knows better than I do, or than any woman does, what is best for my kid. Period.»

AaaaaaHA!

Claro que em Portugal isto deve parecer absurdo (haverá país mais desorganizado que este? ;oP), mas nos EUA existem “organizadores” profissionais. E até existe um “Grupo Nacional de Estudo da Desorganização Crónica“. Claro que há uma “Associação Nacional de Organizadores Profissionais(descobri isto através da filial de São Francisco, que por sua vez descobri através de um dos blogs da Amanda Kovattana).

Talvez fosse uma boa profissão para mim. Não quer dizer que eu fosse boa naquilo, mas lá que eu adooooooro organizar coisas, não há dúvida! ;oP

Solução para compatibilizar o uso intermodal da bicicleta

Ontem deparei-me com mais este exemplo (ler os comentários, também!).

Nos comboios da CP, Fertagus e Metro, há restrições de horário no transporte de bicicletas. Por um lado acho incompreensível porque “corta as pernas” a quem queira usar a bicicleta para o seu commuting diário casa-trabalho-casa. Por outro, especialmente desde que tive a experiência de levar a minha bicicleta no comboio na linha de Cascais, num domingo, compreendo perfeitamente. O que acontece é que enquanto o design das carruagens for o actual transportar uma bicicleta de tamanho normal é demasiado complicado, tornando-se um estorvo ou, no mínimo, muito pouco prático.

Soluções:

1) uso de bicicletas dobráveis (não é bem uma solução, mais um modo de contornar o problema…)
2) novo design das carruagens

Na minha opinião “não custava nada” modificar algumas carruagens, para que, em cada composição, a primeira carruagem fosse diferente das outras, estilo “open space”, totalmente desenhada a nível de bancos, encostos, suportes, número e tipo de portas para utilização por parte de pessoas em cadeiras de rodas, acompanhadas de bicicletas ou de carrinhos de bebé, e até carrinhos de compras mais volumosos (espreitar fotos de alguns exemplos aqui e aqui).

Porquê a primeira carruagem? Porque nunca sabemos quantas terá a próxima composição e assim, sabendo à partida que aquela em que queremos entrar é sempre a primeira sabemos automaticamente onde ela vai parar. Isto facilita o nosso pré-posicionamento de modo a tornar mais fácil e rápida a entrada para a carruagem.

Esta carruagem seria identificada de uma forma clara e distinta, diferenciando-se facilmente das restantes. Podia ter bancos, mas rebatíveis. Assim estava preparada para qualquer tipo de utente ou de necessidade. Quando houvesse bicicletas, cadeiras de rodas ou carrinhos de bebé para as usar, óptimo. Quando não os houvesse seriam sempre utilizadas por qualquer outro tipo de utente…

Agora, como regular o acesso à carruagem é passível de discussão. Será que era reservada? Será que era uma carruagem normal, e em horas de ponta se estivesse cheia de utentes “normais” os “com rodas” não poderiam entrar de qualquer modo? Há muito a analisar, mas o principal é que o design actual não é minimamente prático de usar mesmo em horas mortas de fluxo… :-(

A cidade e as pessoas

Em deambulações pela web tropecei nalguns textos interessantes. Descobri o blog Silvia Sem Filtro (curti bué a foto no banner) pelo postLisboa à margem“. Pequeno trecho:

«A propósito da marginal de Cascais, tomemos este exemplo. Ainda lá estive ontem. Um pedaço de paisagem lindíssimo, fabuloso para ser disfrutado. (…) O que é que fazem estas almas mouriscas? (…) Espetam-lhe, mesmo junto à linha de água, com uma linha de comboio e uma estrada de tráfego intenso, perigosíssima, que ninguém pode atravessar a pé, e onde, ÓBVIAMENTE, muitos condutores se estampam. (…) As casas, prédios, moradias (as PESSOAS) ficam do OUTRO lado da estrada, isoladas como ilhas, com a vista de mar, sim, mas reféns da estrada perigosa mesmo ali em frente. Tão perto e tão longe. Como se a vista de mar fosse uma miragem, uma coisa para ver, mas não para disfrutar. A intenção aqui parece ter sido a de castigar algo que seria naturalmente agradável, fruível, e obrigar a um sacrifício penoso, e ainda por cima, um sacrifício pelo qual se pagam fortunas.»

Como não concordar?… Deu-me vontade de ir fazer uma excursão ao Norte para ver se lá é mesmo assim tão diferente. Infelizmente a minha área de influência sempre foi apenas e mais o Sul do país. Até Aveiro, Coimbra também tenho ums experiências. Mas do Norte mesmo Norte não conheço quase nada. Só umas vistas apressadas aquando de uma festa de casamento em Chaves, há vários anos. Se bem que me lembro de ter achado a paisagem atraente. :-)

Noutro blog, palavras da arquitectura, encontrei um texto sobre “a cidade e as bicicletas“. Trecho (sublinhados & cheios são meus):

«Transpondo a situação para o nosso país, o que nos diferencia não se trata de uma questão de topografia ou de clima. É uma questão social, política, de planeamento e de ’status’. Um português não anda de bicicleta a não ser ao domingo, para fazer desporto e mostrar a sua boa aparência. O problema nem é chegar cansado ao trabalho pelo facto de ter feito umas subidas e descidas, trata-se de que em Portugal só anda de bicicleta diariamente quem não tem dinheiro para ter carro e/ou andar de transportes públicos. Nunca aqui se vê nenhum homem de negócios a dirigir-se com o seu computador portátil, de bicicleta para o seu escritório xpto no 34º andar de uma torre na zona mais in da cidade, com vistas para o mar. Porque? Porque em Portugal essa caricatura não encaixa no perfil de uma pessoa com esse estatuto!

O que se vê em cidades como em Copenhaga, Munique, ou mesmo Viena é uma grande diversidade social que se desloca em bicicleta, sem preconceitos ou juízos de valor sobre o facto de irem num meio de transporte em que eles mesmos são a sua força propulsora. Só assim se torna possível observar pessoas que vão trabalhar vestidos de fato, ao lado de crianças que vão para a escola, que seguem atrás de alguém que vem do supermercado ou algum turista de passagem, todos eles em bicicleta e deslocando-se em vias criadas para esse propósito, separados dos automóveis e desfrutando ao mesmo tempo de aspectos da cidade que se tornam únicos ao serem percorridos de bicicleta.»

Sem dúvida!

Aqui encontrei um post interessante para dar outra perspectiva ao uso da bicicleta e, nomeadamente, nos países nórdicos. Equilíbrio é fundamental! Não devemos passar de um extremo negativo a um outro extremo também negativo! Não defendo a supremacia da bicicleta sobre os carros para depois estas agirem como estes em relação aos peões!!

Sexual Consent

«Responsible adults should always use sexual consent forms.»

Vejam o video (LIN-DO!) aqui. ;o)

Ai Lisboa…

Esta semana fui por duas vezes ao centro de Lisboa.

Na 4ª fui a uma consulta médica. Saí do INETI e fui de carro até à Quinta das Conchas onde apanhei o Metro. Levei a bicicleta comigo. Saí na estação de Arroios por volta das 16h30. Estava um caos. Os passeios estavam apinhados com tanta gente a circular. As obras, os caixotes do lixo, sinais de trânsito e automóveis mal estacionados ainda pioravam mais o trânsito pedonal. Não conhecia aquela zona. O consultório era numa casa antiga, num 3º andar. As escadas eram de madeira e rangiam por todos os lados, e estreitas. Felizmente tinha elevador, mas era absolutamente minúsculo! Acho que nunca estive num tão pequeno. Devia dar para duas pessoas no máximo, e não podiam ser encorpadas… :-P Mas não tive problema em transportar a Mobiky, eheheh.

The smallest elevator EVER!

Ali tudo era pequeno, pelos vistos, até as portas! Uma pessoa tinha que se espremer para passar!… As pessoas deviam ser muito magrinhas antigamente… :-P

A Mobiky no consultório médico

Tive que esperar imenso pela consulta, por isso ainda dei umas voltas lá em baixo pelas lojas. Deu pra comprar umas meiazitas e uma revista para ler durante a espera. A D. Deolinda, a recepcionista, achou muita piada ao meu “brinquedo” e achou uma boa ideia para oferecer aos netos. Ficou é um bocado esmorecida quando calculou os custos de 1 Mobiky x 3 netos. É um investimento considerável, sem dúvida.

Todo o andar tinha um cheiro quase insuportável a tinta, pois tinha sido pintado recentemente. Enquanto esperava na salinha de espera pedi licença para abrir a janela da varanda para arejar um pouco o espaço. Não aguentei muito tempo e voltei a fechá-la pouco depois porque o ruído que vinha da rua agitada lá em baixo era inacreditável! Não me pareceu que a janela tivesse vidros duplos, por isso fiquei muito surpreendida pela brutal capacidade de abafar o barulho…

Janela para a cidade

De vez em quando abria-a novamente e espreitava lá para fora, para respirar algum ar sem cheiro a tinta. E tirei umas fotos. Houve uma que ficou com um efeito giro, parecia uma televisão no meio da estrada. ;-)

Giant ghost TV in the middle of the road?!

Ao olhar para a rua lá em baixo apercebi-me da desigualdade gritante na ocupação do espaço público:

Figura exemplificativa do paradigma urbano português

Reparem: os carros têm para si 6/8 do espaço entre prédios, ou seja, 75 % do espaço público é dos carros em circulação ou em estacionamento. Os magotes de peões têm direito a uns miseráveis 25 %, que na verdade ainda é menos. Basta descontar o espaço usado por obras, sinais de trânsito, caixotes do lixo, paragens de autocarros, esplanadas, vasos e afins à porta de estabelecimentos comerciais, carros estacionados abusivamente, suportes publicitários,… E como se não bastasse os passeios são uma merda e não estão coerentemente desnivelados nas zonas de atravessamento… Dá mesmo vontade de fugir dali…

Imaginem um cenário utópico:
Das 8 faixas disponíveis de espaço público só as duas centrais serem para circulação automóvel (uma para cada sentido). As 4 faixas em frente aos prédios (2 de cada lado) serem vias pedonais e cicláveis - nada de calçada portuguesa, um piso mais uniforme como o alcatrão, cimento, whatever. Nada de postes de sinais de trânsito plantados no meio do caminho - ex:

Uma rua com 15 % de inclinação?!

Adopção de um sistema deste género (Winterthur, na Suiça):

Traffic signs out of the wayTraffic signs out of the way

Traffic sign set up properly

Nada de painéis publicitários literalmente a obstruir o caminho, como neste exemplo:

Abusos ao espaço dos peões (1)

Quiosques, esplanadas, etc, teriam que ser bem pensados para não obstruir ou afunilar inaceitavelmente o fluxo de peões, ciclistas, etc, como aqui:

Abusos ao espaço dos peões (2)

As restantes 2 faixas (uma em cada sentido) poderiam ser para autocarros, táxis, eléctricos e motas, por exemplo. A questão do estacionamento de longa duração e o estacionamento de ocasião teriam que ser melhor pensados. But you get the idea, right? Às vezes pergunto-me se ainda verei o meu país a funcionar em termos similares a estes ou se terei mesmo que emigrar se quero ter direito a uma vida mais humana.

No dia seguinte voltei a Lisboa (novamente com a minha amiga de duas rodas), desta vez à Baixa, para ir aviar a minha receita à Farmácia Homeopática de Santa Justa (quando saí da consulta no dia anterior já passava das 20h e já a farmácia tinha fechado).

A Mobiky no Metro de Lisboa

Nestes dois dias de experiências no Metro fiquei um bocado mal impressionada com duas coisas: a falta de limpeza das carruagens (cascas de amendoins, jornais, líquidos,… espalhados pelo chão) e a selvajaria de algumas pessoas. Transportar a Mobiky não levantou problemas com ninguém nem situações complicadas por causa da sobrelotação, mas numa ocasião houve uma rapariga que foi literalmente empurrada contra o poste em frente à porta e quase que esmagada contra ele (enquanto se queixava!) pelas pessoas que entraram atrás e forçaram a entrada simplesmente empurrando toda a gente. Como eu estava do lado oposto do poste fiquei protegida. Mas a bicicleta estava à minha frente, com o poste no meio. A rapariga estava a ser comprimida contra ela, e a magoar a mão com que segurava nuns livros contra o guiador da bicicleta. Eu segurei-lhe nos livros para ela soltar a mão. Curiosamente mesmo num sítio tão absolutamente apinhado a bicicleta não causou transtorno, ficando ali despercebida junto a mim. :-)

Nessa mesma situação havia um frotteur atrás de mim. Quando me apercebi desviei-me da frente dele mais para o lado e dei-lhe um olhar assassino e entretanto ele saiu na estação seguinte, e até parecia que ia acompanhado da mulher (!)… A minha vontade foi ter levantado o braço e partir-lhe o nariz com o cotovelo. Tenho que deixar de ver coisas na minha cabeça e passar a fazê-las. Há gajos com muita lata, mesmo! O primeiro gajo que me lembro de fazer isto foi num autocarro quando eu tinha uns 10-12 anos! Tarados do caraças. Há gente muito fucked up, mesmo. Não me interpretem mal, por mim toda a gente pode ter as parafilias que quiser desde que isso não implique prejudicar/usar terceiros sem o seu consentimento. Ora o frotteurismo baseia-se justamente no não-consentimento…

Agenda para Dezembro, em Lisboa

A minha agenda no Google tem andado muito em baixo (reflexo da minha própria indisponibilidade para ver e participar em coisas, mas aqui vai uma lista de coisas interessantes para Dezembro:

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Dia 2, a partir das 14h:

Preparação do espaço da futura Cicloficina

(Espaço Crew Hassan, Rua de S. José, perto do Ateneu e Coliseu, em Lisboa.)

Citando Marcos Pais num e-mail de 30/11/2006 enviado para a mailinglist de Lisboa da Massa Crítica:

«Preparação do espaço da futura Cicloficina, este Sábado, dia 2 de Dezembro, 14h.

O espaço Crew Hassan irá ceder-nos um espaço, ali na Rua de S. José, perto do Ateneu e Coliseu, para fazermos oficinas comunitárias e tudo o mais que nos lembrarmos ligado às bicicletas (aluguer, aulas de circular em bicicleta em segurança, reciclagem de bicicletas antigas,.. quaisquer sugestões são bem vindas). Quem quiser vir neste dia ajudar a iniciar a preparação do espaço, é muito bem vindo.»

Adenda do Ricardo Sobral:

«O que vamos fazer no Sábado é arrumar, limpar e fazer um inventário do que existe naquele espaço (armários, prateleiras, cadeiras,…) para saber com o que podemos vir a contar e o que nos poderá ser útil.»

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Dia 5, às 17h30:

Debate sobre Mobilidade

(Instituto Superior Técnico)

Segundo um mail enviado para a mailinglist de Lisboa da Massa Crítica pelo Pedro Vicente, um grupo de alunos do Técnico está a organizar um debate sobre Mobilidade a decorrer no IST dia 5 de Dezembro pelas 17h30.

«A ideia é passar um filme ou documentário que introduza o tema e depois ter dois comentadores convidados para expressar a sua opinião de modo a abrir uma discussão com o público presente.»

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Dia 6, das 17h30 às 19h30:

Conferência “Ponto de Encontro”: Catalizadores de Mudança (Drivers of Change)

(CIUL - Centro de Informação Urbana de Lisboa, Picoas Plaza, R. do Viriato 13)

Info aqui. Inscrições prévias e pagas (2.5 ou 5 €).

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Dia 14, das 9h às 18h:

Conferência “Estratégia Energético - Ambiental para a Cidade de Lisboa

(Auditório do Alto dos Moinhos, R. João de Freitas Branco)

«Objectivo:

A conferência tem como principal objectivo a apresentação da Estratégia Energético-Ambiental de Lisboa e o alargamento do diálogo sobre os objectivos que esta define para Lisboa.

Tendo por base dados tecnicamente e cientificamente consensuais, já recolhidos, que quantificam os fluxos da cidade - energia e respectivas emissões de CO2, água e efluentes líquidos, materiais e resíduos sólidos - sobre os quais existe consenso técnico e científico- torna possível uma gestão consciente e sustentável do desempenho energético-ambiental da cidade.»

Ver mais info, incluindo preços, programa e ficha de inscrição aqui. Vai estar cheia de hotshots

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Dias 15 e 16:

17º ENCONTRO NACIONAL DAS ASSOCIAÇÕES DE DEFESA DO AMBIENTE / ONGAs

(ISCTE, Edifício 2, Auditório, na Av. das Forças Armadas)

A Defesa do Ambiente e a Participação Cidadã em Portugal

Mobilidade, Novas Tecnologias de Comunicação (Vídeo-Conferência, Internet, Correio Digital e Tele-trabalho na redução do tempo gasto em deslocações) e Eco-Eficiência, Defesa do Ambiente e a Participação Cidadã em Portugal, Gestão da Água Desertificação.

O Encontro Nacional das ADA/ONGA é um fórum aberto a todas as ADA/ONGA locais, regionais e nacionais, formais ou informais, confederadas ou não confederadas. É um espaço de debate para as associações que se dedicam às múltiplas vertentes de intervenção no ambiente - conservação da natureza, património, qualidade do ambiente, bem-estar animal, qualidade de vida urbana, gestão da água, transportes e mobilidade sustentável, energia, educação ambiental, defesa do consumidor, actividades de natureza, eco turismo, agricultura biodinâmica, etc. Concertar posições na defesa do ambiente, em prol de um desenvolvimento sustentável e trocar experiências são os principais objectivos deste encontro.

O Encontro debaterá igualmente as preocupações do movimento associativo ambiental para 2007 e a avaliação das representações das ADA/ONGA nos Organismos Públicos com a demonstração dos resultados.

Coordenação e Secretariado – FPCUB - Apartado 4031 – 1501-001 Lisboa TM: 917241793, Tel.: 213159648, Fax. 213561253 E-mail. fpcubicicleta@sapo.pt Organização – CPADA. Tel./Fax: 213542819, E-mail: cpada@cpada.pt

PROGRAMA Provisório

Sexta-Feira, 15 de Dezembro

14h15 – Recepção dos participantes
14h45 – Sessão de Abertura, com a presença de entidades convidadas
Representantes da Confederação; Representante da AdP - Águas de Portugal; Representante do MAOTDR; Representante da Presidência da República; Representante do ISCTE; Fernando Catarino (Prémio Carreira CPADA 2006); Jorge Paiva (Prémio Carreira 2005); Eugénio Sequeira (Prémio Carreira 2004) e Humberto Vasconcelos (Prémio Carreira 2003)

1ª Sessão - A Defesa do Ambiente e a Participação Cidadã em Portugal

15h15 - Fernando Catarino - Globalização, Cidadania e a Responsabilidade de Cada Um
15h35 - Espaço de Intervenção Aberto aos representantes das ADA/ONGA (convida-se a inscrever-se antecipadamente para este espaço)
16h50 - Debate - Moderador – Pedro Vieira (Jornalista)
17h15 – Representante das Águas de Portugal, Eugénio Sequeira (LPN) e Jorge Moedas (Lusotur) - Gestão da Água, Perdas da Água, Dessalinização, Aproveitamento das Águas Residuais e Desertificação
17h45 – Debate – Moderadora - Teresa Goulão (Bandeira Azul)

2º Sessão - Mobilidade, Meios de Transporte Alternativos ao Automóvel

18h10 – Carlos Gaivoto – Mobilidade e Transporte Alternativo ao Automóvel
18h25 - Jorge Nabais (Carris)
18h40 - Os Amigos dos Caminhos-de-ferro
18h55 - Debate – Moderador - Paulo Esperança (ISCTE)
19h20 - Fim dos trabalhos

Sábado, 16 de Dezembro

3ª Sessão – Telecomunicações e Eco-Eficiência

10h00 - Cisco Portugal - Videoconferência (a confirmar)
10h15 - CTT - Correios de Portugal - Correio Digital (a confirmar)
10h30 - Gustavo Cardoso (ISCTE) - Internet
10h45 - Vodafone –Telemóveis (a confirmar)
11h00 – Debate – Moderador – Bruno Tavares (FPCUB)
11h20 – Intervalo
11h30 – Manuel Ferreira dos Santos (GEOTA) – Energias Renováveis na Mobilidade
11h45 - Henrique Schwarz – Economia Digital e as Interacções Informação, Energia, Materiais
12h00 – Debate – Moderador – João Caninas (CPADA)
12h30 – Almoço
14h15 – André Vizinho (GAIA) - Tele-trabalho e Eco-eficiência
14h30 - Sandra Martinho - Low Carbon City
14h45 – Debate – Moderador - Maria do Céu Sampaio (LPDA)

4ª Sessão - Encerramento

15h10 – Apresentação, discussão e aprovação de documentos e moções
16h30 – Discussão e aprovação das conclusões do 17º ENADA
18h30 – Fim dos trabalhos e Sessão de Encerramento

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Dia 20, 17h30-19h30:

Conferência “Ponto de Encontro”: Mecanismos de Democracia Participativa

Info aqui.

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Vai ser um mês interessante! :-)