Archive for December, 2006

History of Religions

Foi o Bruno que me deu a dica para este video. Brutal…

«How has the geography of religion evolved over the centuries, and where has it sparked wars? Our map gives us a brief history of the world’s most well-known religions: Christianity, Islam, Hinduism, Buddhism, and Judaism. Selected periods of inter-religious bloodshed are also highlighted. Want to see 5,000 years of religion in 90 seconds? Ready, Set, Go!»

Hell Pizza

Hmmm… Será que fazem entregas para Portugal? :-P

A caixa onde vem a pizzaA caixa para os restos mortais da pizza

Acho a ideia muito apelativa e, realmente, a Telepizza ultimamente não me tem sabido tão bem as it used to, anyway… Para além do facto de achar as caixas da Hell Pizza muito mais criativas! ;-) Pena só haver na Nova Zelândia…

[Via Diário Ateísta]

FCT-UNL de cara lavada e renovada na web!

Ora digam lá que não está um bom trabalho, hein? Esteticamente apelativo e cheio de informação reunida num só lugar mas acessível de qualquer lugar! Vá lá, experimentem navegar superficialmente pelo menu à esquerda no site… :-) Congrats to the team! ;-)

Salvem a internet!

A luta continua…

Spots pub da IKEA

A propósito desta notícia, que vi em vários sítios, incluindo um em que o texto vinha acompanhado de um video no YouTube de um anúncio da IKEA, encontrei muitos outros videos. Achei-os mesmo muito engraçados. :-D Ficam aqui alguns dos meus preferidos:

Este é LINDOOO! lol

Este makes a really good point

Este é enternecedor (até certo ponto…).

Este também e espectacular! :-P

Este também makes a good point

A minha pergunta é: porque é que os que aparecem cá não chegam aos pés destes?…

Portugal x Finlândia

Já vi a tal reportagem Portugal vs. Finlândia. Pode ser vista em streaming aqui. Que vergonha…

Nós no “Sociedade Civil”

Eheheh! Ficou fixe. :-) Não usaram as imagens da reciclagem doméstica, focaram só a bicicleta, e ficou uma peça bem feita. Foi bué estranho ver-me. Acho sempre esquisito ouvir a minha voz sem ser quando estou a falar. :-P Também é estranho ver-me a mim própria sem ser da minha perspectiva “interior” ou frente a um espelho. Às vezes parece que não me reconheço.Ainda tive um bónus, no final do programa a Fernanda Freitas leu um comentário que coloquei no blog deles. Achei piada porque ela engasgou-se um pouco quando ia para ler o nome do comentador. Acabou por dizer “Ana”, que isto de “anabananasplit” não é muito ortodoxo, reconheço. :-P

O programa inteiro está disponível na RTP para visualização aqui, apenas em streaming. A peça aparece mais ou menos entre os minutos 45 e 48. Repetições:

Segunda 18 de Dezembro - 15:30

Segunda 18 de Dezembro - 04:00

Us on TV?!

Na 3ªf telefonaram-me para o telemóvel para saber se eu era a Ana tal da Mobi… (ky, completei eu), e se as bicicletas tinham alguma parte constituída por material reciclado. Explicaram que era para um programa de televisão acerca de brinquedos feitos com materiais reciclados. É um programa diário, na 2:, com a Fernanda Freitas (que estava antes na SIC), com uma parte de reportagem e o resto de conversa/debate com os convidados - “Sociedade Civil“. Costuma ter temas interessantes, do tipo de coisas relevantes para o dia-a-dia.

Fui apanhada um bocado de surpresa, como devem imaginar. Não fazia ideia da origem dos materiais e por isso contactei logo o Sales Export Manager do fabricante (a pessoa que me ligou pediu-me urgência). Ele disse que o quadro era 100 % alumínio reciclado, e que das outras partes algumas podiam ter material reciclado mas ele não me sabia dizer as percentagens (a integração deve depender mais da disponibilidade de material, por isso deve haver muita variação). Contactei a senhora e disse-lhe isto. Daí ela perguntou-me se poderíamos colaborar numa peça para o programa de 6ªf. Eu disse que sim, claro! :-)

Assim, ontem foram lá a casa o Sérgio (jornalista) e o Nuno (cameraman) fazer uma pequena reportagem televisiva connosco: eu, o Bruno e as bicicletas. :-)

Parte de demonstração

Foi engraçado porque fiquei a perceber melhor como funciona isto das reportagens de TV. Dá uma grande trabalheira, definir o cenário (é tipo vitrinismo), controlar as luzes (anular os reflexos, controlar a intensidade,…), certificarem-se de que não aparecem referências a marcas (política da :2). Recolher imagens diversas, fazer as perguntas, etc, e depois no fim aparece uma coisa de 2 a 3 minutos! Tanto trabalho para o produto final ser curto.

Demorámos ~1h30 naquilo. Mas foi divertido, eles eram porreiros. :-) Nós estávamos um bocado (grande!) nervosos, pelo menos antes de gravarmos a entrevista. Eu até não me engasguei muito, quando estou nervosa desde que engate logo a primeira ponho o turbo e falo bué depressa (e, logo, falo muito). O nervosismo do Bruno reflectiu-se mais no discurso dele, penso eu. Ele falou mais pausadamente que o normal, eu foi ao contrário. Além de nós e das bicicletas ainda me filmaram de volta dos caixotes da reciclagem e a abrir e fechar o frigorífico, que tinha lá uns ímans que tinha trazido da FATACIL deste ano. :-P OMG, só de pensar na eventual figura de totós em que podemos aparecer… E saber que esta minha cara de face lunar vai passar na TV… Só espero que eles usem uns filtros quaisquer tipo Photoshop. :-P

Estou curiosa para saber como resultará o “pacote” final. O que eles escolherão mostrar e o que cortarão, o contexto em que colocarão as nossas palavras e as imagens, etc. Esperemos que não pareçamos uns tonis completos. lol :-P

Fiquei a pensar cá pra mim que deve ser lixado ser figura pública e ter sempre câmaras apontadas a nós. Detestaria isso. Nem que me pagassem. É tão bom ser anónimo e estar nos bastidores. :-)

Fiquei muito intrigada com este contacto. Embora nós já sejamos visíveis na net no que concerne a pesquisas sobre bicicletas, fora dela somos virtualmente desconhecidos (excepto pelos sítios onde passamos muito com as Mobikys, tipo a FCUL). Eu acho que deve ter sido sugestão de alguém que nos conhece, embora ainda não esteja propriamente a ver quem possa ser… Quem quer que seja, um muito obrigada! :-) Se for apenas coincidência, it was a good one. Talvez quando acontecem coisas boas se possa dizer que foi “olho magro”? O contrário do “olho gordo” que as pessoas atribuem a “más energias” e “bruxedos” de pessoas que lhes querem mal. :-P Talvez alguém nos queira bem. :-)

17º Encontro Nacional das ADA/ONGA

Poster e programa (cortesia da CPADA) do Encontro que já referi num post anterior:

Cartaz Programa

Update: Acabei de saber que as inscrições são livres e gratuitas! :-)

A este, em princípio, não faltarei. Ao debate sobre mobilidade, dia 5 no Técnico, acabei por não ir. :-( Nesse dia fiquei em casa e não fui trabalhar à pala de dores nas costas resultado de escoliose + 4 meses sem ir nadar + má ideia de andar a empurrar móveis no fim-de-semana anterior. :-P Foi remédio santo, reiniciei a natação nesse mesmo dia (também só foi possível porque finalmente tinha arranjado uma declaração médica na semana anterior…). Foi chato porque não pude ser de muita ajuda a descarregar a mercadoria nova que recebemos na empresa ao fim da tarde desse dia. O Bruno lá teve que desgastar a escoliose dele (sim, até nisso somos enjoativos, ele também é torto :-P)… :-(

Escoliose idiopática

Definições aqui e aqui. Foi-me diagnosticada aos 14 anos, altura em que me fizeram estas radiografias.

My skeleton Escoliose

Pergunto-me o que mostraria uma nova radiografia agora… :-\

Invenções do ano, segundo a TIME

Isto já não é novidade, mas não queria deixar de referir. :-)

Sem dúvida a ‘construção’ do YouTube é um marco histórico na cultura mundial. Referidos estão também um dos meus carros de sonho, o Clever, e também o TESLA, e uma máquina para transformar palha em material de construção. Além de outras invenções engraçadas e/ou importantes.

A ciência deu-nos tudo, tem permitido melhorar as nossas vidas a um ponto nunca visto. Como tudo, o conhecimento pode ser usado para coisas boas ou para coisas más, dependendo da pessoa ou entidade que o detenha. Mas a ciência em si não é boa nem má, é apenas conhecimento. Sujeitos a juízos de valor estão apenas os propósitos com que é usada e as pessoas que a usam. Os ataques das religiões à ciência são tão imbecis quanto os seus perpetradores. O progresso humano, sobreviver às doenças mais simples ou até às mais complicadas, ter comida na mesa mais facilmente de modo a que podemos aspirar a mais da vida do que matar-nos a trabalhar apenas para comer, ter acesso facilitado à educação, à mobilidade, só é possível devido à construção e utilização do conjunto de conhecimento universal acumulado  que globalmente chamamos “ciência”. Não o devemos à Bíblia. Ou ao Corão ou aos quaisquer “livros sagrados” da IURD, dos Mórmons, dos Cientologistas, e todas as outras seitas de maluquinhos que há praí aos pontapés por todo o mundo.

Master plans

Há tempos foi o Chicago Bike 2015 Plan (algo assim é apenas um sonho num município em Portugal…). Agora ouvi falar do Seattle Bicycle Master Plan. Pelos vistos o Departamento de Transportes de Seattle foi agraciado com $32 milhões de dólares para investir em projectos para o uso da bicicleta.

Por cá ficámos a saber que o governo vai gastar (eu diria investir se isto fosse um investimento e não um sítio onde enterrar dinheiro) € 332 milhões de euros em estradas para automóveis… Concordo que há vias que devem ser terminadas, agora aumentar faixas e cenas do género… Falta uma visão global, da big picture, estratégica que envolva todos os modos de transporte e ponha as prioridades nos sítios certos.

Segundo o ministro das Obras Públicas, Mário Lino:

«Considerando que “as acessibilidades rodoviárias hoje existentes na região de Lisboa são manifestamente insuficientes para poder responder de forma adequada a um tão grande volume de tráfego, tornando muito difícil e penosa a mobilidade nesta região”, o governante frisa que o principal problema é “só haver duas radiais (A5 e IC19), que apresentam fortes problemas de estrangulamento, provocados pela grande sobrecarga de tráfego automóvel“.»

«Mário Lino fez questão de sublinhar que o conjunto de obras anunciado “não são meras intenções, mas compromissos concretos para resolver definitivamente os principais problemas de acessibilidades na zona ocidental da Grande Lisboa”.»

lol! Estes tipos querem fazer-nos crer que a solução para a sobrecarga de tráfego automóvel é… abrir mais estradas. E que isto “resolve definitivamente” o problema. Ahahahah! Deixem-me rir. Aliás, deixem-me chorar, porque vivo num país de cegos intelectuais. Eles assumem nas suas conjecturas que o número de carros fica estagnado ao nível actual (pré-obras). “Esquecem-se” que abrir mais e mais estradas só leva a que mais e mais pessoas optem por usar o automóvel mais e mais vezes (”porque acabaram os congestionamentos e leva-se menos 50 % do tempo no IC19″…). Ok, dream on, dream on

Meus amigos, mais uma faixa no IC19 só vai significar que podemos ficar engarrafados numa maior extensão transversal além da longitudinal. Será assim tão difícil de olhar para os exemplos do passado e do presente para perceber isto? Se eu percebo e vejo como é que um Sr. Dr. do governo não é capaz do mesmo?! Olhem o exemplo aqui da variante de Porto Salvo…

Vejam só a sofisticação e o óbvio conhecimento do que estão a falar e do que seria supostamente o seu trabalho por parte dos membros do governo:

«Mário Lino aproveitou para desafiar o ministro do Ambiente, Nunes Correia, “a atestar bem a preocupação ambiental que esteve subjacente à solução encontrada”.

Respondendo ao repto lançado, Nunes Correia confirmou essa preocupação, considerando que “estas obras são relevantes em termos de ambiente, ordenamento do território e desenvolvimento regional“. Na sua opinião, “as novas acessibilidades são estruturantes para ordenar toda esta região”.»

E agora a parte mai linda:

«Esclarece que, como consequência das futuras rodovias, “o aumento da fluidez do tráfego é um elemento-chave para reduzir a emissão de gases com efeito de estufa“. Segundo especificou, “os carros parados ou a circular em pára-arranca emitem dezenas de vezes mais gases”.»

lol! Estes tipos são mesmo impagáveis! Claro, para diminuir os gases de efeito de estufa vamos construir mais estradas por todo o lado, a cortar cidades e vilas, e separa vizinhos, a tornar o ar irrepirável a a rua um depósito de automóveis impróprio para as pessoas circularem, usufruirem e totalmente off limits para as crianças. F***-se, que merda de país mais bronco.

“Everybody’s Free (To Wear Sunscreen)”

Don’t you just love this “song”? :-)

Eu quero estas cenas! :-P

Tinha que vir via Treehugger;-)

O concurso do Electrolux Design Lab 2006 deu origem a umas ideias giras. :-)

Finalistas Electrolux

Em cima à esquerda temos o “Nevale“, uma espécie de lancheira/termo desenhado em camadas para permitir aos consumidores guardar e transportar até quatro refeições quentes ou frias. A comida é mantida através de um sistema de vácuo, por isso a sopa pode fazer parte do menu, e o aparelho pode ser programado para iniciar um sistema autimatizado de re-aquecimento a uma hora específica. Pretty cool, uh? ;-)

À direita está o “Organic Cook“, um aparelho que permite fritar sem óleo, grelhar e ferver usando tecnologia de infravermelhos e cozimento em vácuo. A parte do fritar sem óleo é muuuuuito apelativa em termos de saúde e de eventuais dietas. ;-)

Finalistas Electrolux

Em cima, o primeiro da fila é o “Fit-Snack-Joy“, um electrodoméstico de bancada que transforma frutos e vegetais crus em biscoitos. Ele limpa, corta, coze, condimenta/tempera e molda alimentos frescos em petiscos divertidos com forma de biscoito, e até inclui informação nutricional sobre uma variedade de frutos e vegetais. Soa mesmo bem! :-)

Ao centro temos o “Hydrosphere“, uma pequena estufa hidropónica para cultivar saladas e ervas frescas. Uma lâmpada de crescimento está posicionada no centro de um globo de vidro transparente, fazendo com que ervas e pequenos frutos cresçam à sua volta, e é tudo alimentado por um painel solar.

Se a versão de bancada for demasiado pequena, à direita temos o “Vege“, um aparelho para cultivar vegetais hidropónicos na nossa cozinha, todo o ano, sendo desenhado para conter até 40 plantas. Perfeito para os agricultores de apartamento. ;-)

São todos ideias muito boas de todos os pontos de vista. Esperemos que não se fiquem apenas pelas ideias e os coloquem em produção! Concerteza não faltarão interessados (desde que os preços não sejam também de “designer”…).

“How to give up cycling”

Hilarious! :-D

Via Treehugger.